Consegui uma cópia desse filme ontem, na banca do César, no Shopping Popular de Diadema, esse é um filme extraordinário que você deve rodar num blu-ray com uma tevê de 40 polegadas e som a 60 decibéis. Essa é a incrível história de um tigre chamado Mr. Parker que passou a vida toda procurando Deus. Ele começou a sua peregrinação na Índia, de onde ouviu falar da famosa porta estreita. Intrigado, ele queria saber onde ficava a porta estreita.
A porta estreita, como todo mundo sabe, é a Bíblia. O problema é que para passar para essa porta você precisa saber ler, mas todo mundo tinha medo do Sr Parker, ninguém se prontificou a ensinar a ler, o máximo que arranjaram para ele foi um bode na Índia. Completamente analfabeto, a sua vida foi conduzido por pecadores. Botaram o Sr Parker num navio japonês em direção ao Canadá, os pecadores queriam vende-lo num zoológico, na América do Norte.
O Sr Parker invocou Deus de toda a sua alma e todo o seu coração. E Deus ouviu as preces do Sr Parker, e Deus afundou o navio. Só que o Sr Parker não entendeu a mensagem de Deus, e assim ele usou o seu instinto primitivo e abandonou o navio, e nadou, nadou e nadou, até encontrar uma pequena balsa. O Sr Parker logo imaginou que fosse Jesus que veio para salvar os seus pelos, mas, não, era mais um pecador, um menino chamado Pi.
O Sr Parker conseguiu expulsar o menino, mas foi por pouco tempo. Quando a tempestade passou, o Sr Parker viu o Pi lendo o manual de sobrevivência numa situação de naufrágio, e mais uma vez o Sr Parker amargou a triste experiência de ser analfabeto em pleno mar. Ou seja, o Sr Parker viveu no cativeiro desde a sua infância, e agora um menino aprendeu como cativa-lo dentro de um pequeno barco.
O Sr Parker teve que conviver com Pi durante várias semanas, passando sede e fome, e o pior é que não tinha mais coragem para chamar Deus. A última vez que o Sr Parker chamou Deus deixou a sua vida bem pior do que era antes. O final do filme é emocionante. O barco foi atracado por uma corrente que levou os dois para a costa do México, e chegando lá, o Sr Parker decidiu escolher o espaçoso caminho da floresta, sem olhar para trás a famosa porta estreita.
Vale a pena ver o filme, ele é sensacional!
domingo, 3 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
Social
Texto distribuido por Andros 3C - amaral3x@hotmail.com
Segue o relato de interessante experimento realizado em 1931 por um professor, para uma turma que defendia o socialismo como a melhor opção para uma sociedade.
Um professor de economia, numa universidade do Texas, disse que ele nunca havia reprovado um só aluno antes mas, uma vez, tinha reprovado uma classe inteira.
Essa classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam justas. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.
No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
Portanto, todos os alunos repetiram o ano... para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
" É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Segue o relato de interessante experimento realizado em 1931 por um professor, para uma turma que defendia o socialismo como a melhor opção para uma sociedade.
Um professor de economia, numa universidade do Texas, disse que ele nunca havia reprovado um só aluno antes mas, uma vez, tinha reprovado uma classe inteira.
Essa classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam justas. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.
No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
Portanto, todos os alunos repetiram o ano... para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
" É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
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Frank K Hosaka
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Deus Matemático
O 233 citou o matemático Ivan Panin e seus cálculos matemáticos na Bíblia. Eis aqui um breve texto sobre esse matemático, traduzido do site http://www.biblebelievers.org.au/panin2.htm
Eu poderia ter traduzido o conteúdo todo, mas o tempo é curto. E a tradução do Google é terrível.
Foi em 1890 que Panin fez a descoberta da estrutura matemática sublinhando o vocabulário do Novo Testamento grego. Ele estava casualmente a ler o primeiro versículo do evangelho de João, no grego: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus ...".
Panin estava curioso para saber por que a palavra grega para "o" era precedido da palavra "Deus" "em um caso e não o outro. Ao examinar o texto que ele tomou conhecimento de uma relação de números. Esta foi a primeira das descobertas que levaram à sua conversão e descobriu um código numérico extenso.
Foi a curiosidade que primeiro influenciou Panin a começar brincar com os números por trás dos textos. Sequências e padrões começaram a surgir. Isso criou tanta agitação no coração do russo, que dedicou 50 anos de sua vida a vasculhar cuidadosamente as páginas da Bíblia.
A própria Bíblia afirma claramente que é a palavra inspirada por Deus''. As palavras "Assim diz o Senhor '" e "Deus disse"' ocorrem mais de 2.500 vezes ao longo da escritura.
