Essa noite tive um sonho estranhíssimo.
Sonhei que não existia. Por mais que andasse pelas ruas e pela cidade, um sentimento horrível me acompanhava: o da não existência.
Logo depois sonhei que estava no programa do Faustão (imaginem!) recebendo uma homenagem... Um prêmio, ou sei là o quê...
Acho que preciso de férias...
(Selma)
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O Sexo dos Espíritos
Livro dos espíritos
(capítulo IV da segunda parte)
Segunda parte do capítulo
DA PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS
SEXOS DOS ESPÍRITOS
“Os Espíritos têm sexos mas não como entendemos, pois os sexos dependem da organização, existindo amor e simpatia entre os Espíritos, mas fundamentados na concordância dos sentimentos. Veja que o sexo entre os Espíritos não pode ser como e entendemos, pois o Espírito que em uma encarnação anima um corpo feminino, em outra encarnação pode animar um corpo masculino. Vale ainda salientar que, para o Espírito não importa o corpo que irá animar, seja masculino ou feminino, o que importa são as provas que terá que submeter-se.
Diz-nos Kardec que os Espíritos não tendo sexo, podem encarnar no corpo, masculino ou feminino. O que melhor permita progredir mais e mais rápido em todos os aspectos, seja sexual ou moral ou social. Cada sexo ou posição social lhes oferece oportunidades de progredirem através de provações ou deveres especiais e assim vão ganhando experiência. Os que encarnassem apenas como homens só saberiam o que sabem os homens, e com isso o conhecimento completo estaria prejudicado.”
Quando se diz que o espírito não tem sexo, entende-se que ele não necessita do uso dos aparelhos genitais para o fim de procriação. Não há o sexo da forma como o entendemos.
Entre nós encarnados é diferente, porque foi desta maneira que Deus permitiu que houvesse a sequência da vida e a possibilidade de reencarnação.
Aprendemos que ao desencarnar o espírito conserva normalmente a característica de sua última vida encarnado, ou seja se foi homem, manter-se-á como um homem em espírito, mas essa condição de masculino ou feminino para que possa evoluir enquanto nestes mundos materiais, se findará quando ele chegar ao ponto de uma evolução onde o masculino e o feminino se fundirão numa só coisa, num só estado espiritual.
Sabemos entretanto que as sensações do sexo e os sentimentos que ele proporciona, fica ainda muito impregnado nos espíritos errantes. Apesar do sexo, isso de se manter relações, só existirem nos encarnados, sabemos entretanto que há espíritos desencarnados que de uma forma diferente, buscam se saciar pelo sexo.
Alan Kardec no Livro dos Espíritos deixou a resposta do Espírito da Verdade quanto ao sexo dos Espíritos.
Disse: Os espíritos encarnam-se homem ou mulher porque eles não têm sexo. Como devem progredir em tudo, em cada sexo, como cada posição social, lhes oferece provas e deveres especiais, além da oportunidade de adquirir experiências. Aquele que fosse sempre homem não saberia senão o que sabem os homens. Está escrito logo acima.
Existem locais na espiritualidade onde se encontram espíritos que estão tão envolvidos com os problemas do sexo que possuem por isto o perispírito totalmente deformado. São espíritos que na Terra, abusaram tanto do sexo e dos vícios aberrantes que continuam depois da morte com os mesmos hábitos e isso atrapalha muito a sua caminhada.
Esses espíritos acabam vivendo nos bordéis aqui da terra, usufruindo das práticas sexuais juntamente com os terrenos. Eles sugam a energia negativa que acontece nestes locais onde o sexo é feito pelo lado mais desumano e não o sexo do amor, então eles ao estarem juntos do casal que faz o sexo, sugam o prazer através da energia e se saciam.
Esta é uma maneira de entender que o sexo continua mas não da maneira como acontece na Terra e sim pelas sensações, mas isso só acontece em determinados locais talvez do Umbral porque nas cidades espirituais acima do Umbral, o sexo e esses sentimentos são tratados de outra forma.
