Até pouco tempo, ela era uma admiradora incondicional do ex-professor de Sociologia do ex-GD Religião, e durante todo esse tempo ela publicou vários artigos tentando agrupar as mais belas fotos de orquídeas espalhados no acervo do Google, bem como escreveu com os seus dedos crônicas baseadas na complicada cultura budista, que fala de um camarada que tenta viver mas não consegue porcausa do enorme peso na consciência, ele tinha matado o seu melhor amigo, eu não lembro se foi acidente ou se foi por desgosto.
Mas é no Blog da Selma é que temos um pouco mais de informação: ela tem um PC quebrado, um Netbook que tem uma bateria que só dura duas horas, um celular com o chip da Tim e um aviso prévio a cumprir, ou seja, a Srta. Nihil é praticamente uma desocupada.
Ao invés de escrever cartas de amor ao professor, agora ela precisa aprender a escrever currículos que convençam a burguesia empregá-la, para poder consertar o micro, carregar o crédito do celular ou simplesmente comprar o pão de cada dia para ter o que agradecer ao Pai, ao Filho e ao Espíto Santo.
Como o Brasil passa por uma fase de forte crescimento, serviço é que não falta. Ela pode ser taxista, ajudando os turistas a encontrar hotéis e estádios onde serão realizados a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ou seja, a primeira linha do currículo ficaria assim "eu sei dirigir".
Como a moda do Fast Food veio para ficar, onde só se come misto quente e espeto de churrasco, a segunda linha do currículo ficaria assim: "eu sei cozinhar"
Para quem comparou os textos da Srta. Nihil com os Boletins de Ocorrência publicados pela Dith ou os processos em trânsito nos tribunais (publicados pelo Dr. Ésio), a Srta. Nihil pode acrescentar a linha "eu sei ler e escrever". E baseado nos turbilhões que ela escreveu, ela pode enriquecer essa linha com a frase "e fazer contas".
Mas o mais importante é a advertência que a Dith deixou, quando viu o professor convidar a Srta. Nihil tomar tubaína bem no meio da esquina, e ela sempre lho agradecia. A Dith ficou revoltada com a Srta. Nihil, mas essa é uma virtude e que vai acrescentar muito valor ao currículo, escrevendo assim "eu sei esperar".
iFrank
domingo, 22 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Sobre a prosa com o Opegno,nesses dias.- mala nihil
Uma vez que o Blogger,na quinta feira passada,sumiu com uma réplica longa que ele fez a mim, a uma mensagem minha para ele do dia 04 de abril de 2.011- nessa mesma quinta feira,doze de maio,e com minha tréplica também longa a ele- vou relembrar o que ele escreveu a mim,e irei reescrever o que eu escrevi a ele,nesse dia.
Ele disse que leu aquela minha mensagem,entitulada "Ao André Pegnoratto" no dia em que a postei,mas que adiou a resposta.
Disse que se desanimou com a religião,porque seu interesse é eminentemente cristão- e que quando ele frequentou grupos evangélicos,ele percebeu principalmente interesse financeiro,por parte desses grupos.
Disse que não entra numa igreja,há quatro anos.
Afirmou que "ele não é o sr.Hosaka",disse que tem vinte e quatro anos(pelas minhas contas,ele tem mesmo, e seu aniversário é em dezembro)- e que vai casar com uma "princesa" de vinte e dois.
Pediu o e-mail e a senha do blog, para conseguir postar mensagens em destaque aqui,e quando o Blogger sumiu com nossas mensagens,ele se espantou.
"Não o vimos mais".
Eu respondi a ele, ou seja, a esse resumo que fiz do que eu lembro que ele disse,o seguinte:
-Minha vida também passou por umas poucas,mas marcantes mudanças.
Dificuldades de usar os computadores conhecidos e disponíveis- e uma previsão de mudança de horárioos na minha rotina-me levaram a comprar um notebook, e a por uma internet nele.
O notebook foi comprado, porque na época,me preocupei com meus problemas de vista,e vi que precisava de um pc de tela média.
Depois,vi que ele seria difícil de transportar,e que eu também precisava de um cuja bateria durasse mais,e que não me obrigasse,portanto,a carregar fios para todo lugar.
Então, há menos de um mês comprei um pequeno.
Estou mais tranquila em relação à continuação da minha inclusão digital,agora.
Mesmo que por motivos de desemprego,não der para continuar pagando uma banda larga ótima, conseguirei ter uma "alternativa".
E o melhor,é que esses bens adquiridos,com sua garantia de inclusão digital,são para sempre.
Em função disso,já deixei de viver sobrecarregando minhas estantes com tudo quanto é revista.
Livros eu continuarei comprando,mas com mais critério.
Aliás,eu ganhei uma estante nova,dentro da qual guardei todas as minhas revistas antigas de arte e de botânica,e essas -por serem bonitas,eu vou continuar comprando.
Então, já posso usar a internet com maior calma,e fazer dela uma arma mais útil para a minha vida.
