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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Os mortos

"O mais engraçado é que os católicos consideram que os espíritos do Rivailismo não são espíritos de mortos, mas de demônios. Já os mortos do Catolicismo podem ser evocados, são "santos", ou almas benditas que estão no céu."> 233


233, você não quis dizer que os evangélicos  consideram que os espíritos são demônios?

Por que os evangélicos acreditam que todos os espíritos são demônios? Por que eles gostam de seguir o VT no que diz respeito a dízimos, falar com mortos, etc?

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal





Amigos, façamos da época de Natal muito mais do que presentes e panetones. Lembremos que é a comemoração do nascimento de Jesus e não comércio, bebidas, festas e roupas novas. 

Feliz Natal para todos vocês. Que o aniversário de Jesus seja de muita paz.

Chico Xavier para o Natal!

Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Destinados à evolução suprema...

... é Jesus quem o revela

"Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai. (São João 14, 12)"

:)...

sábado, 14 de dezembro de 2013

Mais do mesmo...

...para vermos que o contorcionista 233  faz arranjos desinterpretativos sem qualquer respeito pela verdade, basta verificarmos que...

...  se realmente os videntes que ficaram no acampamento profetizando fossem entendidos como mediadores (mediuns) da "palavra de deus vinda diretamenbte de seu espirito", não haveria motivo para alguem julgar que eles estavam cometendo uma transgressão de comunicação indevida, ora essa...

mas enfim... como gostamos de ver o 233 encetando autenticas cambalhotas de desespero desinterpretativo, vou colocar MAIS UM texto biblico que, em apenas duas linhas, mostra à evidencia que muitissimo antes de Kardec/D.Espirita, já era anunciado que o Espirito antecede o corpo carnal e que "este" é escolhido de forma compensatoria ou penalizadora segundo o comportamento "daquele"...


Sabedoria, 8
19. Eu era um menino vigoroso, dotado de uma alma excelente,
20. ou antes, como era
bom, eu vim a um corpo intacto

É claro que o coitado 233 vai dizer (como outros já fizeram)  que isso aí acima não vale porque se admitisse sua validade, suas investidas doentias contra o Espiritismo seriam de imediato aniquiladas/destruidas/detonadas... sem apelo nem agravo... :)...

aguardemos mais piruetada estilo 233 ... :)))...

domingo, 8 de dezembro de 2013

GRANDE MANDELA!!!

... mais um daqueles ESPIRITOS que faz a diferença pela positiva deixou de estar por cá...

Com certeza!!!  no "outro lado", vai estar entre os bons...


Durante muito tempo imaginou-se que sua MISSÃO era impossível de concretizar...

contudo...

... com sua capacidade, simplicidade e boa formação moral, tornou realidade
"o difícil objetivo para o qual VEIO(!!!)"

GRANDE MANDELA,..  A HUMANIDADE NÃO ESQUECERÁ E TE AGRADECE!!!...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Sobre a morte de Cristo

Imagino que todos vocês já ouviram falar do filme "A Paixão de Cristo" de Mel Gibson. 
Gibson é cristão ortodoxo e fez questão de produzir cenas bem sangrentas. Apesar de tudo, ele não segue muito bem os 10 mandamentos, visto que várias vezes foi preso por espancar sua esposa. 

Cristo nasceu, viveu e morreu como judeu. O establishment (ordem ideológica, econômica e política) judaico da época estava louco para ver-se livre de um rabi que considerava herege (e os sacerdotes o acusaram à autoridade romana). Foi então condenado à pena de morte, que naquele tempo era a crucificação, um sofrimento indescritível. 

''Deus, para testar a fidelidade de Abraão, ordenou-lhe que lhe sacrificasse o próprio filho, Isaac, o seu favorito. Você mataria seu filho se Deus lhe pedisse? Olhe bem pra
seu filho e responda: lhe passa pela cabeça atender a tal exigência? Embora Deus
tenha desistido, Abraão estava totalmente disposto a imolar Isaac e, após
amarrá-lo sobre o altar, já levantava a faca para enfiá-la em seu coração, quando
o anjo mandou-o parar e apontou para um cordeiro que apareceu por milagre.

Talvez aí, no gesto de Abraão, tenha nascido o fundamentalismo religioso que tem sido um dos maiores assassinos da história da humanidade: "matar em nome de Deus, porque Deus quer''.

O Cristo massacrado de Mel Gibson é terrível e deve ter sido assim mesmo o seu massacre. Recuso-me a aceitar a ideia de que Deus não tinha modo melhor de salvar a humanidade do que submeter seu filho aos mais atrozes tormentos.