André Luiz, através de obra escrita por Chico Xavier fala até da existência de uma instituição destinada a socorrer espíritos desencarnados de todas as idades e sexo, que necessitam de uma reeducação sexual. Lá os que são recolhidos estudam o sexo em todos os sentidos, o sexo e o amor, o sexo e o matrimonio, sexo e maternidade, sexo e estímulo, sexo e equilíbrio, sexo e medicina, sexo e evolução, enfim o sexo em relação a diversos setores.
Claro que por essa informação, entendemos que a problemática do sexo continua em espírito. Continua a atração sexual, os ciúmes e outros sentimentos bem intensos, mas não há o contato como existe aqui, a relação sexual propriamente dita. Obviamente isso acontece com espíritos não evoluídos.
O que na verdade acontece, é união de espíritos visando um planejamento para o reencarne, por isto existem a união das almas ou mesmo a reaproximação delas porque viveram assim casados aqui na Terra, poderão sim continuar do lado de lá, mas atraídos pelo amor e a vontade de progredirem, assim é o normal lá. Até é possível um casal receber um irmão como filho lá no mundo espiritual e assim é formado um grupo ou se quiserem, uma família espiritual.
Vamos agora tentar passar a falar sobre o problema do sexo em nós mesmo, espíritos encarnados. Lamento, mas todos sabem os seus problemas com relação ao sexo. Uns tem o sexo como algo de amor. Muitos entendem como algo que vai além disto e querem como prazer, para saciar instintos animais. Isso é comum e nós temos muito disto... Notícias de estupros e pedofilia temos todos os dias na TV.
Isso é um sério desequilíbrio.
Doenças venéreas inclusive a Aids, apareceram no mundo como uma forma de condicionamento moral. Acredita-se que a AIDS (o vírus da AIDS) surgiu de uma mutação genética devido ao sexo do homem com animais, na Àfrica subsaariana . Região muçulmana, onde o sexo é pecado. Onde então os homens irão saciar a sede de sexo? Com os pobres macacos!
Hoje em dia cresce assustadoramente o câncer bucal provocado pelo sexo oral sem proteção, feito com qualquer parceiro e com um grande número de parceiros contaminados com o HPV.
Se o sexo fosse praticado apenas com amor, os vírus e bactérias não se alastrariam com tanta rapidez.
Se o sexo fosse praticado apenas com amor, os vírus e bactérias não se alastrariam com tanta rapidez.
Bem, mas estou fugindo do assunto. Eu queria era falar do sexo no mundo espiritual, que o Adilson possui enorme curiosidade. Não sei o porquê, visto que ele acredita que vai virar pó depois da morte e nem vai precisar pensar nisso.
(Selma)
terça-feira, 5 de julho de 2011
O que é a loucura?
Vincent Van Gogh (1853-1890)
O famoso pintor holandês Vincent Van Gogh (1853-1890), durante seu breve período de vida, sofria de crises de instabilidade de seu humor. Diversos historiadores afirmam que Van Gogh sofria "ataques epilépticos" o que para alguns seria o resultado do uso frequente de bebidas contendo absinto (Artemisia absinthium), substância que era utilizada para modificar a atividade cerebral e assim "estimular" atividades artísticas.
Houve diversas tentativas de estabelecer um diagnóstico de certeza para a doença de Vincent Van Gogh, o que tentou-se fazer através da análise de seus escritos. Atualmente, o mais aceito dos prováveis diagnósticos atribuídos a Vincent Van Gogh é o Transtorno do Humor Bipolar, levando-se em consideração os estados depressivos por que passava, alternados de episódios eufóricos (ou maníacos) que lhe faziam mergulhar em um estado de humor de grande energia e paixão. Van Gogh cometeu suicídio aos 37 anos de idade.
Por que Van Gogh cortou a orelha e depois pintou a si próprio com o curativo na orelha? Pintura essa que fez olhando no espelho.
Van Gogh cortou a orelha por causa do irmão ou melhor, do casamento do irmão. Dizem que o artista teria cortado a própria orelha assim que descobriu que o irmão Théo (de quem dependia financeiramente) ia casar.