Vamos pegar o número sete como uma ilustração da forma para os padrões de trabalho. Sete é o mais prolífico da série matemática que liga as escrituras juntos. O primeiro versículo da Bíblia: "No princípio Deus criou o céu ea terra" (Gn 1:1), contém mais de 30 diferentes combinações de sete.
No livro do Apocalipse sete positivamente brilha: há sete candelabros de ouro, sete cartas para sete igrejas, um livro selado com sete selos, sete anjos que estão diante do Senhor, com sete trombetas, sete trovões e sete últimas pragas. Na verdade, existem mais de 50 ocorrências do número sete em Apocalipse sozinho.
Ivan Panin nasceu na Rússia em 12 de dezembro de 1855 e morreu em 1942.
Nas línguas originais da Bíblia, principalmente hebraico e grego, não há símbolos separados para números, e letras do alfabeto também são usados para indicar os números.
Este complexo sistema de numeração visível e invisível satura cada livro das Escrituras, enfatizando certas passagens e ilustrando um significado mais profundo. Os 66 livros da Bíblia, 39 no AT e 27 no NT foram escritas por 33 pessoas diferentes.
Esses autores estavam espalhados em vários países do mundo e de origens muito diferentes. Muitos deles tinham pouca ou nenhuma escolaridade. Toda a Bíblia foi escrita ao longo de um período de 1500 anos, com um silêncio 400 anos além dos apócrifos entre os dois testamentos.
" Em tudo estamos simplesmente levados à conclusão de que, se os fatos que apresentei são verdadeiros, o homem nunca poderia ter feito isso.
"Temos de assumir que um Poder superior ao homem guiou os escritores de tal maneira (não sei se eles sabiam ou não), eles fizeram isso e Deus os inspirou a fazê-lo''.
Em 2 Timóteo 3:16 ele afirma: "Toda a Escritura é inspirada por Deus". Então, em 2 Pedro 9:20-21 ele diz claramente: ". Nenhuma profecia das escrituras é de particular interpretação porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram movidos pelo do Espírito Santo ".
Este verso tem sete palavras hebraicas com um total de 28 cartas de 4 x 7. O valor numérico dos três substantivos "Deus", "céu" e "terra" totaliza 777. Qualquer número em triplicado expressa sentido, completa final ou total.
Também sete são a genealogia de Jesus, a conta do nascimento virginal e a ressurreição. Sete ocorre como um número de 187 vezes na Bíblia (41 x 7), a frase "de sete vezes" ocorre sete vezes e "70" ocorre 56 vezes (7 x 8).
Há 21 escritores do Velho Testamento cujos nomes aparecem na Bíblia (3 x 7). O valor numérico de seus nomes é divisível por sete. Destes 21, sete são nomeados no Novo Testamento: Moisés, Davi, Isaías, Jeremias, Daniel, Oséias e Joel. Os valores numéricos desses nomes é 1554 (222 x 7). O nome de David é encontrada 1134 vezes (162 x 7).
______________________________________________________________
Cruzes! Parece aqueles filmes de suspense...
Acho que o que combina com a leitura desse texto é a música "O Fortuna", da ópera Carmina Burana. Todas as letras de Carmina Burana são retiradas de mais de 200 poemas medievais que são sobre: amor não correspondido; que estranha é a igreja, governo...
SA
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Apocalipse
Sabe quem foi João de Patmos ou São João de Patmos?
O autor do Apocalipse, parte integrante do Novo Testamento. Acredita-se que também possa ter sido o mesmo João, autor do quarto Evangelho, que foi discípulo de Jesus, mas não se tem certeza. Patmos é uma ilha da grécia, local de banimento (exílio) nos tempos de perseguição romana e até hoje lá existe uma caverna que acredita-se foi usada por João para escrever o Apocalipse.
O fato é que João faz uma leitura econômica, política e social do momento do conflito, explica as causas dele e anuncia como será o fim daqueles dias: a vitória dos que sofriam, do bem sobre o mal. A cada capítulo, o autor procurava passar uma mensagem de conforto que, longe de produzir conformismo, pretendia ajudar o povo a entender aquela situação, resistir e enfrentá-la. Algo como “continue na luta que você vencerá”.
SA
Baseado em: http://www.istoe.com.br/reportagens/184615_O+APOCALIPSE+SEGUNDO+A+BIBLIA+
O autor do Apocalipse, parte integrante do Novo Testamento. Acredita-se que também possa ter sido o mesmo João, autor do quarto Evangelho, que foi discípulo de Jesus, mas não se tem certeza. Patmos é uma ilha da grécia, local de banimento (exílio) nos tempos de perseguição romana e até hoje lá existe uma caverna que acredita-se foi usada por João para escrever o Apocalipse.