Jesus é Deus?
Nesse caso a coisa se complica ainda mais porque sendo Deus e Homem, como separar o pai do filho? Não consigo aceitar a ideia de que Deus e Jesus são a mesma pessoa.
Os muçulmanos negam a crucificação de Cristo, e o consideram um segundo profeta. Não entendem de jeito nenhum a Santíssima Trindade e acusam os cristãos de politeísmo. Não, eu não concordo com os muçulmanos. Apenas cito aqui o que ouvi de um amigo que professa essa religião.

O Cristo que me interessa é o que prega o amor ao próximo, o que manda dar a
outra face, o Cristo do Sermão da Montanha, o Cristo que detém a mão
justiceira dos que iam apedrejar a adúltera, desafiando-os a olhar para os
próprios pecados. Esse é o Cristo pelo qual seus seguidores deveriam viver.

Não adianta assistir a uma longa sessão de tortura e sair do cinema levando para casa uma coroa de espinhos, um cravo ou uma camiseta de merchandising. Cristo não é um produto.

Gosto de acreditar em um Cristo que ensina a amar ao próximo e não em orações decoradas ou em versículos fatais que se não merecerem crédito, vem o comentário: "Ah, então você não é Cristão"
Não gosto disso e de qualquer outra coisa que não encontre eco em
qualquer dos ensinamentos do Senhor.


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dia de Kardec

No dia 3 de outubro de 1804 nascia em Lyon Hippolyte Léon Denizard Rivail, que veio a ser o Codificador do Espiritismo, conhecido pelo pseudônimo Allan Kardec. Em frente ao local onde existia a residência de sua família foi inaugurado um significativo monumento em homenagem ao destacado cidadão de Lyon, em abril de 2005. Seus livros são as Obras Básicas do Espiritismo.




Leia mais: Kardec – a base fundamental (para quem gosta do espiritismo)

domingo, 15 de setembro de 2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ramadã - O que é isso?

Ramadã ( ou Ramadan) é o nono mês do calendário islâmico. É o mês durante o qual os muçulmanos praticam o seu jejum ritual, o quarto dos cinco pilares do Islam. A palavra Ramadã encontra-se relacionada com a palavra árabe ramida, “ser ardente”, possivelmente pelo fato do Islã ter celebrado este jejum pela primeira vez no período mais quente do ano.

É um tempo de renovação da fé, da prática mais intensa da caridade, e vivência profunda da fraternidade e dos valores da vida familiar. Neste período pede-se ao crente maior proximidade dos valores sagrados, leitura mais assídua do Alcorão, frequência à mesquita, correção pessoal e autodomínio .

É o único mês mencionado pelo nome, por Deus, no Alcorão:
O mês do Ramadã foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e discernimento.

           
É o nono mês do calendário islâmico. Uma vez que o calendário islâmico é lunar, o Ramadã não é celebrado todos os anos na mesma data, podendo passar por todos os meses e estações do ano, conforme a progressão dos anos, porém sua duração é entre 29 e 30 dias.
O mês inicia-se com a aparição da lua no final do mês de sha'ban (oitavo mês no calendário lunar muçulmano).

O jejum é obrigatório a todos os muçulmanos que chegam à puberdade. A primeira vez em que um jovem é autorizado a jejuar pelos pais constitui um momento importante na sua vida e uma marca simbólica de entrada na vida adulta1 , tendo em vista o que diz no Alcorão: "... e aquele dentre vós que presenciou a Lua Nova deste mês (Ramadã), deverá jejuar, e aquele que se encontrar enfermo ou em viagem, jejuará depois o mesmo número de dias...". Alcorão Sagrado (Surat Al-Baqara - C.2, Versículo 185).


Há várias justificativas válidas para não jejuar: enfermidade, gravidez, lactante, menstruação, o idoso ou uma potencia incurável. Se o jejuante comer, beber, ou tiver relação sexual durante o período do jejum, este será anulado. Caso este venha a quebrar inadequadamente seu jejum é obrigatório ao crente jejuar durante 60 dias seguidos1 .

O jejum é observado durante todo o mês, da alvorada ao pôr-do-sol, o jejum também aplica-se às relações sexuais. O crente deve não só abster-se dessas práticas como também não pensar nelas e manter-se concentrado em suas orações e recordações de Deus, sendo neste mês a frequência mais assídua à mesquita. Além das cinco orações diárias (salá), durante esse mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh (oração noturna).

O jejuador deve abster-se de tudo que vai contra a moral, pois o jejum é visto como uma grande prática de disciplina e da doutrina, tanto espiritual como moral. A ação não se limita somente à abstinência de comer ou beber, mas também de todas as coisas más, maus pensamentos ou maus atos. O jejuador deve ser indulgente se for insultado ou agredido por alguém, deve evitar todas as obscenidades, ser generoso, bem mais do que os outros meses e aumentar a leitura do Alcorão.