Os motivos da auto-mutilação do pintor são tema de especulação no mundo artístico há décadas. Van Gogh cortou o lóbulo da orelha esquerda no dia 23 de Dezembro de 1888. Depois mandou embrulhado em um pedaço de papel para uma prostituta de Arles (Holanda) com um bilhetinho: “Guarde com cuidado”.
Entre as possíveis motivações já citadas para o ato está uma disputa com o pintor Paul Gauguin sobre uma prostituta chamada Rachel e um acesso de loucura causado pelo envenenamento com chumbo, metal pesado presente nas tintas.
Em um artigo no periódico britânico “The Art Newspaper”, Bailey diz que “Vincent tinha medo de perder o apoio financeiro e emocional do irmão”. Segundo o site do jornal britânico “The Times”, o acadêmico estudou o quadro “Natureza morta com cebolas e prancha de desenho”, concluído por van Gogh um mês após o incidente com a orelha do artista.
Bailey prestou atenção em uma carta representada na tela , com detalhes como o número “67”, impresso em cera no envelope. O acadêmico diz que é o número postal de uma agência de correios em Place des Abbesses, próxima ao apartamento onde residia Théo van Gogh.
A carta também teria uma marca dizendo “Feliz Ano Novo”, o que significaria que foi enviada a partir da segunda metade de dezembro. Bailey acredita que a missiva traria a notícia do noivado de Théo com Johanna Bonger – uma carta recebida pela mãe do pintor no dia 21 de dezembro de 1888 pedia permissão para o casamento e dizia que Vincent “seria a próxima pessoa a saber”.
Van Gogh sofria de distúrbios mentais e morreu no dia 29 de julho de 1889, dois dias depois de ter tentado se matar com um tiro. Psicólogos modernos já “diagnosticaram” o artista como depressivo e portador de distúrbio afetivo bipolar. Um dos pintores mais influentes do final do século XIX, ele só foi descoberto por artistas, acadêmicos e colecionadores após a sua morte.
(Baseado no portal G1)
(Selma)
E você? É maluco também? Teria coragem de cortar a própria orelha? Ou apenas acredita que vai virar pó?
Calçadas ou trincheiras?
Panes e curtos-circuitos se multiplicam nos subterrâneos do Rio de Janeiro, provocando uma onda de explosões na rede elétrica que apavora os moradores da cidade
Helena Borges
Cotidianamente assombrados pela violência e calejados pela desordem urbana, os cariocas agora estão sendo obrigados a conviver com um novo tipo de perigo: bueiros que explodem com a potencia de uma granada, como em cenas de filmes de ação, lançando chamas e estilhaços sobre pedestres, edifícios e carros. Só na semana passada foram quatro episódios - três em uma única esquina de Copacabana e outro no Flamengo, onde as labaredas derreteram um orelhão. Em abril, a placa de ferro de 1 tonelada que cobria uma câmara subterrânea esmagou um táxi e feriu cinco pessoas. Não foram as primeiras explosões a espalhar o panico nas ruas do Rio de Janeiro. Desde que as tampas de bueiro começaram a ir pelos ares, em junho de 2010, já houve 22 incidentes - um a cada dezessete dias. Oito pessoas ficaram machucadas. O fato de ninguém ter morrido pode ser creditado à sorte. Especialistas calculam que o impacto desse tipo de estrondo é dez vezes o de uma bomba caseira.
Apesar de surreais, tais situações têm uma explicação bastante comezinha. Com sessenta anos de idade, a rede elétrica do Rio está sucumbindo à fadiga e à falta de manutenção, como demonstra a própria dinâmica das explosões. Tudo começa com um curto-circuito provocado pela sobrecarga dos cabos - algo que só acontece se a capa isolante está gasta ou se, corroídos pela ferrugem, os fios retêm parte da energia que deveriam transportar.
