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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dona Rose- mala nihil

Como vão os brothers batistas?

Eu conheci "vocês" por um tempo, lá pelos idos dos anos setenta, época de muita liberdade física, em que eu ia com um grupo a pé de uma cidade para outra, para visitar uma igreja.

Mandei um e-mail para a senhora, quando o gd do terra acabou-  com os novos endereços onde estamos, e ainda - se não me engano- mandei um dos meus textos da série Turbilhão.

Atualmente, nesse blog onde estou escrevendo nesse momento, tem uma meia dúzia de postantes(um pouco mais do que esse número) mas só três costumam postar mensagens em destaque.
O sr.Católico está desejando reaparecer entre nós.
Conto isso,porque sei que vcs tinham uma preferência pela prosa um com o outro, e eu nunca entendi a prosa de vcs.

Os cristãos presentes, (isso para motivar outros a aparecerem) são a própria dra Selma, o sr.Vaivolta, o sr.Hosaka.
Equivalente em crenças religiosas aos protestantes, temos o Poli.
Eu ando me aventurando nesse site a ser "relações públicas".(kkkkkkkkkk...)

Minhas crônicas mais encucadas, tenho escrito no blog do sr.William, mas também aqui algumas delas serão encontradas, especialmente nos títulos "A Santa Ceia", e no engraçado Clowesia 7/Turbilhão 570.

No blog do William, eu reescrevi a tripitaka 71, o que me lembrou o sr.Brioso, que não apareceu nunca mais.
Eu gostava de ler aos textos dele, devido à erudição que esses textos mostravam.

Nesses últimos meses,a vida de todos nós mudou um pouco, - uns melhoraram, outros retrocederam,as coisas nunca ficam paradas, mas o que é importante, é podermos saber uns dos outros.
Nosso contato já era antigo, eu e a sra conversamos umas vezes lá no Uol,  e eu jamais serei lembrada, porque nessa época- minhas dissertações eram diferentes.
Posso dizer que nesses anos, "mudei da água pro vinho" em algumas questões.
Mesmo,consegui ficar mais tolerante,mais compreensiva, e mais esperta.
A sra viu que eu tive uns problemas no gd do Terra, e por causa disso, vc me mandou ligar para vc, mas eu fui contornando, e depois,em seguida, tudo já tinha passado.
Inclusive, eu e o professor Andros, continuamos afins como sempre.

Apareça.
Fale como está, fale da bíblia, segundo a interpretação dos batistas- que segundo eu sei, a estudam como os advogados estão sempre estudando o código civil.

Muita paz para vc e sua familia, nesse ano de 2.011.

ººººººººººººº

aviso aos navegantes- mala nihil

Vou tentar "chamar mais um ausente" para o blog.

(Já fiz isso com o Denytus, e com o sr.Historiador)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Natureza Viva 20, samudra nihil

Vcs terão a tarde de hoje e a manhã de amanhã para conferirem o maravilhoso catálogo de orquideas que se seguirá.(algumas que eu tinha publicado no ex-gd do terra, ficaram na minha agenda, e por isso pude reenviá-las agora)
Vou começar a ter a prática de - a cada vez que eu for postar natureza, eu fazer várias linkagens numa só, para economizar número de envios.
E ao mesmo tempo, darei também "mais tempo" para que os visitantes vejam essas postagens.

Se eu não voltar daqui a pouco, então um bom aniversário de São Paulo, a todos.

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+phalaenopsis&gbv=2

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+cymbidium&gbv=2

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+dendrobium&gbv=2

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+lycaste&gbv=2

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+bifrenaria&gbv=2

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+dendrochilum&gbv=2

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=orquideas+dendrochilum+glumaceum&gbv=2

Clowesia 9- mala nihil- palavras de mais, pessoas de...

Bom dia a vcs.

Eu vou linkar um endereço que o sr.Hosaka deixou no espaço de réplica da minha Clowesia 8, ontem de manhã.
Hum...e vou ler o artigo depois, daqui a pouco ou mais tarde.
Parece bom.

http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=487

Onde estava Deus?

Tenho acompanhado as tragédias provocadas pela chuva no Brasil. Aqui em Minas, algumas cidades ficaram com  bairros alagados. As ruas das cidades do sul de Minas são ladeiras e quando há problemas  provocados pelas chuvas, tais como alagamentos, as pessoas das “partes baixas” da cidade é que sofrem. Isso aconteceu em Machado, Varginha , Pouso Alegre e outras mais.