Por causa disso- já ando menos capenga em questões virtuais.
Mudei de seita do budismo,porque eu não estava mais conseguindo ir no templo do budismo Terra Pura,que também é frequentado pelos budistas de outras "linhas"- e estou seguindo uma religião Vajrayana,atualmente,que é o "caminho do diamante" no budismo.
Não perdi nada por fazer isso,está sendo muito bom para eu, e está sendo uma verdadeira surpresa - na realidade.
Fui em Diadema no inicio do ano,para uma consulta médica(só deu para marcar ali,porque é difícil marcar neurologistas pelo convênio), fiquei conhecendo a cidade onde mora o sr.Hosaka.
Uma semana depois,voltei lá para assistir uma cerimônia budista no templo Tendai- e passei,nas duas vezes,na frente do Jardim Zoológico e do Jardim Botânico.
Foi então que escrevi uns versinho sobre Diadema aqui no blog,e foi então que eu tive aquela idéia de escrever o conto sobre Adão,Eva e a serpente,no paraíso.(Adão-sr.Hosaka,Eva Nihil,Serpenteacher),conto que garantiu uns dias de diversão para nós.(hahahahahahaha...)
Estou de "aviso prévio".
Eu, que uns anos atrás,fui quase avessa à tecnologia,agora me preparo para ter um telefone celular,até agosto,para ter uma câmera digital,em janeiro do ano que vêm,para eu fotografar as dálias e os miosótis daqui do bairro- planejo aprender a tocar um teclado sintetizador de sons,e até o final do ano que vêm,vou ter uma brainmachine.
Porque não tenho mais reservas contra o uso da tecnologia para alcançarmos um estado de melhoria pessoal.(vide turbilhão 705,mais abaixo. Postei até um site dessas máquinas)
Poderei muito bem juntar as rotinas da meditação mais naturalista,com a induzida por máquinas.
Deus nos deu a inteligência para produzirmos meios de vivermos melhor, e de fazer o que é do interesse - também melhor.
E não nos proibiu de usar essa inteligência.
Li uns meses atrás,um livro de poesias de uma poeta da antiguidade,e isso me levou a retomar a escrita das minhas poesias.
Eu costumo escrevê-las,desde pequena,lotei um monte de cadernos escolares com elas, destruí alguns desses cadernos.
Quando encontrei os gds do Uol e do Terra - "dei um tempo" -porque comecei a me ocupar com os textos correntes para esses sites,mas nos últimos meses,voltei a escrever e a reescrever versos antigos.
Que nem Safo de Lesbos, a poeta cujas poesias eu só conheci no ano passado,eu gosto de escrever versos naturalistas, ecológicos, poemas de amor,e preces em forma de versos.
Mas,vcs não conheciam essa minha inclinação- porque sempre fiquei constrangida em mostrar essas rimas,mas a loucona da Safo me ensinou a não ter mais essa vergonha.
Ou a diminuir esse constrangimento.
A leitura do livro de poesias dela me inspirou o inicio de uma série,chamada Encrenca,onde eu falo de literatura, filosofia,e onde às vezes, falo de redação,idioma, e de outros temas culturais.
Vez por outra, eu escrevo um ou outro número da série Encrenca aqui no blog também.
Será que fiquei mala + uquete de verdade?
Eu era mais conhecida pelos textos da série Turbilhão,Carpideira,pelos envios artísticos e botânicos.
As muitas imagens das quais eu sempre me vali- disfarçavam minha dificuldade,ou minha insatisfação com a chance das minhas palavras traduzirem a sublimidade invisível presente na natureza e na arte.
Também um dos motivos que me levaram a retomar a poesia, foi um problema que tive num dos pcs,que me impediram de usar essas imagens.
Pois a cada vez que mandava uma postagem delas,eu tinha problemas de conexão.
Já não estou usando mais esse pc,e ando pensando se vale a pena mandar consertá-lo.
Em meus textos Encrenca,ando refletindo mais sobre literatura,sobre as palavras,sobre a religião, e ando fazendo mais reflexões filosóficas.
Espero que todas as conclusões às quais eu ando chegando,sobre as coisas,e que estão me deixando mais segura,atualmente,não sejam só uma miragem.
Voltei a assistir o programa Provocações na TV Cultura de Sâo Paulo,toda terça feira,a partir das vinte e três horas e dez minutos.
É apresentado pelo sr.Abujamra,e é uma atração onde se fala principalmente,de cultura.
Dá para assistir pela web.
Sei que eu não falei isso tudo para o André.
Eu lembrei das réplicas (duas) que eu dei a ele,e acrescentei mais temas.
Espero que ele goste desse texto- se ver.
Lembrarei aqui que já mandei para ele ontem,por e-mail,o e-mail e a senha desse blog.
Obrigada pela paciência de vocês,leitores.
Espero que tenha sido tudo- que não haja mais nada.
Uma boa tarde a todos.