O fato é que João faz uma leitura econômica, política e social do momento do conflito, explica as causas dele e anuncia como será o fim daqueles dias: a vitória dos que sofriam, do bem sobre o mal. A cada capítulo, o autor procurava passar uma mensagem de conforto que, longe de produzir conformismo, pretendia ajudar o povo a entender aquela situação, resistir e enfrentá-la. Algo como “continue na luta que você vencerá”.
Mais do que o fim do mundo, o Apocalipse de João anunciava,
portanto, o fim dos que mandavam no mundo. Acontece que o Apocalipse
(apokálypsis, em grego, significa revelação) e outros textos do gênero – que
começaram a surgir pelo menos 200 anos antes do de João – são férteis em
metáforas e passagens fantásticas. E é esse traço que dá margem a
interpretações acerca do fim dos tempos por parte de diferentes correntes
religiosas. Personagens e passagens como a besta (que seria, muito
provavelmente, o imperador Nero, segundo o Apocalipse de João), o dragão que
persegue os descendentes de uma mulher (a Igreja Católica), o cordeiro (Jesus
Cristo) enviado dos céus para julgar os homens e os mil anos de paz na Terra
vão sendo relidos ao mesmo tempo que fatos históricos, como a ascensão de
Hitler, o comunismo, a Guerra Fria e o 11 de Setembro, ganham contornos de
sinais do final de tudo.
Entre os judeus, os textos de caráter
apocalíptico se encontram no Livro de Daniel, no Antigo Testamento, e não no de
João. Em comum com os escritos seguidos pelos católicos estão, entre outros
pontos, a vinda de um juiz, no caso o Messias, e a ideia de que a história
caminha para o seu final. A batalha do bem contra o mal, porém, não tem
destaque na literatura rabínica.
Religião monoteísta como o catolicismo e o
judaísmo, o islã também conta com uma teologia apocalíptica. Segundo o
“Alcorão” e as profecias de profetas como Jesus, Abraão e Mohammad – existem,
no total, 124 mil profetas –, Deus daria pequenos sinais (como a banalização da
vida e da morte, as mudanças climáticas bruscas e o fato de o homem imitar a
mulher na maneira de se vestir) e grandes avisos (a vinda do anticristo, o
retorno de Jesus, a grande guerra mundial, a inversão da rotação da Terra e o
nascimento do Sol no Ocidente) da proximidade do fim dos dias. Os muçulmanos
aguardariam o retorno de Jesus, que eliminaria o anticristo. Um reino de paz se
estabeleceria até um novo tempo de injustiças se reiniciar. Cristo, então,
morreria e com ele seus fiéis. Na Terra restariam os injustos, que seriam
eliminados no fim do mundo.
O “Hallelujah Chorus” é uma obra de coral inteiramente sobre Jesus Cristo. Porém, o “Hallelujah Chorus “, especificamente, é praticamente a trilha sonora para sua suposta segunda visita à Terra. É o fim do mundo como Jesus o conhece: Ele comanda o total extermínio em cima de uma nuvem negra monstruosa enquanto tudo abaixo se colapsa.
Cada peça de música é uma parte da vida de Cristo, do início ao fim até depois do fim. O “Hallelujah Chorus” obteve sua letra a partir do Apocalipse. Estamos todos gritando, enquanto Jesus termina o mundo que nos rodeia. Dizem que quando Handel terminou “Hallelujah Chorus”, foi encontrado chorando. Seu assistente perguntou o que havia acontecido, e Handel respondeu: “Eu pensei ter visto o rosto de Deus”.
Anuncia também a segunda vinda como O Reino Eterno do Cordeiro( coro “Worth is the Lamb”).
A música é linda, divina. Arrepiante. Handel era um gênio... SA
Baseado em: http://www.istoe.com.br/reportagens/184615_O+APOCALIPSE+SEGUNDO+A+BIBLIA+
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Os riscos do Espiritismo
Os riscos do Espiritismo
Integralmente do site: http://hypescience.com/espiritismo-transtorno-mental/
Autora do texto: Fernanda Marinho (farmacêutica)
Integralmente do site: http://hypescience.com/espiritismo-transtorno-mental/
Autora do texto: Fernanda Marinho (farmacêutica)
Há muito tempo o assunto espiritismo versus transtornos mentais vêm sendo destaque em muitas discussões infinitas e polêmicas. Realmente, é complexo falar ou escrever sobre assuntos que envolvam diversas opiniões e pontos de vista.
