A Índia foi considerada o pior pais do mundo para se nascer mulher. O segundo pior país seria a República do Congo.
É sabido de todos os casos horríveis de estupros na Índia. Final do ano passado uma jovem estudante de fisioterapia foi estuprada em um ônibus. Algumas reportagens dizem que esse ônibus era clandestino e tanto o motorista quanto os passageiros (todos homens) eram bandidões que passeavam alegremente pela noite indiana. A jovem desavisada entrou no ônibus acreditando que ele a levaria para o bairro onde morava, mas foi barbaramente estuprada pelos passageiros e motorista, que depois a jogaram para fora do veículo.
Semana passada outra jovem estuprada por seis homens na Índia virou manchete internacional. Engana-se se você acha que os únicos estupros que ocorreram na Índia foram esses. São muitas as jovens que sofrem esse tipo de violência, principalmente aquelas das classes mais baixas, os dalits. Sendo uma classe social praticamente desprezada no país, as mulheres que sofrem esse tipo de violência praticamente não têm a quem reclamar, pois reclamar de estupro (seja para médicos e autoridades) gera uma certa desconfiança sobre a vítima. Os médicos ou os policiais sempre acharão que quem provocou o estupro foi a vítima, que vestia-se de jeito provocante e agia de maneira insinuante. Ou seja, as mulheres são desprezadas em suas queixas pelos machões indianos.
Há uma região da Índia (ou várias, talvez) em que as famílias não querem meninas na família, pois segundo o que se pensa, as meninas costumam "envergonhar" os pais. principalmente se são vítimas (sic) de estupro. Quando a mulher está grávida de uma manina, o marido geralmente a obriga a abortar, ou quando nasce uma menina, ela é assassinada ainda bebê. Com isso aumenta o número da população masculina, que geralmente fica meio desorientada com a falta das mulheres na adolescência e idade adulta.
Muitas meninas são sequestradas e obrigadas a se casarem com homens de outras regiões da Índia. Algumas são traficadas. Traficantes especializados prometem aos pais que levarão as meninas para a capital, a fim de conseguir emprego para elas. Mas na verdade as enviam para casa de prostituição e para homens que desejam casamento. Esses traficantes prosperam ganhando dinheiro com tráfico humano.
Diante desses fatos, as mulheres não podem ter qualquer esperança em um país como esse, em que a maioria dos homens acreditam que as vítimas de estupro são as principais culpadas. E os estupradores são inocentes, pois foram seduzidos pela sensualidade das vítimas. Muito triste um fato desses acontecer em pleno século XXI.
Muito triste para quem acha que a Índia é um país "espiritualizado".
SA
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
A vida antes da morte - parte 8 de 99
O Estado: Milhares protestam contra o casamento não convencional em Paris
Milhares de pessoas protestam neste domingo, 13, pelas ruas de Paris, na França, contra o casamento gay, uma reforma polêmica que o presidente François Hollande promete executar em junho. O número, estimado e divulgado em 800 mil pelos organizadores da marcha em Champ de Mars, foi desmentido pela polícia, que estimou a participação em apenas 340 mil pessoas.
Os protestantes chegaram a Paris em cinco trens de alta velocidade, 900 ônibus e inúmeros comboios de carros que deixaram cidades na província, muitos antes do amanhecer, em direção a três pontos da capital francesa para as marchas. O protesto converge para a Torre Eiffel nesta tarde.
Apoiados pela hierarquia católica, ativistas mobilizaram uma coalizão híbrida de famílias religiosas, políticos conservadores, muçulmanos, evangélicos e até mesmo homossexuais que se opõem ao casamento gay para a demonstração de força.
Protesto no Vaticano. Também na manhã deste domingo quatro integrantes do Femen, grupo conhecido pela ousadia de suas manifestações sobre os mais variados assuntos, foram detidas durante a missa dominical realizada pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro, no Vaticano.
Com dizeres 'in gay we trust' (em gays confiamos), em contraposição ao tradicional 'in God we trust' (em Deus confiamos), escritos nas costas e no tórax, as ativistas se manifestaram a respeito da publicação do Jornal do Vaticano que condenou a adoção por homossexuais depois que a Justiça garantiu a uma mãe homossexual a custódia de seu filho.