Ele disse que leu aquela minha mensagem,entitulada "Ao André Pegnoratto" no dia em que a postei,mas que adiou a resposta.
Disse que se desanimou com a religião,porque seu interesse é eminentemente cristão- e que quando ele frequentou grupos evangélicos,ele percebeu principalmente interesse financeiro,por parte desses grupos.
Disse que não entra numa igreja,há quatro anos.
Afirmou que "ele não é o sr.Hosaka",disse que tem vinte e quatro anos(pelas minhas contas,ele tem mesmo, e seu aniversário é em dezembro)- e que vai casar com uma "princesa" de vinte e dois.
Pediu o e-mail e a senha do blog, para conseguir postar mensagens em destaque aqui,e quando o Blogger sumiu com nossas mensagens,ele se espantou.
"Não o vimos mais".
Eu respondi a ele, ou seja, a esse resumo que fiz do que eu lembro que ele disse,o seguinte:
-Minha vida também passou por umas poucas,mas marcantes mudanças.
Dificuldades de usar os computadores conhecidos e disponíveis- e uma previsão de mudança de horárioos na minha rotina-me levaram a comprar um notebook, e a por uma internet nele.
O notebook foi comprado, porque na época,me preocupei com meus problemas de vista,e vi que precisava de um pc de tela média.
Depois,vi que ele seria difícil de transportar,e que eu também precisava de um cuja bateria durasse mais,e que não me obrigasse,portanto,a carregar fios para todo lugar.
Então, há menos de um mês comprei um pequeno.
Estou mais tranquila em relação à continuação da minha inclusão digital,agora.
Mesmo que por motivos de desemprego,não der para continuar pagando uma banda larga ótima, conseguirei ter uma "alternativa".
E o melhor,é que esses bens adquiridos,com sua garantia de inclusão digital,são para sempre.
Em função disso,já deixei de viver sobrecarregando minhas estantes com tudo quanto é revista.
Livros eu continuarei comprando,mas com mais critério.
Aliás,eu ganhei uma estante nova,dentro da qual guardei todas as minhas revistas antigas de arte e de botânica,e essas -por serem bonitas,eu vou continuar comprando.
Então, já posso usar a internet com maior calma,e fazer dela uma arma mais útil para a minha vida.
Por causa disso- já ando menos capenga em questões virtuais.
Mudei de seita do budismo,porque eu não estava mais conseguindo ir no templo do budismo Terra Pura,que também é frequentado pelos budistas de outras "linhas"- e estou seguindo uma religião Vajrayana,atualmente,que é o "caminho do diamante" no budismo.
Não perdi nada por fazer isso,está sendo muito bom para eu, e está sendo uma verdadeira surpresa - na realidade.
Fui em Diadema no inicio do ano,para uma consulta médica(só deu para marcar ali,porque é difícil marcar neurologistas pelo convênio), fiquei conhecendo a cidade onde mora o sr.Hosaka.
Uma semana depois,voltei lá para assistir uma cerimônia budista no templo Tendai- e passei,nas duas vezes,na frente do Jardim Zoológico e do Jardim Botânico.
Foi então que escrevi uns versinho sobre Diadema aqui no blog,e foi então que eu tive aquela idéia de escrever o conto sobre Adão,Eva e a serpente,no paraíso.(Adão-sr.Hosaka,Eva Nihil,Serpenteacher),conto que garantiu uns dias de diversão para nós.(hahahahahahaha...)
Estou de "aviso prévio".
Eu, que uns anos atrás,fui quase avessa à tecnologia,agora me preparo para ter um telefone celular,até agosto,para ter uma câmera digital,em janeiro do ano que vêm,para eu fotografar as dálias e os miosótis daqui do bairro- planejo aprender a tocar um teclado sintetizador de sons,e até o final do ano que vêm,vou ter uma brainmachine.
Porque não tenho mais reservas contra o uso da tecnologia para alcançarmos um estado de melhoria pessoal.(vide turbilhão 705,mais abaixo. Postei até um site dessas máquinas)
Poderei muito bem juntar as rotinas da meditação mais naturalista,com a induzida por máquinas.
Deus nos deu a inteligência para produzirmos meios de vivermos melhor, e de fazer o que é do interesse - também melhor.
E não nos proibiu de usar essa inteligência.
Li uns meses atrás,um livro de poesias de uma poeta da antiguidade,e isso me levou a retomar a escrita das minhas poesias.
Eu costumo escrevê-las,desde pequena,lotei um monte de cadernos escolares com elas, destruí alguns desses cadernos.
Quando encontrei os gds do Uol e do Terra - "dei um tempo" -porque comecei a me ocupar com os textos correntes para esses sites,mas nos últimos meses,voltei a escrever e a reescrever versos antigos.
Que nem Safo de Lesbos, a poeta cujas poesias eu só conheci no ano passado,eu gosto de escrever versos naturalistas, ecológicos, poemas de amor,e preces em forma de versos.
