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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Colaborar no Blog

Se você deseja ser colaborador desse Blog, mande um e-mail para mim que eu lhe mandarei um convite. 
Esse convite é válido para qualquer pessoa interessada.





*Nihil, suas postagens são importantes, mas não posso lhe fornecer a senha do blog, como antes. Como haviam vários ips entrando no Blog ao mesmo tempo e com a mesma senha, eu recebia constantemente pedidos para redefinir a senha... Portanto, terei o maior prazer em ter você como colaboradora, onde você poderá entrar com sua própria senha e ter os mesmos privilégios (deletar mensagens, comentários), mas entrando com seu e-mail e senha particulares.







Sonia  A.

domingo, 1 de julho de 2012

Cinco anos depois do iPhone

No mês passado, a Apple comemorou o quinto ano de iPhone, e que trouxe um grande impacto em nossas vidas, a maior delas é o Android, um software produzido pelo Google. O núcelo do iPhone é um software chamado iTunes, por onde a Apple vende aplicativos, músicas, jogos e um monte de quinquilharias, cujo aproveitamento é bastante duvidoso.

A estratégia do Sr Steve Jobs foi de enfiar o iTunes garganta abaixo através de um celular com o que há de mais moderno na tecnologia de comunicação, usando como algoritimo a facilidade de uso. Enquanto a Nokia, LG, Samsung, HTC e etc ofereciam celulares com dezenas de teclas, o iPhone mostrou-se bem original, ele só tem um botão, não há como o usuário não saber como usar esse aparelho.

Já o Google foi mais esperto, distribuindo o Android para vários fabricantes de celulares, com suporte aos vídeos em Adobe Flash que você encontra em várias páginas da Web. Steve Jobs jamais aprovou o Adobe Flash no iPhone. Enquanto os Androids tocavam músicas da rádio UOL, os usuários do iPhone só podiam se contentar com a estabilidade do aparelho.

Mas a Adobe já decidiu matar o Flash, o Android também não vai ter esse plug-in. O Sr Steve Jobs estava certo todo tempo, muita bugiganga num só aparelho não dá certo. Veja o caso do Windows, sem qualquer motivo, ele trava, anda devagar. O jeito é padronizar as páginas da Web para o HTML 5, coisa que vai demorar uns vinte ou trinta anos, isso se os paraguaios não explodirem Itaipu ou os ambientalistas de olhos rasgados não destruirem as usinas nucleares do Japão.

Mas o Google já invadiu o iPhone. No mês passado, ela distribuiu através da App Store da Apple o seu poderoso navegador, o Chrome. O Chrome coloca o Safari, o navegador do iPhone, no chinelo. O Google também invadiu o PC, para você escrever uma mensagem no Blog da Sônia só com o Chrome.

E quem saiu ganhando nessa guerra toda? Certamente que foram as operadoras. Para você receber chamadas no seu celular por um mês, você é obrigado a botar no bolso da Vivo a bagatela de R$ 12,00. Para acessar a Internet por um mês a 30 kb/s, a Vivo exige R$ 9,90 por mês. Enfim, a Vivo ganhou tanto dinheiro nessa guerra que depois de cinco anos comprou a vista a Telefonica, a rede fixa de telefones de São Paulo. E daqui a cinco anos, certamente que ela vai comprar a Apple e a Google, ganhando muito mais dinheiro de trouxas que acreditam que é possível conversar através do celular que, aliás, continua tão ruim como era há dez anos...

sábado, 30 de junho de 2012

O fim da legítima defesa

O Estado de S Paulo


O anacronismo da legislação penal e processual penal do País vem gerando situações absurdas, levando cidadãos inocentes, que reagiram a criminosos que os assaltavam à mão armada, a serem processados por crime de homicídio doloso triplamente qualificado.

Só este mês, ocorreram três casos semelhantes. Um aconteceu numa joalheria de Porto Alegre, onde o proprietário, reagindo a um assalto no momento em que abria o estabelecimento, baleou um dos criminosos, que acabou morrendo. Outro caso aconteceu numa tarde de sábado no centro da cidade de Caxias do Sul. Surpreendida em seu apartamento por um ladrão que a ameaçava com uma faca de cozinha, uma senhora de 86 anos tirou da gaveta um revólver calibre 32 que pertencera a seu marido e que estava sem uso há mais de 30 anos e o matou com três disparos.