Milhares de pessoas protestam neste domingo, 13, pelas ruas de Paris, na França, contra o casamento gay, uma reforma polêmica que o presidente François Hollande promete executar em junho. O número, estimado e divulgado em 800 mil pelos organizadores da marcha em Champ de Mars, foi desmentido pela polícia, que estimou a participação em apenas 340 mil pessoas.
Os protestantes chegaram a Paris em cinco trens de alta velocidade, 900 ônibus e inúmeros comboios de carros que deixaram cidades na província, muitos antes do amanhecer, em direção a três pontos da capital francesa para as marchas. O protesto converge para a Torre Eiffel nesta tarde.
Apoiados pela hierarquia católica, ativistas mobilizaram uma coalizão híbrida de famílias religiosas, políticos conservadores, muçulmanos, evangélicos e até mesmo homossexuais que se opõem ao casamento gay para a demonstração de força.
Protesto no Vaticano. Também na manhã deste domingo quatro integrantes do Femen, grupo conhecido pela ousadia de suas manifestações sobre os mais variados assuntos, foram detidas durante a missa dominical realizada pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro, no Vaticano.
Com dizeres 'in gay we trust' (em gays confiamos), em contraposição ao tradicional 'in God we trust' (em Deus confiamos), escritos nas costas e no tórax, as ativistas se manifestaram a respeito da publicação do Jornal do Vaticano que condenou a adoção por homossexuais depois que a Justiça garantiu a uma mãe homossexual a custódia de seu filho.
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Frank K Hosaka
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16:49
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Globo Repórter sobre Chico Xavier parte 2 de 4
continuando...
(para desgosto dos "anti" que se afogam em tentativas alucinadas de "esvaziar" o trabalho PURAMENTE CRISTÃO, do impoluto médium F.C.Xavier)...
... tentativas impossíveis de concretizar... NATURALMENTE!!!!!!...
sábado, 12 de janeiro de 2013
Globo Repórter sobre Chico Xavier parte 1 de 4
fala quem VIVEU (e beneficiou) o fenomeno... (por muito que os fanáticos "anti"... nºao gostem e não queiram... :)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Genoíno e a bala perdida
Mais uma vez minha querida São José dos Campos, lugar onde estudei e passei muitos anos de minha vida, está sob o domínio do PT(Carlinhos de Almeida) . De 1993 a 1997 , quando eu ainda morava lá, o PT também administrou a cidade através da prefeita Angela Guadagnin. Lembro que ela construiu viadutos que iam de nada a lugar nenhum e que a cidade (pelo menos o centro) vivia suja. Mas o que me assusta no momento não é o PT em São José dos Campos. O que me assusta é que Carlinhos de Almeida era deputado federal e para assumir a prefeitura da cidade deixou seu cargo vago, que foi assumido pelo seu suplente José Genoíno.
O ex-presidente do PT José Genoino, condenado pelo Supremo Tribunal Federal na ação penal do mensalão, assumiu dia 03/01/2013 o mandato de deputado federal afirmando ter a "consciência dos inocentes" em meio à polêmica em torno da decisão do STF de cassar os mandatos de parlamentares condenados no processo do mensalão.
O petista, que assumiu uma cadeira por São Paulo por ser suplente, disse estar cumprindo um "dever legal" e acrescentou que não será pivô de uma crise entre Poderes da República.
"Eu tenho a consciência serena dos inocentes e espero que mais cedo ou mais tarde a verdade aparecerá", disse Genoino a jornalistas após a cerimônia de posse. "Estou aqui cumprindo as normas da democracia e da Constituição."
Genoino foi condenado pelo STF a 6 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Ele poderá cumprir a sentença em regime semiaberto.
(fonte: http://www.passeiaki.com/noticias/genoino-assume-vaga-deputado-diz-ter-consciencia-inocentes)
Como é que pode um indivíduo estar condenado pelo crime de corrupção e formação de quadrilha e mesmo assim poder assumir? Esse sujeito roubou milhões dos cofres públicos! Dinheiro nosso que chega até lá através dos impostos. Imposto que existe em tudo que se possa imaginar. E pasme: ele irá ganhar aproximadamente 25 mil reais de salário de deputado mais outro tanto como "auxílio de custos". Um pouco mais de 50 mil reais. Gostou?