Algumas panes, inclusive, ocorreram em cabos protegidos por um material semelhante a papel machê besuntado em óleo cujo uso data do século XIX. Os abalos mais destrutivos se deram em câmaras subterrâneas onde se guardam os transformadores capazes de converter a energia das usinas na voltagem das ruas. Também aí a falha foi de manutenção. "Ao substituirmos apenas algumas peças e não o equipamento todo, sobrecarregamos demais os componentes mais velhos, o que pode ter provocado as panes", admite Jerson Kelman, presidente da Light, a concessionária responsável pelo fornecimento de energia.
Explosões de bueiros não são exclusividade carioca. Recentemente, as cidades americanas de Nova York e São Francisco registraram uma onda de estrondos. Nas duas metrópoles, assim como na capital fluminense, as companhias responsáveis pelo abastecimento de energia fizeram mea-culpa e prometeram intensificar a manutenção da rede. A concessionária de Nova York convocou até especialistas do prestigiado instinto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)para criar um sistema de prevenção. Os pesquisadores desenvolveram um complexo algoritmo, que está em teste. Mas, apesar de todo o esforço, o modelo só é capaz de prevenir uma pequena parte dos acidentes. Depois de todos os estudos, os cientistas chegaram a um princípio até certo ponto óbvio para balizar seus cálculos: quanto mais antiga a rede e mais grossos os feixes de cabos, maior a probabilidade de ocorrer um curto-circuito. Se tal lógica tivesse sido observada na capital fluminense, seria mais fácil prevenir as explosões.
O Rio, no entanto, ainda não pode seguir as melhores práticas internacionais. A principal razão é o fato de não existir um mapeamento detalhado de seu subsolo, que tem a mais longa e uma das mais antigas redes elétricas do Brasil. Esse esquadrinhamento começou a ser feito depois das primeiras explosões. Até agora, no entanto, sabe-se pouco sobre as exatas condições dos 5500 quilômetros de cabos e mais de 15000 bueiros - exceto que amargaram anos de penúria. Essa tendência só começou a ser revertida em 2009, quando, após uma sequência de apagões e multas milionárias aplicadas pelo órgão regulador, a Light foi obrigada a aumentar o investimento em conservação. Na semana passada, copiando uma iniciativa de São Francisco, a empresa encomendou tampas de bueiro com molas para diminuir o impacto de eventuais explosões. "Essa providência não basta", diz o especialista em gestão de risco da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Moacyr Duarte. "O que resolve mesmo é renovar toda a infraestrutura da rede. Do contrário, corremos o risco de ver explosões em canteiros de obras para a Copa e a Olimpíada." Isso, definitivamente, ninguém quer.
Quando o bueiro vira uma bomba
O Rio de Janeiro já registra 22 explosões de bueiro nos últimos 12 meses - sempre em instalações elétricas antigas ou malconservadas. Os estrondos atingem o poder destrutivo de uma granada.
1. Um curto-circuito nos cabos do transformador aquece a 1000 graus o óleo isolante que envolve as placas metálicas dentro do esquipamento.
2. O óleo evapora e pressiona as paredes da máquina, que estoura. Ao entrar em contato com o ar, o gás liberado entra em combustão.
3. Antigo e danificado, o sistema de exaustão não funciona. O calor dilata os gases comuns ao subsolo (como o metano) dentro da câmara subterrânea.
4. Tudo ocorre em 0,05 segundo. As chamas e os gases lançam a tampa de ferro fundido de 1 tonelada a 2 metros de altura.
Revista Veja - Edição 2224 - nº 27 - 06/07/2011
(Selma)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Nascemos Gêmeos
Outro dia, numa tarde monótona de sábado parei em um programa de TV onde o apresentador se comprometia a “ajudar” (e realmente ajudou) dois irmãos gêmeos a abrir seu próprio negócio. Dois garotos de aproximadamente 16 anos com um talento espetacular para desenhar modelos de roupas, ou seja, já nasceram estilistas. Isso tudo com a aprovação de Alexandre Hercovitch, grande estilista brasileiro.
A mãe relatou que ficou grávida de gêmeos e o pai abandonou as crianças sem ao menos conhecê-las. Hoje essa senhora está casada com outra pessoa que soube amá-la, os meninos têm sua própria grife, seu próprio negócio, ela é manicure famosa em Alagoas e todos tiveram um desfecho feliz. Valeu a pena criar os meninos sozinha e passar necessidades nos primeiros anos de vida. Tudo vale a pena. Filhos sempre valem a pena.