Mas,vcs não conheciam essa minha inclinação- porque sempre fiquei constrangida em mostrar essas rimas,mas a loucona da Safo me ensinou a não ter mais essa vergonha.
Ou a diminuir esse constrangimento.
A leitura do livro de poesias dela me inspirou o inicio de uma série,chamada Encrenca,onde eu falo de literatura, filosofia,e onde às vezes, falo de redação,idioma, e de outros temas culturais.
Vez por outra, eu escrevo um ou outro número da série Encrenca aqui no blog também.
Será que fiquei mala + uquete de verdade?
Eu era mais conhecida pelos textos da série Turbilhão,Carpideira,pelos envios artísticos e botânicos.
As muitas imagens das quais eu sempre me vali- disfarçavam minha dificuldade,ou minha insatisfação com a chance das minhas palavras traduzirem a sublimidade invisível presente na natureza e na arte.
Também um dos motivos que me levaram a retomar a poesia, foi um problema que tive num dos pcs,que me impediram de usar essas imagens.
Pois a cada vez que mandava uma postagem delas,eu tinha problemas de conexão.
Já não estou usando mais esse pc,e ando pensando se vale a pena mandar consertá-lo.
Em meus textos Encrenca,ando refletindo mais sobre literatura,sobre as palavras,sobre a religião, e ando fazendo mais reflexões filosóficas.
Espero que todas as conclusões às quais eu ando chegando,sobre as coisas,e que estão me deixando mais segura,atualmente,não sejam só uma miragem.
Voltei a assistir o programa Provocações na TV Cultura de Sâo Paulo,toda terça feira,a partir das vinte e três horas e dez minutos.
É apresentado pelo sr.Abujamra,e é uma atração onde se fala principalmente,de cultura.
Dá para assistir pela web.
Sei que eu não falei isso tudo para o André.
Eu lembrei das réplicas (duas) que eu dei a ele,e acrescentei mais temas.
Espero que ele goste desse texto- se ver.
Lembrarei aqui que já mandei para ele ontem,por e-mail,o e-mail e a senha desse blog.
Obrigada pela paciência de vocês,leitores.
Espero que tenha sido tudo- que não haja mais nada.
Uma boa tarde a todos.
Violência
Vi na TV ontem e hoje, um garoto de 15 anos que matou duas meninas de 13 anos. Uma das meninas era sua namorada e concordou em ir com ele para um lugar ermo para fazer um teste de gravidez.
O menino de 15 levou a menina de 13 para um matagal onde passava um rio. Para a menina fazer um teste de gravidez... Parece que o teste deu negativo, mas mesmo assim o menino não gostou da brincadeira, e resolveu que deveria matar a menina. E assim o fez. Não satisfeito, chamou a amiga da menina (que a acompanhara e aguardava em outro lugar). E matou também a amiga da menina. Foi embora com um amigo que assistiu a tudo calado.
Assistiu às aulas normalmente nesse e nos outros dias. Até fingiu ajudar a procurar as garotas desaparecidas. Uma testemunha e imagens da câmera de uma farmácia ajudaram a esclarecer o crime. O rapaz assassino foi “preso” sorrindo. Sorria muito.
Seria um psicopata? Com certeza... Quem tem coragem de matar duas pessoas e fingir que está tudo normal? Eu não consigo matar um frango!
Meu Deus! Quando que em meus 13 anos eu pensaria em fazer um teste de gravidez? Com essa idade eu tinha os “paquerinhas” da escola, curtia música, roupas, maquiagem, algumas festinhas e só. O máximo que podia acontecer eram beijinhos inocentes, bilhetinhos com erros de português (ainda tenho um guardado) e a gozação da meninada, escrevendo nossos nomes com giz em corações pelas paredes!
Confesso que tenho medo do futuro da humanidade, desse nosso conturbado planeta de provas e expiações.
(Selma)
Turbilhão 705- mala nihil
Gradualmente,vou me transformando numa nerd tecnológica também.
Depois dos pcs,do celular, meu "brinquedo" do ano que vêm,será o que será visto abaixo.
E ainda por cima,desejo ser revendora das brainmachines.
Já não tenho mais preconceito contra a meditação auxiliada pela tecnologia,quando penso que nossas religiões foram criadas quando ainda não existia o papel,e quando ainda não existia a mídia.
Depois veio tudo isso, e isso tudo só ajudou um número cada vez maior de pessoas a cultivar a fé da sua preferência.
Então, o uso da tecnologia para nossa automelhoria,não tem nada demais,se aprendemos nas escolas, ouvindo músicas,ouvindo rádio,vendo televisão e internet.
Vejam a seguir...as famosas,e já nem tão novas assim...máquinas de meditação.
(bom almoço a todos- com uma boa música de fundo)
http://www.topstar.med.br/relaxamento.htm
Depois dos pcs,do celular, meu "brinquedo" do ano que vêm,será o que será visto abaixo.