O que tem a ver Genoíno com bala perdida?
Uma menina, vítima de "bala perdida", foi levada às pressas para o Hospital Salgado Filho no RJ. Era noite de Natal e o neurocirurgião resolveu ceiar com a família em vez de trabalhar. Ele está errado? Obvio que sim. Não li o código de ética dos médicos, mas o da odontologia diz claramente que um cirurgião-dentista que trabalhe no serviço público ou emergência só poderá se ausentar se deixar outro colega no seu lugar.
Como não havia outro neurocirurgião no hospital, a menina ficou esperando atendimento por 8 horas até ser transferida para outro hospital. Uma bala quando penetra no corpo de uma só pessoa, ela não apenas perfura, mas também queima pois ela chega "quente" e vai destruindo cada vez mais tecidos. O tempo entre o acidente e o atendimento é muito importante. O fato é que na noite de 31/12 a menina teve morte cerebral declarada e depois de uns dias seu coração parou de pulsar.
Quem é o culpado? A administração do hospital? O médico?
O mais estranho é que "bala perdida" tornou-se um fato corriqueiro e aceitável. Muitíssimo pouco (ou quase nada) se falou sobre de onde e de quem partiu a bala. Parece que aceita-se conviver em uma cidade onde balas voam por toda parte, e que isso é normal. O autor do disparo, a região de onde partiu o disparo é realmente a responsável pela morte da menina.
Assim como "bala perdida" tornou-se aceitável, parece que aquele que pratica corrupção também tornou-se aceitável nesse país. Tudo dentro da normalidade. Aí está a relação entre Genoíno e bala perdida.
Resta agora saber quem irá para a cadeia. Descubra se for capaz:
1. autor do disparo da "bala perdida"
2. neurologista
3. administração do hospital
4. Genoíno
5. Zé Dirceu, Marcos Valério, etc, etc, etc...
6. n.d.a.
SA
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
A fé e o alho-poró
Horta é um local onde de plantam legumes, verduras e ervas medicinais. E ao se plantar tudo isso, o objetivo claro é o de comer as verduras e legumes, de preferência sem agrotóxicos.
Resolvi criar minha horta.
Comprei mudas de alface, repolho, alho-poró, brócolis, couve, rúcula, salsinha e cebolinha.
Trabalhei duro. Isso é bom, pois esse tipo de exercício ajuda a emagrecer e manter a forma.A felicidade maior era saber que poderia então comer produtos livre de venenos usados na lavoura. O objetivo era usar apenas adubo orgânico.
Foram plantados dez pés de repolho, dez de brócolis, muitos de cebolinha e salsinha, dez de alho-poró e quinze de alface.
Passados dois dias as folhinhas dos pés de repolho e de brócolis começaram a amanhecer no chão. Com muita paciência eu limpava o chão e molhava as plantinhas, acreditando que poderia ser apenas culpa da chuva ou vento. Mas o fato começou a se repetir todos os dias com os repolhos. Toda manhã amanhecia um pezinho pelado, com as folhinhas no chão. Procurei informações e descobri que poderia ser culpa de um grilo. Mas que grilo estranho... Qual finalidade de cortar as folhinhas e jogá-las no chão?
Restavam apenas três pés de repolho e resolvi a contragosto vaporizar as plantinhas com um produto especial para afastar grilos. Infelizmente teria que admitir a ideia de colocar um tipo de "veneno" em minha horta.
O produto contra grilos foi um fracasso. Em vez de afastá-los abriu o apetite deles, pois em vez de comerem apenas um pezinho de repolho por noite, na noite que vaporizei o produto, comeram de uma só vez os três pezinhos restantes.
Fiquei triste, mas ainda restavam os brócolis, a salsinha, cebolinha, a rúcula... O conselho dado foi que a proporção usada do produto para misturar com água havia sido muito baixa (embora tenha eu seguido as proporções do fabricante). Resolvi então aumentar a proporção...
Vaporizei todas as plantinhas com o produto novamente. A proporção aumentada teve um efeito devastador. Queimou quase todas as mudinhas de brócolis, retando apenas uma que sobreviveu.