Em Jacareí*, semana passada, um homem encontrou dois bebês gêmeos, do sexo feminino, abandonados no lixo em uma grande avenida. Em depoimento à polícia, o catador de lixo que encontrou as recém-nascidas em uma lixeira ao lado de um condomínio residencial, disse que estava procurando materiais recicláveis quando suspeitou que havia “algo estranho” em um dos sacos de lixo.
“Estou assustado com o que vi ontem, cheguei em casa e não aguentei, tive de chorar”...
Os bebês ainda estavam com cordão umbilical quando foram encontrados com a ajuda de um funcionário de um condomínio. Agora, a polícia investiga os postos de saúde, hospitais e clínicas atrás de mulheres que passaram por acompanhamento médico durante a gravidez e pré-natal.
Tenho certeza de que a mulher que estava grávida dessas meninas não fez sequer o pré-natal. Para fazer esse tipo de exame há a necessidade de se importar com a própria vida e a dos bebês... Essa pessoa parecia não se importar com nada. Matou dois filhos. No futuro esses dois filhos lhe dariam alegrias, com certeza seria o amparo na velhice, a mão amiga na tristeza. Mas preferiu matar. Deve ser jovem e acredita que assim
pode continuar a viver uma vida de festas e badalações.
E o pai? Não tem responsabilidade? Claro que tem. O fato de ser homem não tira desse ser repugnante nenhuma responsabilidade. Sexo requer responsabilidade. Essa criatura não teve.
O Espiritismo está aí, para nos explicar a responsabilidade que todos temos perante a vida material e caso essa responsabilidade não for assumida nessa vida física, teremos a vida espiritual para nos esclarecer.
"A estupidez humana é a única coisa que dá uma ideia do infinito." Ernest Renan
*Saudades de Jacareí, minha cidade natal, onde passei os melhores anos de minha vida.
(Selma)
domingo, 3 de julho de 2011
Access Mobile: MS Access no iPad
O Access Mobile é caro, custa 6 dólares, e ainda está muito longe do ideal de quem trabalha com o Microsoft Access. Mas ele tem a virtude de abrir o arquivo original, o famoso ".mdb". Antes de mandar um arquivo do MS Access, eu criei uma consulta parâmetro chamado iProduto. Depois mandei o arquivo para o iPad com a ajuda do iTunes. E quando abri o Access Mobile, descobri que o safado do aplicativo não disponibilizou a consulta que eu criei, chamado iProduto.
Haviam algumas consultas que somavam valores dos registros num campo, mas o iPad demorou tanto que acabei desistindo.
Ou seja, não vale a pena comprar o aplicativo. Por enquanto, só o Handbase da DDH Software consegue fazer do iPad o tablet que sempre sonhei, procurando a agulha no palheiro de modo rápido. Claro que faz falta os formulários, os relatórios e principalmente as macros, mas se Deus ajudar, ou a Apple ou a Google vão subornar a Microsoft para fazer uma versão MS Access for iPad ou for Android, até lá o jeito é entupir as dezenas de gigabytes do iPad com vídeos e games para fazer do iPad apenas um PC de brinquedo.
Fórum do iPad
Haviam algumas consultas que somavam valores dos registros num campo, mas o iPad demorou tanto que acabei desistindo.
Ou seja, não vale a pena comprar o aplicativo. Por enquanto, só o Handbase da DDH Software consegue fazer do iPad o tablet que sempre sonhei, procurando a agulha no palheiro de modo rápido. Claro que faz falta os formulários, os relatórios e principalmente as macros, mas se Deus ajudar, ou a Apple ou a Google vão subornar a Microsoft para fazer uma versão MS Access for iPad ou for Android, até lá o jeito é entupir as dezenas de gigabytes do iPad com vídeos e games para fazer do iPad apenas um PC de brinquedo.