O terceiro caso aconteceu na região de Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo. Rendido em sua loja por dois assaltantes e levado até um banheiro, um comerciante de produtos de informática aproveitou um momento de distração dos bandidos, sacou uma pistola Glock 380 que guardava na mochila e disparou contra os bandidos. Um deles também disparou um revólver calibre 32. Os bandidos foram feridos e morreram logo após dar entrada no Pronto-Socorro do Grajaú. A loja já havia sido assaltada oito vezes nos últimos três anos.

Apesar de terem agido em legítima defesa, nos três casos as vítimas dos assaltantes podem se converter em réus de ações criminais, correndo o risco de serem condenadas a penas privativas de liberdade a serem cumpridas em prisões de segurança máxima, o que representa uma absurda inversão de valores.

Por não ter registro de arma, por exemplo, a idosa de Caxias do Sul está sendo indiciada por crime de homicídio doloso - quando há intenção de matar. Pela legislação processual penal em vigor, explicou o delegado responsável pelo caso, sua tarefa é apenas elaborar o inquérito criminal e enviá-lo para a Justiça. A propositura de uma ação penal cabe ao Ministério Público e o acolhimento do pedido e a posterior condenação ou absolvição da acusada são de responsabilidade de um juiz criminal.

Já os proprietários da joalheira de Porto Alegre e da loja de informática de São Paulo tinham suas armas registradas pela polícia, como manda a Lei do Desarmamento. Apesar disso, os delegados responsáveis pelo inquérito criminal deixaram-se levar por um formalismo que parece exagerado.

No caso do comerciante paulista, por exemplo, o delegado colocou em dúvida a tese de legítima defesa e, alegando indícios de "reação excessiva" e "excesso doloso", pois um dos assaltantes era menor de idade, prendeu o comerciante na carceragem da delegacia. As testemunhas relataram que os assaltantes agiram com violência e que, após o tiroteio, o comerciante esperou a chegada da polícia, apresentou a arma e prestou depoimento. "Quanto à possibilidade do reconhecimento da legítima defesa, submeto à apreciação do Poder Judiciário, ouvindo representantes do Ministério Público", disse o delegado responsável pelo inquérito.

Ficou evidente que a idosa e os comerciantes apenas reagiram, defendendo seu patrimônio e sua vida. Como imputar exagero na reação que tiveram ao ter a vida ameaçada? Por que indiciá-los e convertê-los em réus, obrigando-os a gastar a poupança de uma vida para contratar advogados de defesa, uma vez que eram pessoas honestas colocadas sob risco em suas residências e locais de trabalho? Apesar de serem obrigados a observar a legislação processual penal, que tem mais de 70 anos, por que os delegados de polícia se deixaram levar por tanto formalismo?

A falta de bom senso na interpretação das leis propicia, assim, um cenário surrealista, no qual têm direitos os bandidos, devendo as vítimas de atos criminosos curvar-se à vontade de seus algozes. E quem se defende dentro de sua própria casa vai para a cadeia por ter ferido um criminoso. Não existe mais legítima defesa?

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Nada acontecec por acaso...

Na verdade... o que faz o quevedozeco 233 desesperar (e outros bestializados profundos) é a muita pureza Espiritual que ocorre no Frei Lui ...

Por exemplo... enquanto nesse quevedo 233 se nota exuberantemente o quão tenebrosa é sua índole...

... nio testemunho dolink abaixo, sobressai com notória NITIDEZ o bom caráter do Espirito que anima o individuo que o desenvolve...

Não tenhamos duvidas(!!)!... ha os raça de vibora, e... os samaritanos do exemplo que Jesus apresentou ao senhor da lei...

...a diferença entre uns e outros é tão oposta quanto a escuridão e a luz...

http://criscwb.blogspot.pt/2007/11/lar-de-frei-luiz.html

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ao MB, com carinho

Feche seus olhos, me dê sua mão, querido.
Você sente meu coração batendo? Você entende?Você sente o mesmo?
Estou apenas sonhando?
Isto que esta queimando é uma chama eterna?

Eu acredito que está destinado a acontecer, querido.
Eu te observo quando você está dormindo,
Você pertence a mim.
Você sente o mesmo?
Estou apenas sonhando?
Ou isto que está queimando é uma chama eterna?


Diga meu nome, o sol brilha através da chuva...
Uma vida toda tão sozinha,
E então você chega e alivia a dor.
Eu não quero perder este sentimento.

