Carlos Nealdo em O Estado de S Paulo
MACEIÓ - Agentes penitenciários do Presídio Desembargador Luiz de Oliveira Souza (PDOS), localizado no município de Arapiraca, a 127 km de Maceió, apreenderam um gato que tentava entrar no local carregando, preso ao corpo, serras, brocas, fone de ouvido, cartão de memória, aparelho celular, baterias e um carregador. O fato inusitado aconteceu na madrugada do dia primeiro, momentos depois da virada de ano. O flagrante aconteceu na entrada principal do presídio, guardada por agentes que estavam de plantão.
A quantidade de material surpreendeu até mesmo o superintendente do PDOS, tenente-coronel Carlos Luna, que abriu procedimento para investigar a origem do animal e dos objetos.
Considerado presídio de segurança média, o lugar - que está localizado ao lado da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) em Arapiraca - abriga atualmente 263 detentos, todos considerados suspeitos pela ação do gatuno. "Fica difícil de saber quem é o responsável pela ação, uma vez que o gato não fala", informou a gerência do presídio, através de assessoria de imprensa.
Segundo ela, esta é a primeira vez, desde que o presídio foi inaugurado, em setembro de 2002, que um animal tenta entrar no local carregando material considerado de contravenção. "Geralmente, isso acontece com seres humanos que tentam levar objetos para os presidiários", ressaltou.
O gato, considerado pela gerência do presídio como o mais inocente da história, foi encaminhado para o Centro de Zoonoses do município, onde ficará detido, não como presidiário, mas para receber cuidados dos veterinários.
sábado, 5 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
A vida antes da morte - parte 4 de 99
O meu irmão foi passear na praia, com a esposa e filha, só que antes disso, ele deixou um novo micro para eu configurar; o micro é bem bacana, acho que a tela é de 25 polegadas, e ele é sensível ao toque. O mouse e o teclado é a base de bluetooth. O HD é impressionante, ele tem um terabyte, e o máximo que consegui instalar foi 50 gb.
O maior arquivo que eu coloquei no micro foi Jornadas nas Estrelas, aquele em que Spock tenta salvar o planeta Klingon, mas acabou criando um buraco negro artificial e com ele criou uma nova curva no tempo, onde Kirk não é mais o capitão da Enterprise, mas apenas um recruta que levou o filme todo para se tornar capitão.
Ele é um mp4 de 1 gb. Para ocupar todo o HD, eu precisaria copiar 950 longa metragens, no formato mp4.
Então, pensei em copiar um pseudo-blu-ray do César lá do Shopping Popular que ainda continua cobrando R$ 10,00 por filme. Tive que voltar duas vezes, pois a assistente do Cesar me passou uma cópia para o 3D, coisa que ainda não tenho. Botando o filme Frankenweenie no DVD Player do micro, encontrei na pasta chamada BDMV, uma outra pasta chamada Stream, e dentro dela um gigantesco arquivo de 5 gb com o nome 000.m2ts, que o Windows chama de vídeo AVCHD.
Copiar arquivos grandes é problema. Um mp4 de 1 gb leva quase dois minutos. Pela regra de três, um AVCHD de 5 gb levaria dez minutos. Isso não é muito tempo, o problema é saber se o Windows 7 é capaz de abrir esse tipo de arquivo.
Usei o Windows Media Player, e consegui botar o filme na tela do novo micro, só que estava sem som.
Então, peguei R$ 10,00, e fui lá no Shopping Popular em busca do PowerDVD 12. Cada programa pirata é uma novela, eu levei duas horas para ativar o PowerDVD. Na pasta CRACK, a orientação era de copiar todo o conteúdo da pasta CRACK no mesmo diretório onde foi instalado o PowerDVD, só que eu copiei a pasta inteira, e depois de muito ler é que entendi quando ele falou apenas do conteúdo.
Depois que consegui ativar o PowerDVD, ele trouxe a imagem e o som, mas no caso do Frankenweenie, ele não me deu a opção de ativar a legenda. O filme só tem áudio para o inglês, coisa que eu não entendo bolhufas, a não ser help, fuck, don't worry, e por ai vai. Fiz mais testes com outros filmes da minha coleção, ele conseguiu abrir Rio dublado em português, ele não conseguiu abrir MI-IV e nem Vingadores do Futuro.
O PowerDVD 12 diz que já existe uma nova atualização no Cyberlink, mas eu já perdi R$ 10,00 - imagine eu gastar 40 dólares, e isso não funcionar... Sai mais em conta esquecer o PC, e usar o Leitor Blu-Ray convencional.
O maior arquivo que eu coloquei no micro foi Jornadas nas Estrelas, aquele em que Spock tenta salvar o planeta Klingon, mas acabou criando um buraco negro artificial e com ele criou uma nova curva no tempo, onde Kirk não é mais o capitão da Enterprise, mas apenas um recruta que levou o filme todo para se tornar capitão.
Ele é um mp4 de 1 gb. Para ocupar todo o HD, eu precisaria copiar 950 longa metragens, no formato mp4.
Então, pensei em copiar um pseudo-blu-ray do César lá do Shopping Popular que ainda continua cobrando R$ 10,00 por filme. Tive que voltar duas vezes, pois a assistente do Cesar me passou uma cópia para o 3D, coisa que ainda não tenho. Botando o filme Frankenweenie no DVD Player do micro, encontrei na pasta chamada BDMV, uma outra pasta chamada Stream, e dentro dela um gigantesco arquivo de 5 gb com o nome 000.m2ts, que o Windows chama de vídeo AVCHD.