Portanto, antes de qualquer coisa, deixo claro aqui que não estarei defendendo nem contrariando nenhum tipo de crença, visto que o propósito aqui é a preocupação com os portadores destes transtornos diante destas situações conflitantes as quais, muitas vezes, sem querer, eles são envolvidos. Pense agora, como se você fosse portador de um transtorno mental ao qual um dos sintomas é alucinação, (pode ocorrer na esquizofrenia, por exemplo).
Um dia você sai de sua casa para o trabalho, como de costume, e ao voltar para sua casa percebe algo estranho no seu quarto. Um vulto que rapidamente passou próximo a sua cama. E fica, a princípio, muito assustado, mas deixa passar, por que imagina que pelo cansaço deva estar “imaginando coisas”. Pois bem, no outro dia, quando acorda, percebe que ao fazer o café sente um calafrio, e aquela sensação de medo do dia anterior, volta a perturbar.
Agora, você começa a ficar inseguro, pois, até então, não costumava sentir medo dentro de sua própria casa. Sendo assim, ao ir para o trabalho, comenta com um amigo o que vêm ocorrendo, e este, assim que você termina de explicar, o encaminha para um “centro de espiritismo” (poderia ser qualquer outro local, de acordo com crença de cada um). Você vai, pois acredita que possa realmente ser algo “do além da imaginação” que o esteja confrontando.
Depois de ter frequentado por sete dias o local, e ter praticado as orações, percebe que apesar de estar mais calmo, às vezes continua tendo as mesmas sensações de medo, agora acompanhadas de certo tipo de desconfiança. É como se aquele vulto o quisesse prejudicar. Sendo assim, você decide ir ao psiquiatra, já que a situação tem ficado próxima do insuportável. Chegando a consulta, explica detalhadamente ao médico todos os acontecimentos e responde a um pequeno questionário com conteúdo especifico para portadores de transtornos mentais.
Ao final da consulta, o médico conclui que realmente você vem tendo descargas emocionais de alto peso, além de morar sozinho e não poder contar com o apoio familiar em muitas situações de sua vida, e que estes fatos o sobrecarregaram, ocasionando um transtorno mental.
Você finalmente consegue olhar para si mesmo, e enxergar a sua vida. Seria um espírito maligno, ou seria um peso muito grande que você não estava mais conseguindo suportar sozinho?
Entendem como é complicada a relação entre o espiritismo e o transtorno mental? É claro, que quando a pessoa tem fé, e, portanto, tem algo com o que possa contar e se apoiar, fica mais fácil suportar os “pesos da vida”, mas se ela não olhar para si mesma, e observar o que está fazendo com sua mente e vida, talvez as consequências sejam graves demais para suportar sozinha.
______________________________________________________________________
A autora do texto, apesar de afirmar no segundo parágrafo que "não estarei defendendo nem contrariando nenhum tipo de crença", claramente cita somente a influência do Espiritismo como principal responsável pelo possível mascaramento de um problema mental.
Se a pessoa em questão fosse encaminhada para uma igreja Evangélica (ou se fosse Evangélico), com certeza o pastor diria que é um demônio. Se fosse encaminhada para uma igreja Católica (ou se fosse católica) possivelmente seria aconselhado a pedir missas por alguma alma sem paz.
Se a pessoa fosse encaminhada direto para um neurologista ou psiquiatra, seria entupida de medicação de tarja preta e sessões de psicanálise para que se curasse de sua alucinação. É um fato bastante controverso.
O mesmo ocorre na odontologia. Se um paciente extraiu um molar há anos e o dente vizinho migrou para o espaço anteriormente ocupado por ele, mas não preencheu o espaço, estando meio cá e meio lá, meio torto, meio inclinado, meio feio, qual a solução?
Se procurar um ortodontista, que é meu caso, eu aconselharia a colocar um aparelho fixo e alinhar o dente na arcada.
Se procurar um implantodontista, ele poderá aconselhar até a extrair o dente para colocar um implante, afirmando que o molar não está bem, problemas periodontais, estética feia, etc. E desaconselharia o tratamento ortodôntico por ser tratamento longo.
Se procurar um outro profissional, talvez aconselhe a fazer um canal e a colocar uma prótese.
O conselho é dado conforme o meio em que vive quem aconselha.
No caso dito acima, em que a pessoa vê vultos, a culpa não é do Espiritismo e nem de nenhuma religião. O problema está na pessoa. Seria stress? Preocupações excessivas? pode ser até causado por uma medicação que está sendo tomada atualmente pela pessoa.