E ainda por cima,desejo ser revendora das brainmachines.
Já não tenho mais preconceito contra a meditação auxiliada pela tecnologia,quando penso que nossas religiões foram criadas quando ainda não existia o papel,e quando ainda não existia a mídia.
Depois veio tudo isso, e isso tudo só ajudou um número cada vez maior de pessoas a cultivar a fé da sua preferência.
Então, o uso da tecnologia para nossa automelhoria,não tem nada demais,se aprendemos nas escolas, ouvindo músicas,ouvindo rádio,vendo televisão e internet.
Vejam a seguir...as famosas,e já nem tão novas assim...máquinas de meditação.
(bom almoço a todos- com uma boa música de fundo)
http://www.topstar.med.br/relaxamento.htm
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Blu-Ray: Além da vida
Filme de Clint Eastwood com bela fotografia e traz nas primeiras cenas o cenário de um tsunami, mas o tema do filme é a tal da mediunidade, tema amplamente discutido no antigo GD Terra. Clint Eastwood mostra que há dois tipos de mediunidade, aquele que conforta com palpites que nada tem a ver com quem procura contato com o outro lado da vida, e aquele que consegue conversar com o outro lado, mas evita de usar esse dom pois arruina a sua vida: para ele, a vida foi feita para falar com os vivos, e não com quem atravessou a fronteira dela.
Ou seja, existem mediúnicos e mediúnicos, essa é a mensagem de Clint Eastwood, o verdadeiro é aquele que não está manchado de rosa...
IFrank
Sugestão para leitura: o impressionante portal do iPad Dicas
Ou seja, existem mediúnicos e mediúnicos, essa é a mensagem de Clint Eastwood, o verdadeiro é aquele que não está manchado de rosa...
IFrank
Sugestão para leitura: o impressionante portal do iPad Dicas
Oração de Emmanuel
Senhor, ensina-nos:
a orar sem esquecer o trabalho;
a dar sem olhar a quem;
a servir sem perguntar até quando;
a sofrer sem magoar seja a quem for;
a progredir sem perder a simplicidade;
a semear o bem
sem pensar nos resultados;
a desculpar sem condições;
a marchar para frente
sem contar os obstáculos;
a ver sem malícia;
a escutar sem corromper os assuntos;
a falar sem ferir;
a compreender o próximo
sem exigir entendimento;
a respeitar os semelhantes,
sem reclamar consideração;
a dar o melhor de nós,
além da execução do próprio dever,
sem cobrar taxa de reconhecimento.
Senhor,
fortalece em nós
a paciência para com
as dificuldades dos outros,
assim como precisamos da paciência
dos outros para com as nossas dificuldades.
Ajuda-nos, sobretudo,
a reconhecer que a nossa felicidade
mais alta será invariavelmente,
aquela de cumprir-te os desígnios
onde e como queiras,
hoje agora e sempre.
(Emmanuel)
AMÉM.
Emmanuel era o Espírito guia de Chico Xavier que, através de sua mediunidade, nos deixou essa oração.
Continuo mais Espírita do que nunca, apesar de ter passado altos e baixos na vida e muitas vezes ter chegado a acreditar na não-existência de Deus.
Se o falecido 233 lesse essa oração, falaria que é uma bobagem, que Emmanuel nunca existiu. Mas isso é outro assunto.
Fiquem em paz.
Selma
Dinheiro Pink
Todos os dias se ouvem notícias de que caixas eletrônicos foram explodidos. E que agora, quando os caixas são explodidos, as cédulas ficam manchadas de cor de rosa. Por que rosa? Ora, se não fosse de rosa seria outra cor qualquer... O objetivo foi (segundo fiquei sabendo) tingir de vermelho, porque vermelho é uma cor que chama bastante a atenção. E uma nota vermelha chamaria bastante à atenção. Mas o que aconteceu é que em vez de vermelho a tinta ficou rosa... Mas seja como for, sabe-se que uma nota manchada de rosa é produto de roubo.
Não é crime receber nem portar as notas, mas quem tiver uma pode ajudar nas investigações As notas roubadas de caixas eletrônicos e tingidas de cor-de-rosa por equipamentos de segurança instalados pelos bancos estão circulando pelo comércio. O fato de as notas estarem manchadas não tem evitado que os ladrões levem o dinheiro e o repassem.
O BC (Banco Central) informou que as cédulas manchadas são danificadas, mas continuam valendo, no entanto, os comerciantes podem se recusar a recebê-las. Segundo a polícia, receber ou portar uma nota como essa não é crime, mas quem estiver com ela pode ajudar nas investigações. "Ela pode identificar de onde veio isso. Se eventualmente ela receber uma nota de boa fé, não tem porquê ter medo", explicou o delegado Luis Paulo Silva ao site G1 .