Feche seus olhos, me dê sua mão, querido.
Você sente meu coração batendo?
Você entende?
Você sente o mesmo?
Estou apenas sonhando?
Isto que esta queimando é uma chama eterna?

Feche seus olhos, me dê sua mão, querido.
Você sente meu coração batendo?
Você entende?
Você sente o mesmo?
Estou apenas sonhando?
Isto que esta queimando é uma chama eterna?

Isto que está ardendo é uma chama eterna?

Feche seus olhos, me dê sua mão, querido.
Você sente meu coração batendo?
Você entende?
Você sente o mesmo?
Estou apenas sonhando?
Isto que esta queimando é uma chama eterna?

Rádio UOL: Eternal Flame

terça-feira, 26 de junho de 2012

Anne Frank

Quando li pela primeira vez sobre Anne Frank eu estava no ensino fundamental. Foi leitura obrigatória, definida pela professora de português de uma escola pública. Fato que provavelmente não acontece hoje em dia. Não sei se foi à partir desse dia, mas tudo que está relacionado com a I e a II Guerra Mundial passaram então a me interessar.

Relí esses dias sobre Anne Frank. Mas não  "O Diario de Anne Frank" e sim o livro "Anne Frank - Uma Biografia", de Melissa  Muller, que é mais completo.

Anne Frank (Annelies Marie Frank) nasceu em junho de 1929 na Alemanha, filha de pais judeus. Família abastada. Logo mudaram-se para  a Holanda (Amsterdam), fugindo da perseguição antissemita que já estava bem evidente.


Anne sonhava em ser jornalista. Ela também adorava assistir filmes, mas os judeus neerlandeses foram proibidos de ter acesso às salas de cinema a partir de 8 de janeiro de 1941.
Em julho de 1942, Margot Frank (irmã mais velha de Anne)  recebeu uma carta do Jüdische Zentralstelle für Auswanderung (Escritório Central de Emigração Judaica). Era um aviso prévio, ordenando que ela fosse para um dos Campos de concentração nazistas (pois já havia completado 16 anos, e deveria "trabalhar"). Otto Frank (pai de Anne)  então revelou à família seus planos prévios para que eles fossem se esconder em uma espécie de anexo secreto atrás de sua empresa, na rua Prinsengracht, uma rua junto a um dos canais de Amsterdã, onde alguns de seus empregados mais confiáveis os ajudariam.

Em julho de 1942 a família mudou-se para o anexo secreto,  quando Anne tinha 13 anos. Ela havia ganho uma espécie de caderno de seu pai no seu aniversário de 13 anos, o que transformou em diário, contando suas sensações no esconderijo e suas impressões sobre a guerra, os alemães e os judeus. Ficaram nesse esconderijo por aproximadamente dois anos, quando alguém (que até hoje não se sabe quem) os delatou aos alemães.

Em agosto de 1944 a Gestapo invadiu o local e levou a todos. foram todos considerados criminosos (pois estavam escondidos), levados para interrogatórios e depois para campos de concentração. Anne frank, sua irmã Margot e sua mãe Edith foram enviadas  para Auschwitz-Birkenau (sul da  Polônia) e depois transferidas para Bergen-Belsen (Alemanha), onde morreram de tifo (em março de 1945), transmitido  pelos piolhos devido às  péssimas condições de saúde. O pai de Anne, Otto Frank sobreviveu ao holocausto e morreu em 1908, sendo que foi ele quem autorizou a publicação do diário da filha.

A casa que serviu de esconderijo para a família Frank é hoje um museu, em Amsterdam, Holanda.


A ignorância humana destrói os semelhantes. O ódio mata a esperança de inocentes. Hitler foi um louco.



 http://www.annefrank.org/en/



Livros sobre o assunto:  Anne Frank  Uma Biografia - Melissa Muller
                                     A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak
                                     O Menino do Pijama Listrado - John Boyne
                                     O Arquivo de Hitler - Patrik Delaforce



Sonia A.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Solidariedade

A Nihil disse que o Andros está precisando de apoio mas não disse claramente o que aconteceu.
Visitando o Jornal de Debates  descobri que a esposa de nosso amigo faleceu há uma semana e ele encontra-se profundamente entristecido, o que é natural numa ocasião dessas. Não vou escrever lá, pois há necessidade de cadastro. Deixo aqui minhas palavras de conforto.