Outro dia eu pensei ter visto uma freira de hábito branco na sala de minha casa. Era domingo à tarde, e eu estava lendo uma revista. Levantei os olhos da revista e me pareceu ver uma freira. Algo que durou segundos. Foi muito rápido. Pude até ver um cordão branco na cintura da imagem que vi. Uma senhora idosa.
Não tive medo. Fiquei só pensando porque haveria de ter visto uma freira, sendo que não havia pensado em freiras? Seria Irmâ Josefa?
Acabei por esquecer o que tinha visto. Comentei com o 233.
A melhor solução seria procurar um médico e depois auxílio da religião. Sem extremismos.
SA
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Poesia Contemporânea
Por Paulo Santoro
Algum poeta alguma vez disse alguma coisa como "não há arte revolucionária sem linguagem revolucionária". Essa frase é apenas de efeito (a lógica pode desmascarar frasismos) ou deve ser vista como parâmetro realmente funcional para a avaliação de percursos artísticos?
O mercado cultural barateou os dignos nomes de cada arte, esvaziando sua estética, e o criador autêntico sabe que deve contrapor-se a isso. Parece-me consciente, por exemplo, a revolução de Brecht, que inovou e sempre se dispôs a formar e informar seu público, trazendo-o realmente à reflexão. Sua "revolução" participava um conteúdo de sensível relevância.
Mas muita poesia que tem sido feita hoje — com base em impressões supérfluas do cotidiano, palavras esparramadas e muito desejo de concisão astronômica — relega ao leitor um papel subalterno de desvendador de quebra-cabeças miúdos. O leitor não forma seu bom gosto pela estética formal, nem se informa pelo conteúdo: cabe-lhe admirar o maneirismo lacunoso do rabiscador de letras minúsculas em poemas de caixa-baixa.
Ocorria o contrário com nossos últimos "papas". João Cabral e Drummond são espetaculares porque uniram, a um trabalho formal peculiar e enriquecido, conceitos humanos de importância. Severas críticas modernas à sociedade em nosso século foram armadas pelos concretistas originais. Se João Cabral ou José Paulo Paes exigem às vezes que o leitor dedique-se para alcançar suas idéias, os louros conquistados pelo vencedor acabam como bastante concretos em seu espírito. Seu leitor não é um ser inferior.
O que aconteceu? Para sobreviver neste mundo em que o capitalismo "venceu" — para sobreviver como ideólogo mesmo, não como ser físico — o poeta contemporâneo tem precisado apoiar-se numa profunda egolatria. Se não se auto-enganar (utilizando aqui a análise de Eduardo Gianetti), cerrará as portas de seu botequim de poesia e procurará outra coisa para fazer. Enquanto os capitalistas lideram no mercado das artes com seus padrões rígidos de execução (isso vale para cinema, música, literatura, teatro), certos poetas (profissionais ou amadores — como discerni-los, num mercado tão restrito e de tanto prejuízo?) precisam se resguardar numa ebúrnea torre de arrogância.
Entretanto a aflitiva precipitação desses poetas a tudo que pareça ruptura formal perde-se no curioso engano dos retardatários: um modelo já usado apenas parece inovador, mas não revoluciona mais, o que só deverá ser percebido no momento de historiarmos esta fase.
Em que período literário vivemos? O dos epígonos do concretismo!
Algum poeta alguma vez disse alguma coisa como "não há arte revolucionária sem linguagem revolucionária". Essa frase é apenas de efeito (a lógica pode desmascarar frasismos) ou deve ser vista como parâmetro realmente funcional para a avaliação de percursos artísticos?
O mercado cultural barateou os dignos nomes de cada arte, esvaziando sua estética, e o criador autêntico sabe que deve contrapor-se a isso. Parece-me consciente, por exemplo, a revolução de Brecht, que inovou e sempre se dispôs a formar e informar seu público, trazendo-o realmente à reflexão. Sua "revolução" participava um conteúdo de sensível relevância.
Mas muita poesia que tem sido feita hoje — com base em impressões supérfluas do cotidiano, palavras esparramadas e muito desejo de concisão astronômica — relega ao leitor um papel subalterno de desvendador de quebra-cabeças miúdos. O leitor não forma seu bom gosto pela estética formal, nem se informa pelo conteúdo: cabe-lhe admirar o maneirismo lacunoso do rabiscador de letras minúsculas em poemas de caixa-baixa.