O BC (Banco Central) informou que as cédulas manchadas são danificadas, mas continuam valendo, no entanto, os comerciantes podem se recusar a recebê-las. Segundo a polícia, receber ou portar uma nota como essa não é crime, mas quem estiver com ela pode ajudar nas investigações. "Ela pode identificar de onde veio isso. Se eventualmente ela receber uma nota de boa fé, não tem porquê ter medo", explicou o delegado Luis Paulo Silva ao site G1 .
A capital registrou 16 casos, e o restante foi nas outras cidades. Os criminosos escolhem preferencialmente os caixas eletrônicos instalados em lojas de conveniência de postos de combustível e agências bancárias. Ao menos metade dos crimes foi nesses locais. Terminais de supermercados e de farmácias também tem sido alvo na recente onda de ataque.
A pessoa que receber uma cédula dessas pode se dirigir até uma delegacia de polícia ou trocá-la em um banco. De acordo com o Banco Central, as agências são obrigadas a fazer a troca.
Apesar do uso da tinta em caixas eletrônicos ser recorrente, o Banco Central afirma que o sistema ainda precisa ser regulamentado. (Portal G1)
Recebi uma nota de cinquenta reais com a pontinha ligeiramente manchada de rosa. Fui ao banco e perguntei ao gerente se precisava tocar. Ele me disse que não, que aquilo parecia ser mancha de caneta. E agora? Se for só na pontinha não tem problema? Como saber se é tinta de caneta Bic ou tinta de caixa eletrônico explodido?
Bem... Deixa pra lá... Já passei pra frente!
Selma
Andros: Velhinho conservador e agressivo?
Sob o título de “Organização dos Velhinhos Conservadores Agressivos”, um participante do JD (fabio.ribeiro2) “desceu a lenha” no Andros....
Vejam uma parte do texto:
“O que se pode dizer de alguém que só usa a internet para fazer ataques pessoais? O que dizer de uma pessoa que parece ser absolutamente incapaz de articular idéias de maneira sofisticada? O que dizer de um debatedor que nunca rebate argumentos racionais de maneira racional?
Quem tem QI mediano ou elevado não deve usar tacapes e bordunas na internet. Ao fazer isto só conseguiria se equiparar aos indígenas sem nem mesmo partilhar a cultura deles. Portanto, não vou rebater a ofensa em termos ofensivos. Repito aqui a citação que fiz quando o tal me ofendeu no passado:
"O ataque pessoal é dirigido com bastante frequencia contra a ética do argumentador, sugerindo que ele é desonesto, não é digno de confiança ou não é uma pessoa íntegra. Em outros casos, o ataque pessoal põe em dúvida a credibilidade do argumentador ou sua capacidade de argumentar racionalmente. Pode-se até mesmo sugerir que o argumentador é louco ou mentalmente desequilibrado e que, portanto, seu argumento não merece atenção." ( LÓGICA INFORMAL, Douglas N. Walton, Martins Fontes, 2006, p.189).http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/caos-excesso-chuva-ou-falta-governo/artigo/ataque-ad-hominen-renovado/15267 “
Quem tem QI mediano ou elevado não deve usar tacapes e bordunas na internet. Ao fazer isto só conseguiria se equiparar aos indígenas sem nem mesmo partilhar a cultura deles. Portanto, não vou rebater a ofensa em termos ofensivos. Repito aqui a citação que fiz quando o tal me ofendeu no passado:
"O ataque pessoal é dirigido com bastante frequencia contra a ética do argumentador, sugerindo que ele é desonesto, não é digno de confiança ou não é uma pessoa íntegra. Em outros casos, o ataque pessoal põe em dúvida a credibilidade do argumentador ou sua capacidade de argumentar racionalmente. Pode-se até mesmo sugerir que o argumentador é louco ou mentalmente desequilibrado e que, portanto, seu argumento não merece atenção." ( LÓGICA INFORMAL, Douglas N. Walton, Martins Fontes, 2006, p.189).http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/caos-excesso-chuva-ou-falta-governo/artigo/ataque-ad-hominen-renovado/15267 “
E ainda ameaçou processá-lo.
Pois é... Nosso amigo Andros anda falando demais por lá... E se esquecendo que as pessoas que lá se encontram são bem diferentes do ex grupo de discussão do Terra.
Tome cuidado Andros!
Artigo na íntegra:
(Selma)
terça-feira, 17 de maio de 2011
O WiFi não gasta tanta bateria
Todas os dias eu amanhecia com a bateria a 80% da carga. Desde esse último domingo, decidi deixar o WiFi ligado, e agora estou amanhecendo com a bateria a 94%. Ou seja, é mais negócio deixar o WiFi sempre ligado. Desligar o WiFi é um péssimo negócio no mundo do Galaxy S, e quem sabe em qualquer aparelho que acessa a rede wireless.
iFrank
iFrank
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Um dilema no fundo do mar - voo 447
A descoberta de corpos das vítimas do voo Air France 447, a 3,9 quilômetros de profundidade, divide as famílias: vale a pena resgatar os mortos?