Os pulgões atacaram a couve e até o presente momento resta apenas uma. As lagartas devoraram uma parte das rúculas. As cebolinhas estão crescendo fininhas, sem atrativos. Os alhos-poró sobreviveram. Devem ser bem resistentes.
Lembro da parábola do semeador, contada por Jesus:
A parábola do Semeador
Um certo semeador saiu a semear...
Foram plantadas 4 tipos de sementes:
A beira do caminho, terreno pedregoso, no meio dos espinhos e na terra boa.
Avaliação dos terrenos
1) a beira do caminho: quase impossível germinação, grandes dificuldades para brotar, a semente e pisada e destruída (luc.8.5), as aves comem antes de germinarem.
2) Terreno pedregoso: fraco, sem força, pouca terra, rápida germinação, raiz fraca por causa das pedras, vulnerável à pragas, vento, chuva e sol e sem umidade ( água, espírito Santo- luc: 8.6).
3) No meio dos espinhos: os espinhos crescem juntos com a planta e a sufocam impedindo a frutificação.
4) Terra boa: umidade,raiz profunda, crescimento firme, respiração e frutificação.
Porque Jesus falou através da parábola? Interrogou os discípulos.
Por que existem duas classes de pessoas: as que ouvem e entendem os mistérios e as que não entendem (mt13:11)
Os lugares onde a semente cai são as pessoas e os resultados obtidos são consequentes da fé:
A beira do caminho: Alguém que ouve e não entende, alguém pode pisar a semente, roubar a semente, essa é que cai a beira (junto) do caminho e nunca germinará.
Entre as pedras: recebe imediatamente com alegria, mas não tem raiz em si mesmo, é de pouca duração. Qualquer percalço no caminho abala a pessoa e põe em dúvida a fé.
Nos espinhos: ouve a palavra, mas: o cuidado deste mundo, a sedução pelas riquezas deste mundo sufocam a palavra e fica infrutífera.
Terra boa: ouve, compreende e dá frutos.
No meu caso a terra é boa, com muito adubo orgânico. As mudas plantadas também eram boas, de excelente procedência. O problema foram os grilos e a medicação errada. Não quero que a minha fé seja como os repolhos, que foram atacados por um enxame de grilos com apetite insaciável. Ela terá de ser como o alho-poró!
Fonte da parábola: http://pt.shvoong.com/books/1845319-par%C3%A1bola-semeador/#ixzz2HHyNpCms
SA
Resolvi criar minha horta.
Comprei mudas de alface, repolho, alho-poró, brócolis, couve, rúcula, salsinha e cebolinha.
Trabalhei duro. Isso é bom, pois esse tipo de exercício ajuda a emagrecer e manter a forma.A felicidade maior era saber que poderia então comer produtos livre de venenos usados na lavoura. O objetivo era usar apenas adubo orgânico.
Foram plantados dez pés de repolho, dez de brócolis, muitos de cebolinha e salsinha, dez de alho-poró e quinze de alface.
Passados dois dias as folhinhas dos pés de repolho e de brócolis começaram a amanhecer no chão. Com muita paciência eu limpava o chão e molhava as plantinhas, acreditando que poderia ser apenas culpa da chuva ou vento. Mas o fato começou a se repetir todos os dias com os repolhos. Toda manhã amanhecia um pezinho pelado, com as folhinhas no chão. Procurei informações e descobri que poderia ser culpa de um grilo. Mas que grilo estranho... Qual finalidade de cortar as folhinhas e jogá-las no chão?
Restavam apenas três pés de repolho e resolvi a contragosto vaporizar as plantinhas com um produto especial para afastar grilos. Infelizmente teria que admitir a ideia de colocar um tipo de "veneno" em minha horta.
O produto contra grilos foi um fracasso. Em vez de afastá-los abriu o apetite deles, pois em vez de comerem apenas um pezinho de repolho por noite, na noite que vaporizei o produto, comeram de uma só vez os três pezinhos restantes.
Fiquei triste, mas ainda restavam os brócolis, a salsinha, cebolinha, a rúcula... O conselho dado foi que a proporção usada do produto para misturar com água havia sido muito baixa (embora tenha eu seguido as proporções do fabricante). Resolvi então aumentar a proporção...
Vaporizei todas as plantinhas com o produto novamente. A proporção aumentada teve um efeito devastador. Queimou quase todas as mudinhas de brócolis, retando apenas uma que sobreviveu.