Ocorria o contrário com nossos últimos "papas". João Cabral e Drummond são espetaculares porque uniram, a um trabalho formal peculiar e enriquecido, conceitos humanos de importância. Severas críticas modernas à sociedade em nosso século foram armadas pelos concretistas originais. Se João Cabral ou José Paulo Paes exigem às vezes que o leitor dedique-se para alcançar suas idéias, os louros conquistados pelo vencedor acabam como bastante concretos em seu espírito. Seu leitor não é um ser inferior.
O que aconteceu? Para sobreviver neste mundo em que o capitalismo "venceu" — para sobreviver como ideólogo mesmo, não como ser físico — o poeta contemporâneo tem precisado apoiar-se numa profunda egolatria. Se não se auto-enganar (utilizando aqui a análise de Eduardo Gianetti), cerrará as portas de seu botequim de poesia e procurará outra coisa para fazer. Enquanto os capitalistas lideram no mercado das artes com seus padrões rígidos de execução (isso vale para cinema, música, literatura, teatro), certos poetas (profissionais ou amadores — como discerni-los, num mercado tão restrito e de tanto prejuízo?) precisam se resguardar numa ebúrnea torre de arrogância.
Entretanto a aflitiva precipitação desses poetas a tudo que pareça ruptura formal perde-se no curioso engano dos retardatários: um modelo já usado apenas parece inovador, mas não revoluciona mais, o que só deverá ser percebido no momento de historiarmos esta fase.
Em que período literário vivemos? O dos epígonos do concretismo!
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Frank K Hosaka
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Erros no Telecurso 17 de Matemática
Antes de mais nada, o crédito desse comentário pertence ao Adilson, colaborador do Blogue da Selma, que encontrou no YouTube o vídeo que foi exibido na Globo às 5:30 hs da manhã de 20/02/2013. Eu pedi ajuda à Central Globo de Relacionamento bem como à Fundação Roberto Marinho para localizar o vídeo, mas nenhum dos dois se prontificou em me responder.
De acordo com o Wikipedia, o Obelisco de São Paulo tem uma altura de 72 metros, mas na tele aula foram apresentados três artistas que usaram o teorema de Tales para calcular outra altura: 112,50 metros.
Eles pegaram um pau de 1 metro, e mediram a sombra dela de 1,25 metro.
Eles mediram a sombra do obelisco de 90 metros.
E usaram a clássica regra de três, inventado por Tales em 6 A.C. A sombra do pau está para a altura do pau, assim como a sombra do obelisco está para a altura do obelisco, o famoso x da questão. Assim temos:
1,25 / 1 = 90 / x -> simplificando, temos x = 90 / 1,25, o que dá 72 metros, mas o tele curso calculou 112,50 metros, ou seja, ao invés deles dividirem a sombra do obelisco com a sombra do pau, eles multiplicaram, ou seja, ninguém seguiu o primeiro teorema de Tales que reza para fazer a prova dos nove pelo menos três vezes.
Outro erro crônico da tele aula é a trena de noventa metros, coisa que não existia em 6 A.C. e muito menos em 2013 D.C., o máximo que você encontra é uma trena de 10m, o programa não explica de onde surgiu essa trena bem dotada.
Outro erro crônico é que eles desprezaram o movimento dos corpos celestes. No tempo de Tales, os astros giravam em torno da Terra, é o que o pessoal chamava de teocentrismo. Depois do fiasco da Nasa em 1969, o pessoal começou a adotar o heliocentrismo, após a declaração de Armstrong de que é a Terra que gira em torno do Sol. Não importa quem gira em torno de quem, é possível que o Sol e a Terra girem em torno da Lua, isso só será possível de verificar quando conseguirmos colocar uma nave fora da órbita da Terra, mas de acordo com o Sr MB, isso não é possível de ser feito, por mais que a Petrobrás subsidie o combustível. Na tele aula, os três artistas mediram primeiro a sombra do pau, e depois mediram a sombra do obelisco, quando o correto é medir as duas sombras ao mesmo tempo, para evitar que o movimento dos corpos celestes alterem o resultado.
E finalmente o tele curso desprezou completamente o teorema de Tales, a regra de três só funciona se a sombra do pau e a sombra do obelisco estiverem em sentido paralelo, o que não é possível de ser feito em São Paulo, pois todo o terreno é torto.
Para corrigir esse problema, eu gostaria de sugerir à Fundação Roberto Marinho a convidar o Sr MB, usá-lo numa catapulta do tempo do Tales, lança-lo no topo do obelisco, e de lá o Sr MB solta um barbante, e depois de esticado, o Sr MB corta o barbante. Eu só não sei como tirar o Sr MB do topo do obelisco.