As tragédias da região serrana do Rio de Janeiro foram terríveis. O Brasil é um país que não tem terremotos, tsunamis e furacões. Mas por outro lado há inundações, guerras entre traficantes e polícia e casas despencando de morros. Isso já aconteceu várias vezes... Aquela tragédia do Morro do Bumba onde as casas foram construídas em cima de um lixão foi demais...
Nessa tragédia recente do Rio de Janeiro, vi  que muitas pessoas que  foram salvas  afirmaram que “graças a Deus, estavam fora da casa na hora da tragédia” ou “me salvei graças a Deus”.
E nessas horas fio pensando... E os que morreram? Foi graças à quem? Onde estava Deus na hora que a casa despencou e matou todos os membros da família restando apenas uma criança de 9 anos? E todos comemoraram?

Confesso que se minha casa desabasse, eu iria querer morrer também... Seria horrível se só eu me salvasse. Como viver feliz sem os pais, sem os irmãos?
Disse Jesus que a felicidade não é desse mundo, e isso muito me assunta. Eu quero acreditar que existe uma vida mais alegre e feliz após a morte, portanto ao  ler essa frase de Jesus, quero acreditar que Ele está se referindo à vida pós morte.

Já o Adilson acredita que após a morte somos apenas um amontoado de pó. Portanto, para  quem acredita que a vida vira pó, a frase de Jesus significa que a felicidade não é desse mundo e pronto!
Outro dia o Hosaka escreveu algo interessante em uma de suas crônicas: A grande dúvida que temos é saber se podemos ser felizes aqui na Terra, e folheando algumas páginas aqui e ali, vemos Jesus sendo processado por um crime que não cometeu, açoitado, crucificado e abandonado: ou seja, se Jesus não conseguiu ser feliz aqui na Terra, certamente as nossas chances de sermos felizes por aqui também são remotas.”

Diante de tanta tragédia e miséria humanas, é impossível apenas desligar a TV e tentar esquecer. Tento fazer doações para aqueles que “Deus salvou”, mesmo tendo notícias de que andam desviando dinheiro e mantimentos.  Antes de dormir procuro fazer uma prece para os sofredores. Tento me convencer que a “felicidade não é desse mundo” e tento esquecer a frase do Hosaka  onde ele diz “que nem Jesus conseguiu ser feliz na Terra”.
Mas uma pergunta me atormenta... Onde estava Deus quando tudo despencou morro abaixo? Onde?




Petúnias da sacada de minha casa

(Selma)



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ao morto, todas as honras... e nenhuma atenção!

Velório é uma cerimônia fúnebre em que o caixão do falecido é posto em exposição pública para permitir que parentes, amigos e outros interessados possam honrar a memória do defunto antes do sepultamento.

Foi isto o que encontrei quando procurei a definição da palavra Velório.
Honrar a memória inclui contar piadas e fazer fofocas?

Não sou adepta de certas formalidades, de certas obrigações sociais. Pelo contrário, fujo delas sempre que posso e quanto a ir a um velório, sempre pude, até três dias atrás.

Não tenho nada contra, nem medo, nem nada, só acho besteira esse encontro que poderia ter acontecido quando ainda todos estavam vivos e bem.
Como dizem, fiquei passada.

Era noite, me preparei para a cerimônia, já pronta pra chegar no local e rezar pelo morto, afinal, nunca participei ativamente de um velório, mas em minha cabeça, quando se vai lá, dever-se-ia fazer preces e silêncio.

Qual não foi minha surpresa quando ao chegar, fui recebida com certa alegria. Ninguém chorava, ninguém rezava, ninguém velava o morto.
O conversê era geral.

Ocupei um lugar próximo à viúva, pois me pareceu mais oportuno e menos barulhento. Ledo engano. A conversa também corria solta e o que é pior, com cheiro de cana.

Num dado momento, a conversa se voltou pro meu lado e pro lado do meu marido. Uma senhora, que não posso dizer distinta, puxou uma conversa com meu marido e, eu que me encontrava desafortunadamente entre eles, recebi todo o bafo de cachaça possível numa madrugada fúnebre.

Um outro interessado, que se sentava do outro lado da sala, passava pelo mesmo infortúnio. Pois ele tentava prestar atenção na conversa do marido desta senhora não tão distinta assim, mas que parecia ter entornado mais que a própria.

Meu estômago revirava, afinal, quatro da manhã e eu não tinha me preparado pra esta tragédia. Arrumei uma desculpa e deixei meu marido a sós com a tal senhora. Fui respirar um pouco e me sentei perto de outros membros da família.