Meus pêsames.
O melhor remédio é o tempo, embora cicatrizes sempre fiquem em nosso coração.
Sinta-se abraçado, meu amigo Andros.




Sonia Araújo e demais colegas do Blog.

domingo, 24 de junho de 2012

Como ficar podre de rico?

Li um artigo bastante engraçado no Blog do Geraldo Almendra, mais uma indicação do Dr Esio Lopes, que fala que a Forbes estimou em dois bilhões de dólares a fortuna pessoal do Sr Luis Inácio Lula da Silva. O link é esse aqui. O texto é muito pessimista, termina concluindo que não passamos de uma república de cafajestes, onde aplaudimos a aplicação da lei com dois pesos e duas medidas, aos poderosos os louros da vitória, e aos proletários todo o peso da lei.

Essa visão de mundo do Geraldo Almendra é a mesma que eu tenho, muito antes de conhecer a Igreja de Roma. Uma vez ou outra, o padre lê aquele famoso versículo, onde Jesus joga nas costas de Deus a promessa de que tudo o que você pedir ao Pai, Ele lho dará, mas no final o padre sempre acaba colocando um monte de santos no meio do caminho para encaminhar os nossos pedidos, como a Santa Tereza, o Santo Papa, tornando a nossa relação com Deus um longo labirinto de intermediários. Ou seja, o catolicismo é o caminho mais longo para a riqueza pessoal. Mesmo que um católico se atreva a pedir diretamente a Deus o benefício da riqueza desse nosso mundo, é muito raro Deus atender, a única exceção, a meu ver, foi o Lula.

O Geraldo Almendra não cita Deus no caso do Lula, mas com tanta gente acusando o enriquecimento do Lula através da corrupção sem que ninguém faça um Boletim de Ocorrência, isso me faz acreditar que o dedo de Deus está no meio dessa história. Todo mundo sabe que foi Deus que mandou Jesus para esse planeta, que deu todo o seu sangue para nos proteger do fim do planeta há 2012 anos. Ou seja, se estamos aqui, respirando esse ar e sentindo esse calorzinho gostoso, devemos a Jesus por mais essa chance, e a rotina católica de agradecer ao Pai por essa chance, esse é o mínimo que podemos ponderar em nossas vidas.

E se o Lula é mais uma obra de Deus, certamente que nenhum de nós podemos questionar a vontade do Pai. E se o Lula é podre de rico, essa é a forma pedagógica de Deus lembrar que todas as nossas preces que jogamos no labirinto de lamentações chegaram até o seu destino. Ou seja, se não valorizamos a vida como uma oportunidade para estudar, trabalhar, sacrificar as poucas horas de vida que temos para conseguir o nosso espaço nesse planeta, então Deus inventou o Lula, um exemplo clássico de enriquecimento sem mérito algum. Ou seja, se nenhum de nós faz a vontade do Pai, quem somos nós para reclamar da riqueza e glória que o Lula alcançou?

Hippolyte Léon Denizard Rivail

Eu nunca levei o Adilson à sério, hoje comecei a reler os textos dele, e comecei com o rivailismo de que ele tanto fala. Usei o Wikipédia, e ele me linkou no artigo sob o título "Allan Kardec". Fiquei envergonhado, o Adilson estava falando o tempo todo da Doutrina Espírita, só que ao invés de usar o pseudônimo mais conhecido do planeta, ele usou o nome civil do professor que viveu na primeira metade do século XIX, na França.

No mínimo, preciso pedir desculpas ao Sr Adilson. Não dei a importância que devia no tempo do UOL, do Terra e boa parte do Blogue da Sônia (agora, você é obrigado a baixar o Google Chrome, senão você não tem como publicar qualquer mensagem por aqui).

Ou seja, vejo nos comentários do Adilson de que ele critica o espiritismo, começando pelo nome do autor dos livros. Por que ele usa um pseudônimo ao invés de usar o seu nome verdadeiro? O Adilson faz sugerir que o professor tinha vergonha do que andava escrevendo, e para proteger seus filhos, netos, bisnetos e todas as gerações futuras é que ele decidiu deixar o nome de sua família bem longe do que ele andou escrevendo, presumo que fala sobre a existência do espírito.

Ou seja, o espiritismo não passa de uma crônica e que não é para ser levado a sério, esse é o núcleo das mensagens do Sr Adilson. E por que o Sr Adilson tem tanta bronca do professor Rivail? Só nessa semana é que tivemos a resposta: porque ele perdeu oito anos da vida dele, lendo o livro do professor.