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Frank K Hosaka
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Voobys
O Adilson me orientou a buscar o telecurso sobre o Teorema de Tales no YouTube, e fiquei imaginando como copiar o vídeo no meu celular no formato mp4 para apresentar ao meu irmão. Usando o Google, encontrei a seguinte resposta.
Imagine que você está vendo a Ivete Sangalo e a Paula Fernandes nesse endereço:
http://www.youtube.com/watch?v=NydhvZUXUsg
Para você baixar o vídeo no seu PC, mude a palavra "youtube" para "voobys", assim:
http://www.voobys.com/watch?v=NydhvZUXUsg
Você vai receber o alerta de que o seu PC ficará vulnerável ao usar esse aplicativo, e ele só vai executar o programa se você assumir o risco por conta própria. Apesar da mensagem ser bastante ameaçadora, essa é forma mais fácil que eu encontrei para baixar o vídeo.
Imagine que você está vendo a Ivete Sangalo e a Paula Fernandes nesse endereço:
http://www.youtube.com/watch?v=NydhvZUXUsg
Para você baixar o vídeo no seu PC, mude a palavra "youtube" para "voobys", assim:
http://www.voobys.com/watch?v=NydhvZUXUsg
Você vai receber o alerta de que o seu PC ficará vulnerável ao usar esse aplicativo, e ele só vai executar o programa se você assumir o risco por conta própria. Apesar da mensagem ser bastante ameaçadora, essa é forma mais fácil que eu encontrei para baixar o vídeo.
Postado por
Frank K Hosaka
às
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Paula Fernandes e a Santa Inquisição
Paula Fernandes diz que é espírita e enfrenta protestos
No dia 21 de janeiro, Paula Fernandes participou do programa "Show Business" da Band, durante a entrevista ela afirmou que é espírita, porém, segundo matéria publicada no "F5" nesta quarta-feira (20), muitos fiéis da Testemunha de Jeová se revoltaram e pediram um boicote do trabalho da cantora.
No programa, a cantora sertaneja disse ao apresentador João Doria Jr. que: "Tenho comigo que só a doutrina espírita ou algo ligado a isso justifica muitas coisas que eu sinto, meu dom. Eu acho que a gente nunca está sozinho, eu não componho sozinha".
Após a declaração, alguns fãs evangélicos começaram uma revolta nas redes sociais. "Agora descobri a porta que eu mesma tinha aberto para satanás, destruí prontamente o DVD que tinha dela", publicou um usuário do Facebook, segundo o "F5".
Na terça-feira (19), Paula Fernandes se manifestou no seu perfil no Twitter. "O que a bíblia prega? Respeito ou preconceito? Viva a liberdade de expressão!", postou a cantora.
Veja a Reportagem no YAHOO
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É impressionante e imperdoável que no ano de 2013 existam pessoas que acreditam que uma determinada pessoa tem que ser "boicotada" pela religião que tem. Não estamos na idade Média, a idade das Trevas e da ignorância.
O boicote partiu das Testemunhas de Jeová e dos Evangélicos, sendo que um Evangélico do twitter até teve coragem de destruir o DVD que havia comprado.
J. J. Rousseau disse que "todo homem nasce bom, é a sociedade que o corrompe". Para alguns Evangélicos (sei que não são todos) , todos nascem bons e é o diabo quem os corrompe... Essa deveria ser a frase...
Outro dia li que lá na Nova Guiné queimaram uma moça viva porque foi acusada de feitiçaria. Achei um absurdo, mas parece que a mentalidade aqui no Brasil está mais ou menos próxima disso. Se pudessem queimariam a Paula Fernandes. Sua canção, sua voz e beleza merecem menos atenção porque ela é Espírita? Ou seja lá o que for? E que satanás é esse que mora no DVD da moça?
*Já adianto que não sou fã de música sertaneja, mas admiro a beleza e a voz de Paula Fernandes.
*Também adianto dizendo que acredito que nem todos os Evangélicos e nem todas as Testemunhas de Jeová partilham do mesmo pensamento.
SA
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Como cuidar da alma?
Estava ouvindo o rádio, na tentativa de pescar um sono merecido, mas acho que estou com febre ou está calor demais, e não consigo dormir. Mas aqui eu deixo o meu elogio à equipe do Bispo Edir Macedo. Eles vão montar a escola do amor lá na zona leste de São Paulo, esqueci o endereço, eu sei que é às 17:00, um horário bem complicado, no dia 28 de fevereiro de 2013. Eles prometem ensinar pessoas solteiras como eu a se preparar para viver a dois, e no programa eles colocaram vários casais que saíram felizes, depois de frequentar a escola. Ouvi várias histórias de casais que estão casados há mais de três meses, que lindo!