O procurador federal Carlos Eduardo Lopes de Mello casou-se com a médica Bianca Machado Cotta em 30 de maio de 2009. Na noite seguinte, embarcaram em lua de mel para Paris. Eram dois dos 228 passageiros do voo 447 da Air France, que saiu do Rio de Janeiro e caiu no Oceano Atlântico. Maria Esther Lopes, mãe de Carlos, espalhou pela casa fotos e pôsteres do casal e se convenceu de que, nos últimos dois anos, eles simplesmente continuaram em lua de mel. Até que há duas semanas a história que ela havia construído para si foi abalada. Depois de quase dois anos de investigações, o Escritório de Investigações e Análises (BEA) da Aviação Civil da França encontrou as caixas-pretas do avião. Na tentativa de esclarecer o acidente até hoje inexplicado, acabou por encontrar algumas das vítimas. Corpos conservados pela água a -2 graus célsius, a 3.900 metros de profundidade. No dia 5, um passageiro afivelado à poltrona foi içado sem muitos danos. No dia seguinte, restos mortais de um segundo corpo não resistiram à operação de subida. O que é melhor, trazê-los de volta à terra ou deixar onde estão? A pergunta divide as famílias das vítimas.
O procurador federal Carlos Eduardo Lopes de Mello casou-se com a médica Bianca Machado Cotta em 30 de maio de 2009. Na noite seguinte, embarcaram em lua de mel para Paris. Eram dois dos 228 passageiros do voo 447 da Air France, que saiu do Rio de Janeiro e caiu no Oceano Atlântico. Maria Esther Lopes, mãe de Carlos, espalhou pela casa fotos e pôsteres do casal e se convenceu de que, nos últimos dois anos, eles simplesmente continuaram em lua de mel. Até que há duas semanas a história que ela havia construído para si foi abalada. Depois de quase dois anos de investigações, o Escritório de Investigações e Análises (BEA) da Aviação Civil da França encontrou as caixas-pretas do avião. Na tentativa de esclarecer o acidente até hoje inexplicado, acabou por encontrar algumas das vítimas. Corpos conservados pela água a -2 graus célsius, a 3.900 metros de profundidade. No dia 5, um passageiro afivelado à poltrona foi içado sem muitos danos. No dia seguinte, restos mortais de um segundo corpo não resistiram à operação de subida. O que é melhor, trazê-los de volta à terra ou deixar onde estão? A pergunta divide as famílias das vítimas.
![]() |
| Uma imagem de Carlos Eduardo Lopes de Mello e Bianca Machado Cotta no apartamento da mãe de Carlos, Maria Esther (sentada). A família não quer o resgate |
“Foi um choque saber que o governo francês retiraria os corpos”, diz a nutricionista Sylvie Lopes de Mello, irmã de Carlos. “Reabriu e expôs uma ferida que não estava cicatrizada.” As famílias de Bianca e Carlos são contra o resgate. “Não sabemos o que vão nos entregar, o que vai sair do fundo do oceano. Preferimos conservar a lembrança que temos deles”, diz Sylvie.
A posição não é unânime. Familiares de pelo menos 30 vítimas brasileiras exigem os corpos de seus entes, a despeito de quanto isso possa custar em tempo e dinheiro. “Quero enterrar meu filho com dignidade”, diz Nelson Faria Marinho, presidente da Associação dos Familiares das Vítimas do Voo Air France 447. “Discutir o estado dos corpos é irrelevante. É preciso resgatá-los.” O empresário Dirk Peter quer de volta o corpo de seu irmão mais novo, Matthias. “Quero tirá-lo do lugar onde ele passou o pior momento de sua vida.”
Encontrar corpos em bom estado de conservação foi um desdobramento inesperado da ambiciosa operação para esclarecer as causas do acidente com o voo 447. O governo francês estima ter gasto € 28 milhões na busca aos destroços do avião. Só a recuperação das caixas-pretas, içadas no início do mês, consumiu € 6 milhões. O valor aumentará conforme o total de corpos resgatados.
A operação é um esforço da indústria aérea para não cometer duas vezes o mesmo erro. Há inúmeros casos de fabricantes forçados a mudar componentes ou projetos de suas aeronaves devido a conclusões apresentadas nessas investigações. Em 1985, em Dallas, um avião com 163 pessoas caiu durante o pouso no Aeroporto Forth Worth – 134 morreram. A investigação revelou que uma repentina formação de ventos cruzados, em várias direções, fez o avião ziguezaguear e despencar em poucos segundos. O trabalho durou sete anos e envolveu a Nasa e a Administração de Aviação Federal (FAA) americana. O resultado foi a criação de um radar de bordo que se tornou padrão em 1994 e, desde então, apenas um acidente semelhante ocorreu. É caríssimo descobrir a causa de um acidente aéreo, mas compensa. A divisão de responsabilidades e indenizações fica esclarecida, e a solução do defeito evita acidentes e prejuízos futuros.