Fórum do iPad
sábado, 2 de julho de 2011
Girassóis- samudra nihil
O que eu disse,no turbilhão 758,de réplica à Selma, sobre "postar eles mais acima" se referiu aos girassóis de Van Gogh.
http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=girassóis+de+Van+Gogh&gbv=2
http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=girassóis+de+Van+Gogh&gbv=2
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Fernando
Quero dedicar essa música ao pessoal daqui do Blog da Selma:
Fernando
Frank K Hosaka
fhosaka@uol.com.br (11)8199-7091 Diadema-SP
Leitura Indicada: Proteja o seu iPad
Fernando
Frank K Hosaka
fhosaka@uol.com.br (11)8199-7091 Diadema-SP
Leitura Indicada: Proteja o seu iPad
De perto ninguém é normal - II
Todos têm um certo grau de transtorno mental
O psiquiatra Cristiano Waihrich Leal, de Joinville, explica que existe uma infinidade de doenças mentais. Elas são divididas em psicoses e neuroses. As psicoses têm sintomas orgânicos. Ouvir vozes e enxergar coisas que não existem são alguns dos sintomas mais comuns. O tratamento é feito à base de remédios. Já no caso das neuroses, os sintomas não são biológicos. Eles podem aparecer a partir de uma personalidade obsessiva. Educação e manias também influenciam. “Neste caso, o tratamento pode ser a terapia”, esclarece o médico.
Ele cita as doenças mentais mais frequentes: depressão, esquizofrenia, transtornos ansiosos como fobias, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), transtorno de ansiedade generalizada e transtorno afetivo bipolar. No Brasil, são registrados cerca de 56 mil casos de doenças mentais por ano.
Não existe um único motivo que desencadeie um transtorno mental. “A maioria das doenças psiquiátricas é multifatorial, ou seja, desencadeada por fatores genéticos, fatores ambientais, como o estresse, e fatores biológicos, como o desequilíbrio na produção de neurotransmissores, como serotonina e dopamina”, diz.
Cristiano acredita que, geralmente, todos os fatores estão presentes. Dependendo da doença, podem ter maior ou menor peso. “Na depressão, pesquisas recentes apontam para 40% de influência genética e 60% de influência ambiental, enquanto no transtorno afetivo bipolar, a genética tem um peso muito grande. Se os dois pais forem bipolares, o filho terá 74% de chance de herdar a doença”, afirma.
Ele cita as doenças mentais mais frequentes: depressão, esquizofrenia, transtornos ansiosos como fobias, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), transtorno de ansiedade generalizada e transtorno afetivo bipolar. No Brasil, são registrados cerca de 56 mil casos de doenças mentais por ano.
Não existe um único motivo que desencadeie um transtorno mental. “A maioria das doenças psiquiátricas é multifatorial, ou seja, desencadeada por fatores genéticos, fatores ambientais, como o estresse, e fatores biológicos, como o desequilíbrio na produção de neurotransmissores, como serotonina e dopamina”, diz.
Cristiano acredita que, geralmente, todos os fatores estão presentes. Dependendo da doença, podem ter maior ou menor peso. “Na depressão, pesquisas recentes apontam para 40% de influência genética e 60% de influência ambiental, enquanto no transtorno afetivo bipolar, a genética tem um peso muito grande. Se os dois pais forem bipolares, o filho terá 74% de chance de herdar a doença”, afirma.
O tipo de personalidade da pessoa pode ser fator de proteção ou de agravamento das doenças. Por exemplo: a pessoa muito correta, disciplinada, que chega a ganhar o apelido de obsessiva, tende a desenvolver mais facilmente doenças ansiosas ou depressivas. Os mais tranquilões quanto aos problemas da vida estão mais protegidos de desenvolver doenças. Não é à toa que, hoje em dia, atitudes típicas de pessoas sossegadas estão sendo aplaudidas e incentivadas. Dormir bem, alimentar-se ao menos cinco vezes por dia, relaxar com um banho gostoso ou praticar atividades que despistem o estresse, diariamente podem salvar sua mente.