A seguir escutei outro convite que me deixou bastante emocionado. O locutor perguntou qual o bem mais precioso que você tem na sua vida? Eu logo pensei no meu celular. É seu patrimônio? continuou o locutor. É sua família? É sua alma? As pessoas e os bens patrimoniais passam ao longo do tempo, e o que fica é a alma. Logo, você faz melhor se investir na sua alma. Você não tem como cuidar do seu carro a todo momento, uma hora você terá de deixar na mão do manobrista. O mesmo acontece com o seu bebê, não há como cuidar dele o dia todo, uma hora você terá de deixa-lo na mão da babá. O mesmo acontece com a sua alma. E assim o locutor convida para deixar a sua alma nas mãos do bispo Edir Macedo. A seguir vem aquelas canções dos anos cinquenta, bem conveniente para quem tenta dormir altas horas da madrugada.
No tempo do UOL, havia um vídeo que o pessoal repetia copiosamente, mostrando o Bispo e o seu carisma com os seus discípulos, falando da estratégia de nunca vacilar diante de um fiel. Você precisa botar o fiel contra a parede, e arrancar tudo dele para deixar nas mãos seguras de Jesus. Nenhum padre tem a menor chance de competir com o Bispo Edir Macedo, mas a minha alma ficou lá atrás, na cidade de Campinas. Aqui em São Paulo, eu sou apenas uma enorme barriga empurrado pela agenda do meu celular, eu fico quase sempre irritado, quando não consigo liquidar as minhas tarefas, e mais irritado ainda quando aparecem muitos outras tarefas que não esperava, nunca consigo liquidar as pendências passadas, presentes e futuras.
Claro que muitas vezes junto as mãos, e lembro da minha alma que deixei lá atrás. O correto é eu voltar a Campinas e resolver de vez esse problema, mas a minha intuição é mais forte e me pede para deixar onde está. Não há como parar o tempo e nem a vida, mas a alma eu deixei lá em Campinas, o melhor de mim deixei para trás, e certamente serei um péssimo aluno na escola do amor do Bispo. Aliás, conhecendo a reputação do Bispo, o meu medo é perder o celular e eu ficar sem mais nada. Pelo menos eu posso me vangloriar de psicografar as minhas próprias palavras, sem ter alma nenhuma.
A seguir escutei outro convite que me deixou bastante emocionado. O locutor perguntou qual o bem mais precioso que você tem na sua vida? Eu logo pensei no meu celular. É seu patrimônio? continuou o locutor. É sua família? É sua alma? As pessoas e os bens patrimoniais passam ao longo do tempo, e o que fica é a alma. Logo, você faz melhor se investir na sua alma. Você não tem como cuidar do seu carro a todo momento, uma hora você terá de deixar na mão do manobrista. O mesmo acontece com o seu bebê, não há como cuidar dele o dia todo, uma hora você terá de deixa-lo na mão da babá. O mesmo acontece com a sua alma. E assim o locutor convida para deixar a sua alma nas mãos do bispo Edir Macedo. A seguir vem aquelas canções dos anos cinquenta, bem conveniente para quem tenta dormir altas horas da madrugada.
No tempo do UOL, havia um vídeo que o pessoal repetia copiosamente, mostrando o Bispo e o seu carisma com os seus discípulos, falando da estratégia de nunca vacilar diante de um fiel. Você precisa botar o fiel contra a parede, e arrancar tudo dele para deixar nas mãos seguras de Jesus. Nenhum padre tem a menor chance de competir com o Bispo Edir Macedo, mas a minha alma ficou lá atrás, na cidade de Campinas. Aqui em São Paulo, eu sou apenas uma enorme barriga empurrado pela agenda do meu celular, eu fico quase sempre irritado, quando não consigo liquidar as minhas tarefas, e mais irritado ainda quando aparecem muitos outras tarefas que não esperava, nunca consigo liquidar as pendências passadas, presentes e futuras.
Claro que muitas vezes junto as mãos, e lembro da minha alma que deixei lá atrás. O correto é eu voltar a Campinas e resolver de vez esse problema, mas a minha intuição é mais forte e me pede para deixar onde está. Não há como parar o tempo e nem a vida, mas a alma eu deixei lá em Campinas, o melhor de mim deixei para trás, e certamente serei um péssimo aluno na escola do amor do Bispo. Aliás, conhecendo a reputação do Bispo, o meu medo é perder o celular e eu ficar sem mais nada. Pelo menos eu posso me vangloriar de psicografar as minhas próprias palavras, sem ter alma nenhuma.
Postado por
Frank K Hosaka
às
02:16
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