Os pulgões atacaram a couve e até o presente momento resta apenas uma. As lagartas devoraram uma parte das rúculas. As cebolinhas estão crescendo fininhas, sem atrativos. Os alhos-poró sobreviveram. Devem ser bem resistentes.
Lembro da parábola do semeador, contada por Jesus:
A parábola do Semeador
Um certo semeador saiu a semear...
Foram plantadas 4 tipos de sementes:
A beira do caminho, terreno pedregoso, no meio dos espinhos e na terra boa.
Avaliação dos terrenos
1) a beira do caminho: quase impossível germinação, grandes dificuldades para brotar, a semente e pisada e destruída (luc.8.5), as aves comem antes de germinarem.
2) Terreno pedregoso: fraco, sem força, pouca terra, rápida germinação, raiz fraca por causa das pedras, vulnerável à pragas, vento, chuva e sol e sem umidade ( água, espírito Santo- luc: 8.6).
3) No meio dos espinhos: os espinhos crescem juntos com a planta e a sufocam impedindo a frutificação.
4) Terra boa: umidade,raiz profunda, crescimento firme, respiração e frutificação.
Porque Jesus falou através da parábola? Interrogou os discípulos.
Por que existem duas classes de pessoas: as que ouvem e entendem os mistérios e as que não entendem (mt13:11)
Os lugares onde a semente cai são as pessoas e os resultados obtidos são consequentes da fé:
A beira do caminho: Alguém que ouve e não entende, alguém pode pisar a semente, roubar a semente, essa é que cai a beira (junto) do caminho e nunca germinará.
Entre as pedras: recebe imediatamente com alegria, mas não tem raiz em si mesmo, é de pouca duração. Qualquer percalço no caminho abala a pessoa e põe em dúvida a fé.
Nos espinhos: ouve a palavra, mas: o cuidado deste mundo, a sedução pelas riquezas deste mundo sufocam a palavra e fica infrutífera.
Terra boa: ouve, compreende e dá frutos.
No meu caso a terra é boa, com muito adubo orgânico. As mudas plantadas também eram boas, de excelente procedência. O problema foram os grilos e a medicação errada. Não quero que a minha fé seja como os repolhos, que foram atacados por um enxame de grilos com apetite insaciável. Ela terá de ser como o alho-poró!
Fonte da parábola: http://pt.shvoong.com/books/1845319-par%C3%A1bola-semeador/#ixzz2HHyNpCms
SA
domingo, 6 de janeiro de 2013
A Vida Depois Da Morte Life After Death5
Video 5 com mais depoimentos interessantes, sem duvida...
Noota- os post's que coloquei dando mocada na cabeçorra do imbecil233, no tema "as casas Espiritas sem dinheiro"... não aparecem...
A vida antes da morte - parte 7 de 99
O Estado de S Paulo: a reforma adiada
São, para dizer o mínimo, nebulosas as razões citadas pelas autoridades brasileiras para encamparem a necessidade de uma reforma ortográfica da língua escrita e impressa no País com o objetivo declarado de uniformizar o vernáculo nos países lusófonos. Como se as diferenças entre o que se fala no Brasil, em Portugal e nas antigas colônias lusas representassem uma desvantagem comercial e cultural. Trata-se de uma falácia difícil de sustentar: o inglês não deixou de realizar o que o criador do esperanto não conseguiu - tornar-se uma espécie de língua universal - por causa das notórias e notáveis diferenças entre o que se fala em Nova York, Londres e Sidney. O mesmo se verifica em relação ao castelhano, que ganhou importância no planeta globalizado sem eliminar as óbvias distinções entre o que se fala e se escreve em Buenos Aires, Madri, Caracas e Cidade do México. Tidos como os mais exigentes cultores de seu idioma, os franceses não se perturbam com as formas distintas como se escreve em Paris, Bruxelas, Genebra e Caiena. A "última flor do Lácio" não demanda unificação, seja por ter um universo mais reduzido do que as línguas citadas, seja pelo abismo que separa os mercados brasileiro, com quase 200 milhões de habitantes segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística de 2010, e o lusitano, com menos de 11 milhões em julho de 2012.