E parentes continuam chegando.
Resolvi tentar entender aquele circo.

Chega uma moça, que não reconhece seu primo e passa sem ao menos dizer boa noite. Apenas balançou a cabeça com um sorriso amarelo. Seu irmão, que parecia mais antenado, cumprimentou a todos os que conhecia e aos que não tinha muita certeza de conhecer. Mas, cumpriu o protocolo da boa educação.

E entra outro primo que também cumprimenta um, pula outro e assim vai, cumprimentando que lhe desse na telha.

Eu ali era um peixe fora d’água. As vezes que tentei fazer uma oração, fui interrompida com alguma gracinha ou piada. E o pior... tinha de rir, pois eram procedentes de membros da família do morto.

E as horas passavam, numa velocidade de tartaruga.

As piadas não acabavamm e quando percebi, já eram contadas por alguém que se colocou ao lado do caixão, numa distância aproximada do ouvido do morto, de 30 cm.

No local havia uma capela, com as portas fechadas. Afinal, já tinha dado pra perceber que se estivesse aberta, provavelmente, ninguém entraria ali, afinal, uma capela pede silêncio.

Ouvi da viúva que agora poderia passear e aproveitar mais a vida.
Nisso o dia já dava sinais de vida e o casal da cana, que eu nem vi sair, já voltava e ele conseguiu um bar aberto e voltava totalmente alegre e retumbante. Outros reclamavam do café, que estava muito doce.

A prima que não reconheceu o primo, volta e se desculpa. Aproveita depois pra ficar por perto e rindo muito. A mãe dela diz que a filha quando fica nevosa ri sem parar. Nervosa com que? Porque perdeu o tio? Nem ao menos reconheceu o primo, meu Deus!

Fui respirar em casa, tomar um café e voltar pro tal velório, que, no retorno, já estava bem mais divertido e interessante. Aí já se via crianças (acho um extremo mal gosto levar crianças e estes eventos) correndo e colocando moedas na máquina de refrigerantes e de salgadinhos.

Nenhuma prece, nenhum choro... NADA. Nada que indicasse que alguém estava ali pra homenagear o morto ou honrar sua memória.

Chegam outros primos, que preferiram dormir um pouco mais, afinal, num domingo, levantar cedo ou passar a noite ali, ninguém merece...

E mais uma prima que não cumprimenta ninguém. E um primo estranho, com cara de sono, que mais parecia ter saído de um filme de terror.
O riso já não era contido.

E eu, que tinha um conceito formado sobre um velório, vi que preciso me inteirar mais dessas reuniões, afinal, poderia esta pagando um mico por achar que ali fosse um lugar sério e que o silêncio, o respeito e a prece fossem necessários.
Que triste!

Quanta pobreza de espírito!
Enfim, pouco antes do sepultamento, um Senhor tomou a frente e resolveu fazer uma oração.

Aí, corre daqui, corre de lá, juntam-se filhos, netos e afins para participarem do ato solene. Juntam-se todos em volta do caixão e, finalmente, a viúva deixa cair alguma lágrimas.

Tudo acabado.
Segue-se até o cemitério, também chamado de “a última morada” por alguns. Enterra-se o corpo com certa pressa, afinal, um sol dos infernos queimava os miolos já amolecidos dos que ali se encontravam, loucos pra que tudo terminasse e, finalmente, irem pra casa aproveitar o almoço e a tarde de um típico domingo de primavera com cara de verão.

Conclusão?
Acho que peguei o bonde errado.
Acho que entendi a frase de uma música do Silvio Brito... “PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER”!!!

E foi assim.

Ah! Uma das pessoas que nem ao menos percebeu a minha presença, que passou por mim como se eu não existisse, no outro dia me pediu pra adicioná-la no Orkut...

Pelo tanto que escrevi, talvez poucas pessoas tenham paciência para chegar até o fim.

As poucas que conseguirem, vão se perguntar o porquê desta postagem.
Só posso dizer que foi mais uma experiência que mostrou que o ser humano está muito longe do aceitável e que, como dizia o personagem Gilmar da novela "Escrito nas Estrelas": Humanidade Podre!