Resgatar os corpos das vítimas é de pouca utilidade na investigação, mas, uma vez encontrados, é moralmente discutível abandoná-los. Quando anunciaram a descoberta dos restos mortais, as autoridades anunciaram que buscariam o maior número possível de vítimas. Diante da dificuldade para içar os corpos mantendo seu estado de conservação, os magistrados do Tribunal de Grande Instância de Paris, responsáveis pelo processo do acidente, decidiram que o resgate seria seletivo. “Tiraremos somente aqueles que pudermos, decentemente, entregar às famílias, com a condição de que possam ser identificados”, escreveram os juízes Silvie Zimmerman e Yann Daurelle em carta aos parentes. Na última quinta-feira, houve uma nova mudança de diretriz. “Se não for possível extrair o DNA e identificar os corpos, as buscas serão encerradas”, afirmou Jean Quintard, procurador adjunto do caso.
No caso de desaparecidos políticos ou soldados dados como mortos em guerras, encontrar o corpo do ente querido é encerrar um ciclo. Significa desistir, de uma vez por todas, da esperança de ver a pessoa entrar pela porta da sala. No caso do voo 447, o valor simbólico dos restos mortais é um pouco diferente. Com a confirmação do embarque dos passageiros no Rio de Janeiro e a queda no mar, a 1.100 quilômetros da costa brasileira, não há dúvida sobre a morte de todos a bordo. Ainda assim, a ausência do corpo dificulta o luto de muitos parentes. “A família precisa da prova concreta da morte”, afirma o psiquiatra e psicólogo Sergio Perazzo, professor da Sociedade de Psicodrama de São Paulo. “As situações em que o corpo se desintegra são difíceis de trabalhar.”
Quem melhor estudou o comportamento do homem diante da morte e do cadáver foi o historiador francês Philippe Áries (1914-1984). Em um de seus livros, História da morte no Ocidente, ele mostra as transformações intensas na forma de lidar com a morte ao longo dos séculos. Em culturas como a egípcia, os corpos eram embalsamados para sua passagem. Na Grécia Antiga, surgiram túmulos de pedra, prática comum no império romano.
Áries afirma que a morte, como uma espécie de animal selvagem, foi domada ao longo do tempo. Na Idade Média, a partir do século XII, a relação com o fim da vida se dava de maneira natural, familiar e sem questionamentos. As pessoas se preparavam para a morte e morriam em casa. O moribundo no leito, rodeado por seus parentes e amigos, cumpria as formalidades funerárias. Entre os séculos XII e XVII, a Igreja Católica começou a separar pagãos e fiéis. Cemitério e templo passam a significar a mesma coisa, pois os fiéis eram enterrados junto a templos de santos. O culto a sepulturas e cemitérios se torna mais intenso entre o século XVIII e a primeira metade do século XX. Uma revolução dos costumes e das relações familiares substituiu a indiferença com a morte pela demonstração final de afeto.
Os restos mortais têm papel central em todas as religiões – e há casos dramáticos de busca e recuperação por corpos. Em 2008, durante um dos conflitos na Faixa de Gaza, palestinos e libaneses negociaram a troca de 199 corpos de mortos em combate e cinco soldados vivos pelos corpos de dois israelenses. No Exército americano, trazer de volta para casa os corpos de soldados mortos é um lema das Forças Armadas: “No man left behind” (Nenhum homem deixado para trás). Em 2009, antropólogos das forças dos Estados Unidos escavaram um terreno em Bauler, na Alemanha, atrás dos restos mortais dos pilotos de um bombardeiro americano que caiu no local durante a Segunda Guerra Mundial.
Poucos episódios recentes de resgate de mortos foram mais marcantes que o do submarino nuclear russo Kursk. A embarcação de 154 metros de comprimento, 18 metros de largura e 18.000 toneladas de peso naufragou em agosto de 2000, com 118 militares a bordo, no Mar do Norte. O governo russo rejeitou ajuda internacional para resgatar possíveis sobreviventes. Depois de um ano, os corpos foram retirados e entregues aos familiares.
A presença dos restos mortais faz parte de um período de passagem necessário para que parentes possam aceitar a perda. “Os rituais do velório são importantes para que as pessoas façam as últimas despedidas”, afirma a psicóloga Maria Júlia Kovács, coordenadora do laboratório de estudos sobre a morte do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Renata Mondelo sentiu isso quando encontraram o corpo de seu marido, Marco Antonio Mendonça, em junho de 2009, no litoral brasileiro. Ele era um dos passageiros do voo 447. “Eu dizia para mim mesma que ele sabia nadar, poderia ter sobrevivido, achava que ele iria aparecer na porta de casa a qualquer momento”, afirma Renata. “Depois do velório e do enterro, senti que acabava uma etapa da minha vida, e eu precisava começar uma nova.” Etapa essa que muitas famílias de vítimas querem superar – mas não sabem se vão conseguir.
Repórter: Rodrigo Turrer
Revista Época – 16/05/2011
(Selma)
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