A unificação se mostrou mais difícil de se compreender depois que os portugueses fincaram pé em várias de suas idiossincrasias idiomáticas tornando ridículas as pretensões brasileiras de aproximar duas grafias que não se tornaram iguais. Mas, desde a adoção da alteração da forma de escrever de 0,5% do universo vocabular em que se expressaram Luís de Camões, estudado em nossas escolas, e Machado de Assis, admirado além-mar, comunicadores, editores, professores, escrivães e outros usuários da língua passaram a adotar os novos padrões. Mesmo sem ninguém ter auferido algum tipo de vantagem, à exceção das editoras com dicionários e vocabulários ortográficos e obras didáticas em seus catálogos e pontos de venda, que lucraram um bom dinheiro substituindo seus produtos com velha grafia pelos modificados - ainda que em pequena escala - pela nova.
O sucesso da reforma no Brasil foi inversamente proporcional ao tamanho das mudanças propostas - a supressão de hífen e trema, o corte de acentos diferenciais ou em palavras em que os fonemas divergem -, mas não mobilizou os praticantes originais da língua, que, se não lhe voltaram as costas, deram de ombros. Pode-se argumentar que a adoção, sem entusiasmo, mas com simpatia, das alterações previstas pelos gramáticos da Academia Brasileira de Letras, mostra que eram necessárias. Caso contrário, não seriam tão facilmente absorvidas em noticiários, anúncios, documentos oficiais, na literatura e nas aulas.
Se isso é verdadeiro, torna-se ainda mais difícil de entender o decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e adotado desde o primeiro dia do ano suspendendo a obrigatoriedade do uso das modificações por três anos, passando a data da sua aplicação obrigatória para 1.º de janeiro de 2016. A presidente valeu-se de parecer do Itamaraty para fazer um aceno de boa vontade aos lusos.
Ocorre que a reverência aos pais da língua não será feita a custo zero. Pois a decisão presidencial só tem sentido por permitir a reabertura das discussões de novos passos a serem dados na direção dos cânones de Lisboa. E isso, além de ocupar tempo ocioso de diplomatas e dar notoriedade a gramáticos pouco reconhecidos, poderá levar à reedição de dicionários e compêndios escolares. Ou seja, as famílias terão de comprar novos livros para preencher as exigências curriculares das escolas e os profissionais que lidam com a língua voltarão às livrarias para aquecer o mercado livreiro com a previsão de gastos oficiais vultosos na aquisição de produtos impressos. Tudo isso à custa do perigo de sepultar o êxito da reforma que deveria ter sido sacramentada no dia 1.º passado e dificultar o ensino da língua, cuja complicação já é por todos reconhecida.
São, para dizer o mínimo, nebulosas as razões citadas pelas autoridades brasileiras para encamparem a necessidade de uma reforma ortográfica da língua escrita e impressa no País com o objetivo declarado de uniformizar o vernáculo nos países lusófonos. Como se as diferenças entre o que se fala no Brasil, em Portugal e nas antigas colônias lusas representassem uma desvantagem comercial e cultural. Trata-se de uma falácia difícil de sustentar: o inglês não deixou de realizar o que o criador do esperanto não conseguiu - tornar-se uma espécie de língua universal - por causa das notórias e notáveis diferenças entre o que se fala em Nova York, Londres e Sidney. O mesmo se verifica em relação ao castelhano, que ganhou importância no planeta globalizado sem eliminar as óbvias distinções entre o que se fala e se escreve em Buenos Aires, Madri, Caracas e Cidade do México. Tidos como os mais exigentes cultores de seu idioma, os franceses não se perturbam com as formas distintas como se escreve em Paris, Bruxelas, Genebra e Caiena. A "última flor do Lácio" não demanda unificação, seja por ter um universo mais reduzido do que as línguas citadas, seja pelo abismo que separa os mercados brasileiro, com quase 200 milhões de habitantes segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística de 2010, e o lusitano, com menos de 11 milhões em julho de 2012.