(Solange Grignolli - do  Fórum Espírita - link no canto inferior do blog que fica  à sua direita)


Copiei e colei aqui essa mensagem que está no Fórum Espírita. Achei interessante e verdadeira. Poderia ter sido escrita por mim, pois muitas vezes compareci a velórios e a situação foi exatamente a mesma. Isso acontece muito aqui em Minas, as pessoas comparecem em peso para um velório. Se houver necessidade ve "virar a noite" a situação fica mais complicada. Chegam pessoas com café, salgadinhos, refrigerantes... A ocasião é aproveitada para se colocar em dia os assuntos e as fofocas. As piadas rolam...
Minhas cunhadas contam que um dia foram  ao velório de uma tia em uma cidade distante. Não viam a hora do corpo ser sepultado para irem embora e parar para jantar em uma churrascaria que haviam visto no caminho de ida. Isso foi contado entre gargalhadas.
Bem, eu acredito em vida após a morte. Acho uma pobreza de espírito imensa esse desprezo pelo ser que morreu. Mesmo que ele vire apenas pó.

(Selma)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Clowesia- 8, mala nihil

Olá  a vcs.

vou fazer uma tentativa de ficar bastante tempo sem escrever nada que seja "para ou sobre" o sr.Hosaka, que não for em réplicas a ele, isso para dar ao mesmo o tempo para ele ler as seis Clowesias escritas antes do meu Turbilhão 570.(comecei a escrever em dezembro)

Ele "tem que" fazer isso.

Faz parte das futuras pazes.

Uma boa semana a todos.

Se eu aparecer aqui amanhã ,postarei flores.

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As lições do GD Religião

Apesar de eu ter escrito poucas mensagens no GD UOL e no GD Terra, a verdade é que eu aprendi muito, lendo as mensagens de lá. Com o professor, eu entrei no mundo do Orkut. Com a Sonia, eu entrei no mundo do twitter. Com a Dith, eu entrei no mundo do Facebook. Hoje, entrei no mundo do bate papo através do celular, com a ajuda do pastor Luiz Alberto, que rendeu o seguinte comentário no fórum do Androidz: GTalk para principiantes.

Eye of the Tiger

Clique e ouça a música do Survivor

Onde esta o meu celular?

Comentário sobre Where's my Droid no fórum AndroidZ

Ontem, tentei telefonar várias vezes para o meu irmão, mas ele não atendeu. Bem mais a tarde, ele telefonou para mim, reclamando que o celular dele estava no modo silencioso e me perguntou como fazer para colocar no modo normal. Eu orientei para ele entrar no menu, procurar Perfil e selecionar o modo Normal. Trata-se de um celular da Nokia. O Nokia tem uma combinação de teclas que deixa o celular no modo silencioso, e o meu irmão ativou por engano. Não sei que teclas são essas.

Também não sei como colocar o Galaxy S no modo silencioso, a não ser arrastando a barra de notificação e ativar o modo silencioso através de um ícone. Esse ícone existe no Android 2.2, não sei se existe no Android 2.1. No modo silencioso, você não ouve nada.

O programa Wheres my Droid promete ativar o modo normal, caso você tenha ativado o modo silencioso num celular Google e não sabe aonde colocou o bendito celular, através de um torpedo. Claro que você vai precisar de um outro celular para procurar o seu. Mas e se ninguém quiser emprestar o celular ou o celular emprestado não tiver créditos suficientes para mandar um torpedo? Nesse caso, a Vivo oferece cinco torpedos gratuitos por dia através do seu portal na Web, claro que você precisa entrar com o seu número de telefone e lembrar da senha.

Pelo portal da Vivo, você manda a mensagem que você configurou no programa Wheres my Droid, no meu exemplo é: 'Onde esta o meu celular?' Note que a nova ortografia não derrubou o acento agudo do verbo ser na terceira pessoal do singular no modo presente do Indicativo, mas não sei o que acontece com o torpedo gratuito da Vivo que acaba mandando a mensagem sem o acento. O pior não é isso. O torpedo Vivo acrescenta o seguinte prefixo "Web:", ou seja, você escreve "Onde está o meu celular?", e ele chega no seu celular assim: "Web: Onde esta o meu celular?". Ou seja, se você for sempre utilizar a Web para procurar o seu celular, você terá que configurar Attention Word assim: 'Web: Onde esta o meu celular?', sem as aspas.

O Web Torpedo da Vivo tem essa limitação, o de não transmitir palavras com acentos e acrescentar prefixo Web: em todos as mensagens. O aplicativo Wheres my Droid também tem essa limitação, o de comparar o texto exato para tirar o celular do modo silencioso, mas como tudo aqui é gratuito, vale lembrar o velho provérbio chinês "Em cavalo dado, não se olha os dentes".

@frankhosaka