Os transtornos mentais não escolhem sexo, raça ou idade para atacar. Mas o psiquiatra conta que as primeiras manifestações ocorrem entre os 15 e 20 anos em homens e entre os 25 e 30 anos em mulheres. Os sintomas são físicos e nem sempre detectados por exames de rotina. A esquizofrenia, por exemplo, manifesta-se por meio de delírios, alucinações, alterações afetivas e alterações cognitivas (como atenção, memória e raciocínio). Tudo começa bem devagar e cresce toda vez que a pessoa fecha os olhos e ignora que algo não está bem.
O psiquiatra explica que o start para procurar ajuda é quando os sintomas estão causando mudança no padrão comportamental da pessoa. Isso pode ser identificado por ela mesma ou pela família. “Todos temos algum grau de ansiedade, mas se esta ansiedade começar a causar distúrbios pessoais, familiares ou profissionais, indica que está na hora de buscar ajuda”, diz.
“Dependendo de cada doença, o paciente tende a recair, ou seja, voltar a apresentar os sintomas iniciais, às vezes até em maior intensidade”, comenta Cristiano. Segundo ele, não raro, em doenças mais graves como a esquizofrenia ou a bipolaridade, os pacientes apresentam sintomas de agressividade, inclusive com risco elevado de suicídio em alguns casos. O tratamento, conforme o médico, deve ser feito pelo tempo indicado para cada doença. “Depressão no mínimo um ano. Esquizofrenia e transtorno bipolar deverão ser tratadas ininterruptamente para o resto da vida”, ressalta.
“O transtorno mental se manifesta como algum estágio de sofrimento pessoal”, simplifica Cristiano. “Acredito que todas as pessoas têm um certo grau de transtorno. Mas no momento em que este grau foge do controle e do contexto da sociedade, está na hora de procurar tratamento.”
Os transtornos mentais não escolhem sexo, raça ou idade para atacar. Mas o psiquiatra conta que as primeiras manifestações ocorrem entre os 15 e 20 anos em homens e entre os 25 e 30 anos em mulheres. Os sintomas são físicos e nem sempre detectados por exames de rotina. A esquizofrenia, por exemplo, manifesta-se por meio de delírios, alucinações, alterações afetivas e alterações cognitivas (como atenção, memória e raciocínio). Tudo começa bem devagar e cresce toda vez que a pessoa fecha os olhos e ignora que algo não está bem.
O psiquiatra explica que o start para procurar ajuda é quando os sintomas estão causando mudança no padrão comportamental da pessoa. Isso pode ser identificado por ela mesma ou pela família. “Todos temos algum grau de ansiedade, mas se esta ansiedade começar a causar distúrbios pessoais, familiares ou profissionais, indica que está na hora de buscar ajuda”, diz.
“Dependendo de cada doença, o paciente tende a recair, ou seja, voltar a apresentar os sintomas iniciais, às vezes até em maior intensidade”, comenta Cristiano. Segundo ele, não raro, em doenças mais graves como a esquizofrenia ou a bipolaridade, os pacientes apresentam sintomas de agressividade, inclusive com risco elevado de suicídio em alguns casos. O tratamento, conforme o médico, deve ser feito pelo tempo indicado para cada doença. “Depressão no mínimo um ano. Esquizofrenia e transtorno bipolar deverão ser tratadas ininterruptamente para o resto da vida”, ressalta.
“O transtorno mental se manifesta como algum estágio de sofrimento pessoal”, simplifica Cristiano. “Acredito que todas as pessoas têm um certo grau de transtorno. Mas no momento em que este grau foge do controle e do contexto da sociedade, está na hora de procurar tratamento.”
E por que será que a história de tantas pessoas geniais está relacionada a transtornos mentais? “No transtorno bipolar, a euforia é marcada por momentos de grande criatividade, inspiração e vontade de quebrar regras. Mas chega um ponto em que essas pessoas acabam se atrapalhando”, explica o psiquiatra. Ele lembra a história do pintor Van Gogh, que fez belas obras de arte em seus momentos de euforia, mas num dos momentos de depressão acabou cometendo suicídio.
(Selma)
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