É mais ou menos parecido com a minha história. Eu gastei todo o ano de 1984 para ler a Bíblia, e no final não acabei encontrando Deus nenhum, e por isso decidi me ingressar na Igreja Apostólica de Roma para saber como os católicos conseguem adorar algo que não existe, a famosa Missa que ouvi falar desde o tempo de criança. Eu acho a Missa sensacional, não tem nada a ver com a Bíblia, mas é o melhor empreendimento comercial que eu conheci em toda a minha vida, até conhecer o App Store da Apple Inc.

Eu não sei rezar, e várias vezes eu me tropeço, quando tento repetir Ave Maria e o Pai Nosso, em teoria as orações mais fáceis da Igreja Católica. Participei de algumas procissões, bem como fui várias vezes à Nossa Senhora, participei de vários encontros ecumênicos, patrocinados pelo grupo mais avançado da Igreja no Brasil, tendo como principal ícone o Leonardo Boff, até que um dia o chefe lho chamou e deu uma tremenda bronca. Foi uma época divertida e proveitosa. Agora, é a hora da volta da tradição, de cantar a Missa, coisa que eu detesto, mas chefe é chefe, e eu sou apenas um burro que tem que amarrar a corda aonde o chefe manda. Enfim, só existem duas maneiras de ganhar dinheiro: usando o método revolucionário da inovação como mostrou Steve Jobs ou o método tradicional, curvando-se de joelhos à vontade daquele que possui os meios de produção. A Igreja Católica só serve para ensinar a como engolir os desaforos que a gente leva para casa dos chepones, gepones e diretopones. Claro que nem todo católico consegue ficar em silêncio, e muitas vezes dá um murro na mesa do chepone, deixando todo o destino mais uma vez nas mãos de Deus.

Enfim, o Adilson está fazendo a coisa certa, descontando nesse Blogue todo o seu ódio por ter perdido oito anos de sua vida. Eu não sei se Deus existe, se os espíritos existem, mas o alerta do VaiVolta é válido. O Sr VaiVolta lembra uma velha discussão da Igreja Católica sobre Apocalipse do apóstolo João, tudo leva a crer que se trata de eventos futuros, mas muitos chegaram à conclusão de que se trata de um livro criptografado que fala do passado, e que o João teve que usar desse artifício para ludibriar a censura do Império Romano: quem sabe se o professor Rivail não estava na mesma situação? Enfim, há mais coisas do que carne, osso e pó: por que não chamá-los de espírito? E para que usar o nome verdadeiro se o papel aceita nome falso e até profecias falsas?

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A teoria do capacho

A Bíblia é um livro bem difícil de ler, mas o Vai-Volta e o Adilson demonstram habilidade e destreza para procurar nelas a existência do espírito. Com o terceiro capítulo da primeira carta de Pedro, o Vai-Volta chega à conclusão que o Evangelho é uma doutrina para os espíritos e não para as nossas funções orgânicas, a Bíblia não presta para ensinar a comer ou fazer bolo digestivo, isso é automático.

O texto do Pedro deixa mais ou menos claro quem vai pilotar o fogão e quem vai limpar o bolo digestivo, sugerindo às mulheres que sejam submissas aos seus maridos, mas naquela época, haviam princesas que adoravam passar o dia todo adornando os seus dias com maquiagens e bugigangas, e os maridos se faziam de capachos, pilotando o fogão e limpando o bolo digestivo. Tanto num caso como no outro, era e é sempre difícil esconder o desgosto pela vida.

De onde vem esse desgosto?

De acordo com o Sr Vai Volta o desgosto é a prova material da existência do espírito que há em nós, e se um dia Deus decidir arrebatar as nossas lembranças desse planeta, Ele arrebatará somente os espíritos, e não os ossos e a carne, e muito menos o fogão e o bolo digestivo.

Entendi certo, ou preciso ler a carta do Pedro, de novo? Ou seja, para que as coisas funcionem, um manda e outro tem que obedecer. Veja o caso desse blogue, por exemplo, a Dona Sônia decidiu colocar papel de parede horroroso do lado direito e outro mais horroroso do lado esquerdo, e ái daquele que for reclamar. Pode até perder até o direito de resposta... Enfim, a democracia não funciona!