A unificação se mostrou mais difícil de se compreender depois que os portugueses fincaram pé em várias de suas idiossincrasias idiomáticas tornando ridículas as pretensões brasileiras de aproximar duas grafias que não se tornaram iguais. Mas, desde a adoção da alteração da forma de escrever de 0,5% do universo vocabular em que se expressaram Luís de Camões, estudado em nossas escolas, e Machado de Assis, admirado além-mar, comunicadores, editores, professores, escrivães e outros usuários da língua passaram a adotar os novos padrões. Mesmo sem ninguém ter auferido algum tipo de vantagem, à exceção das editoras com dicionários e vocabulários ortográficos e obras didáticas em seus catálogos e pontos de venda, que lucraram um bom dinheiro substituindo seus produtos com velha grafia pelos modificados - ainda que em pequena escala - pela nova.
O sucesso da reforma no Brasil foi inversamente proporcional ao tamanho das mudanças propostas - a supressão de hífen e trema, o corte de acentos diferenciais ou em palavras em que os fonemas divergem -, mas não mobilizou os praticantes originais da língua, que, se não lhe voltaram as costas, deram de ombros. Pode-se argumentar que a adoção, sem entusiasmo, mas com simpatia, das alterações previstas pelos gramáticos da Academia Brasileira de Letras, mostra que eram necessárias. Caso contrário, não seriam tão facilmente absorvidas em noticiários, anúncios, documentos oficiais, na literatura e nas aulas.
Se isso é verdadeiro, torna-se ainda mais difícil de entender o decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e adotado desde o primeiro dia do ano suspendendo a obrigatoriedade do uso das modificações por três anos, passando a data da sua aplicação obrigatória para 1.º de janeiro de 2016. A presidente valeu-se de parecer do Itamaraty para fazer um aceno de boa vontade aos lusos.
Ocorre que a reverência aos pais da língua não será feita a custo zero. Pois a decisão presidencial só tem sentido por permitir a reabertura das discussões de novos passos a serem dados na direção dos cânones de Lisboa. E isso, além de ocupar tempo ocioso de diplomatas e dar notoriedade a gramáticos pouco reconhecidos, poderá levar à reedição de dicionários e compêndios escolares. Ou seja, as famílias terão de comprar novos livros para preencher as exigências curriculares das escolas e os profissionais que lidam com a língua voltarão às livrarias para aquecer o mercado livreiro com a previsão de gastos oficiais vultosos na aquisição de produtos impressos. Tudo isso à custa do perigo de sepultar o êxito da reforma que deveria ter sido sacramentada no dia 1.º passado e dificultar o ensino da língua, cuja complicação já é por todos reconhecida.
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Frank K Hosaka
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07:21
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A vida antes da morte - parte 6 de 99
No AndroidZ, encontrei alguém procurando o segundo volume e o terceiro volume do livro Apocalipse Z em formato digital. Não sabia do que se tratava, e com a ajuda do Google, encontrei o primeiro volume do Apocalipse Z na página Apocalipse Z, o princípio do fim
São duzentas páginas no formato PDF, mas só consegui ler até o segundo parágrafo. O autor é Manuel Loureiro Loval, e começa o livro no formato de um blogue, onde o narrador conta que perdeu a esposa e entrou em profunda depressão. Assim, o psicólogo lhe aconselhou a escrever um blogue.
O ano é 2005, e o narrador tenta entender as notícias da TV e da internet que falam de uma crise na antiga Rússia. Ele presume que se trata de crise política, mas a Rússia pede ajuda à Organização Mundial de Saúde, e começam a surgir fortes boatos de que um vírus altamente contagioso acabou escapando das instalações russas. Em menos de uma semana, a Espanha também decretou a Lei Marcial, onde ninguém entra e ninguém saí do país, e orientou às pessoas a procurarem centros de abrigo.
O narrador decidiu ficar na casa dele, e escrevendo o dia a dia no blogue. Até que a luz se apagou e sem o seu notebook, ele continua a escrever o seu dia a dia num diário, descrevendo o seu desespero com mortos que batem na sua porta. No diário, ele escreve o seu plano de sair de sua casa, pois a comida e a água estavam acabando. A grande dificuldade era como tirar os zumbis que estavam na porta de sua garagem, ele decidiu pegar um arco, amarrando na flexa um brinquedo de urso que faziam barulho com dois pratos em suas mãos.