Bem antes da alvorada, durante a madrugada, há uma pequena refeição (su-hoor) que substitui o café da manhã (pequeno-almoço) habitual, feita com alimentos e bebidas, com a intenção de realizar o jejum que estará por vir, porque o Su-Hoor é uma benção enviado por Deus, segundo o Alcorão.


Ao término de cada dia, com o início do crepúsculo é obrigação do muçulmano quebrar o jejum imediatamente, mesmo antes da oração, suplicando a Deus Criador, segundo relato de Maomé as seguintes palavras: "Se foi a sede, hidrataram-se as veias, e se alcançou a recompensa, com a permissão de Deus".

 O iftar é o momento para reunir os membros da família e os seus amigos numa celebração de fé e de alegria. Após esta refeição, é prática social sair com a família para visitar amigos e familiares e reunirem-se para a prática da oração.

Atualmente, com a ampliação do diálogo interreligioso, algumas pessoas de outras religiões são convidadas a partilhar este momento de convívio e é cada vez mais frequente que cristãos ofereçam e celebrem um iftar para os seus amigos muçulmanos, bem como muçulmanos ofereçam a cristãos.

O que é o Islamismo?
O Islamismo é um sistema religioso fundado no início do século 7 por um homem chamado Maomé. Os muçulmanos seguem os ensinamentos do Corão e tentam seguir os Cinco Pilares.

Maomé clamou ter recebido uma visita do anjo Gabriel. Durante essas visitas do anjo, as quais continuaram por cerca de 23 anos até a morte de Maomé, o anjo aparentemente revelou a Maomé as palavras de Alá (a palavra árabe usada pelos muçulmanos para “Deus”). Essas revelações ditadas formam o que hoje conhecemos de Corão ou Alcorão, o livro sagrado do Islamismo. Islã significa "submissão", derivando de uma raiz que significa "paz". A palavra muçulmano significa "aquele que se submete a Alá".


Os muçulmanos resumem a sua doutrina em seis artigos de fé:

1. Crença em um Deus: os muçulmanos acreditam que Alá seja o único, eterno, criador e soberano;

2. A crença nos anjos;

3. A crença nos profetas: os profetas são os profetas bíblicos, mas termina com Maomé como o último profeta de Alá;

4. A crença nas revelações de Deus: os muçulmanos aceitam certas partes da Bíblia, como a Torá e os Evangelhos. Eles acreditam que o Alcorão seja a perfeita a preexistente palavra de Deus.

5. Crença no último dia de julgamento e na vida futura: todos serão ressuscitados para julgamento no paraíso ou inferno.

6. Crença na predestinação: os muçulmanos acreditam que Alá decretou tudo o que vai acontecer. Os muçulmanos atestam a soberania de Deus com sua frase frequente, inshallah, ou seja, "se Deus quiser".

Os Cinco Pilares do Islã
Estes cinco princípios compõem o quadro de obediência para os muçulmanos:

1. O testemunho de fé (shahada): "la ilaha illa allah. Muhammad Rasul Allah." Isto significa: "Não há outra divindade senão Alá. Maomé é o mensageiro de Alá." Uma pessoa pode se converter ao Islamismo apenas por afirmar este credo. A shahada mostra que um muçulmano acredita apenas em Alá como divindade, o qual é revelado por Maomé.

2. As orações (salat): cinco orações precisam ser feitas todos os dias.

3. Pagar dádivas rituais (zakat): esta esmola é uma certa percentagem administrada uma vez por ano.

4. Jejum (sawm): os muçulmanos jejuam durante o Ramadã no nono mês do calendário islâmico. Eles não devem comer ou beber desde o amanhecer até o entardecer.

5. Peregrinação (hajj): se fisicamente e financeiramente possível, um muçulmano deve fazer a peregrinação a Meca, na Arábia Saudita, pelo menos uma vez. O hajj é realizado no décimo segundo mês do calendário islâmico.

A entrada de um muçulmano no paraíso depende da obediência a esses Cinco Pilares. Ainda assim, Deus pode rejeitá-los. Nem mesmo Maomé sabia ao certo se Alá iria admiti-lo ao paraíso (Surata 46:9; Hadith 5,266).



Portanto:
Os muçulmanos não acreditam em livre arbítrio, visto que “tudo que vai acontecer”  segundo a vontade de Alá (Deus).

Não acreditam em reencarnação, visto que acreditam que serão ressuscitados para julgamento.

Acreditam em paraíso e inferno.

Jesus era apenas um profeta e não filho de Deus.


O Islamismo ensina que se pode ganhar o paraíso através de boas obras e obediência aos Cinco Pilares. A Bíblia, pelo contrário, revela que o homem não pode se comparar com um Deus (Romanos 3:23; 6:23). Apenas por causa da misericórdia e amor de Deus os pecadores podem ser salvos através da fé em Cristo (Atos 20:21; Efésios 2:8-9).


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