A ideia deu certo, o narrador conta que conseguiu pegar um barco e foi na direção de uma ilha, onde ele esperava encontrar água e comida, mas a primeira coisa que viu foram meia dúzia de zumbis, e assim ele descreve a sua frustração no diário. Parece ser um livro interessante, bem que gostaria de avançar o segundo parágrafo para asaber o resto da história.
Mas zumbis não são novidade. Existem vários filmes que falam deles, os mais clássicos são Sobrenatural, The Walking Dead, Resident Evil e agora uma nova série que o Vai-Volta estreou nesse blogue que falam de pessoas que foram atropeladas, assassinadas pela KGB, caíram de um prédio de 60 andares, tiveram um ataque fulminante do coração, mas sem nenhuma explicação médica, eles acabaram voltando para contar que a morte não é tão feia como o pessoal pinta, pelo contrário, existe uma luz no final do tunel, e sempre tem um guia para ir em direção à luz, e lá no final você encontra outras que já morreram e outros tantos que você nunca conheceu, enfim até o presente momento o Vai-Volta tenta convencer que o Amor existe, mas não nessa encarnação nem na próxima, mas no meio dela.
O problema é que o Vai-Volta não demonstra nenhuma pressa para contar a história da vida após a morte, o que faz pensar na tese do Adilson, será que não estamos sendo enganados para essa turma acabar mordendo os nossos pescoços?
São duzentas páginas no formato PDF, mas só consegui ler até o segundo parágrafo. O autor é Manuel Loureiro Loval, e começa o livro no formato de um blogue, onde o narrador conta que perdeu a esposa e entrou em profunda depressão. Assim, o psicólogo lhe aconselhou a escrever um blogue.
O ano é 2005, e o narrador tenta entender as notícias da TV e da internet que falam de uma crise na antiga Rússia. Ele presume que se trata de crise política, mas a Rússia pede ajuda à Organização Mundial de Saúde, e começam a surgir fortes boatos de que um vírus altamente contagioso acabou escapando das instalações russas. Em menos de uma semana, a Espanha também decretou a Lei Marcial, onde ninguém entra e ninguém saí do país, e orientou às pessoas a procurarem centros de abrigo.
O narrador decidiu ficar na casa dele, e escrevendo o dia a dia no blogue. Até que a luz se apagou e sem o seu notebook, ele continua a escrever o seu dia a dia num diário, descrevendo o seu desespero com mortos que batem na sua porta. No diário, ele escreve o seu plano de sair de sua casa, pois a comida e a água estavam acabando. A grande dificuldade era como tirar os zumbis que estavam na porta de sua garagem, ele decidiu pegar um arco, amarrando na flexa um brinquedo de urso que faziam barulho com dois pratos em suas mãos.
A ideia deu certo, o narrador conta que conseguiu pegar um barco e foi na direção de uma ilha, onde ele esperava encontrar água e comida, mas a primeira coisa que viu foram meia dúzia de zumbis, e assim ele descreve a sua frustração no diário. Parece ser um livro interessante, bem que gostaria de avançar o segundo parágrafo para asaber o resto da história.
Mas zumbis não são novidade. Existem vários filmes que falam deles, os mais clássicos são Sobrenatural, The Walking Dead, Resident Evil e agora uma nova série que o Vai-Volta estreou nesse blogue que falam de pessoas que foram atropeladas, assassinadas pela KGB, caíram de um prédio de 60 andares, tiveram um ataque fulminante do coração, mas sem nenhuma explicação médica, eles acabaram voltando para contar que a morte não é tão feia como o pessoal pinta, pelo contrário, existe uma luz no final do tunel, e sempre tem um guia para ir em direção à luz, e lá no final você encontra outras que já morreram e outros tantos que você nunca conheceu, enfim até o presente momento o Vai-Volta tenta convencer que o Amor existe, mas não nessa encarnação nem na próxima, mas no meio dela.
O problema é que o Vai-Volta não demonstra nenhuma pressa para contar a história da vida após a morte, o que faz pensar na tese do Adilson, será que não estamos sendo enganados para essa turma acabar mordendo os nossos pescoços?
Postado por
Frank K Hosaka
às
00:04
2
comentários
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sábado, 5 de janeiro de 2013
A Vida Depois Da Morte Life After Death4
e chegamos ao vídeo 4...
... escusado será dizer que continuam bem interessantes e detalhados os testemunhos registados... :)...
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