Copiar arquivos grandes é problema. Um mp4 de 1 gb leva quase dois minutos. Pela regra de três, um AVCHD de 5 gb levaria dez minutos. Isso não é muito tempo, o problema é saber se o Windows 7 é capaz de abrir esse tipo de arquivo.
Usei o Windows Media Player, e consegui botar o filme na tela do novo micro, só que estava sem som.
Então, peguei R$ 10,00, e fui lá no Shopping Popular em busca do PowerDVD 12. Cada programa pirata é uma novela, eu levei duas horas para ativar o PowerDVD. Na pasta CRACK, a orientação era de copiar todo o conteúdo da pasta CRACK no mesmo diretório onde foi instalado o PowerDVD, só que eu copiei a pasta inteira, e depois de muito ler é que entendi quando ele falou apenas do conteúdo.
Depois que consegui ativar o PowerDVD, ele trouxe a imagem e o som, mas no caso do Frankenweenie, ele não me deu a opção de ativar a legenda. O filme só tem áudio para o inglês, coisa que eu não entendo bolhufas, a não ser help, fuck, don't worry, e por ai vai. Fiz mais testes com outros filmes da minha coleção, ele conseguiu abrir Rio dublado em português, ele não conseguiu abrir MI-IV e nem Vingadores do Futuro.
O PowerDVD 12 diz que já existe uma nova atualização no Cyberlink, mas eu já perdi R$ 10,00 - imagine eu gastar 40 dólares, e isso não funcionar... Sai mais em conta esquecer o PC, e usar o Leitor Blu-Ray convencional.
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Frank K Hosaka
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VIDA APÓS A VIDA - Parte 3
... e agora vem o terceiro vídeo onde continuam os depoimentos interessantes e que, no mínimo,
nos fazem refletir quanto à " maravilha da Criação"...
A vida antes da morte - parte 3 de 99
Hoje de manhã, recebi uma carta do Dr Esio com esse título:
A VERGONHA NACIONAL, AS IGREJAS É QUE SÃO ALTAMENTE RESPONSÁVEIS POR TUDO ISSO. O NOVO CÓDIGO PENAL BRASILEIRO TEM QUE ENTRAR EM VIGOR PARA COLOCAR NA CADEIA OS EXECUTORES E OS MANDANTES DESSES CRIMES CONTRA PESSOAS MANSAS E PACÍFICAS.
O conteúdo, como sempre, não tem nada a ver com o título:
UOL: Oito casos por dia no Disque Denúncia contra os não convencionais
Eu fico indignado, quando um internauta usa letras garrafais e longas logo na caixa de texto dedicado ao título da mensagem, assim, demonstrei a minha indignação com essa mensagem bem malcriada:
Bom dia, Dr Esio,
Se os não convencionais sofrem todo tipo de violência, assim como as crianças, as mulheres, os trabalhadores e principalmente os jogadores de futebol, isso é porque existe uma guerra não declarada em nossa convivência.
E na guerra, todo mundo manda às favas as regras que foram assinadas pela dona Dilma. Aliás, se o PT não respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal e outras regras da ética e da boa conduta, por que diabos o resto da população tem que seguir as leis?
Como dizia o Getúlio Vargas, "a lei, ora a lei".
Está na hora dos não convencionais usarem uma solução mais prática, que eles comprem uma arma e fuzilem qualquer um que faltar com respeito a eles, ao invés de perder tempo com disque denúncia. Eu não vejo como o convencional conseguir respeito com o não convencional senão usando armas. Essa é a mais primitiva das leis: vence o mais forte e o bem mais armado.
Essa coisa de fraternidade é pura balela, e por isso é que temos tantas leis que só servem para encher o bolso do advogado com honorários não tabelados, que consomem tempo, paciência e dinheiro do otário do réu e do otário do reclamante.
O que precisa sim é de uma tabela para os advogados.
Processo contra agressão verbal: R$ 100,00.
Processo contra agressão física: R$ 100,00.
Processo para inventário: R$ 200,00 com prazo máximo de 3 meses.
Isso sim que seria negócio bom colocar na lei, Quem sabe se conseguirmos acabar com a violência dos honorários advocatícios não conseguiríamos também acabar com a violência no resto do planeta?
Um forte abraço,
Frank.
A VERGONHA NACIONAL, AS IGREJAS É QUE SÃO ALTAMENTE RESPONSÁVEIS POR TUDO ISSO. O NOVO CÓDIGO PENAL BRASILEIRO TEM QUE ENTRAR EM VIGOR PARA COLOCAR NA CADEIA OS EXECUTORES E OS MANDANTES DESSES CRIMES CONTRA PESSOAS MANSAS E PACÍFICAS.
O conteúdo, como sempre, não tem nada a ver com o título:
UOL: Oito casos por dia no Disque Denúncia contra os não convencionais
Eu fico indignado, quando um internauta usa letras garrafais e longas logo na caixa de texto dedicado ao título da mensagem, assim, demonstrei a minha indignação com essa mensagem bem malcriada:
Bom dia, Dr Esio,
Se os não convencionais sofrem todo tipo de violência, assim como as crianças, as mulheres, os trabalhadores e principalmente os jogadores de futebol, isso é porque existe uma guerra não declarada em nossa convivência.
E na guerra, todo mundo manda às favas as regras que foram assinadas pela dona Dilma. Aliás, se o PT não respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal e outras regras da ética e da boa conduta, por que diabos o resto da população tem que seguir as leis?
Como dizia o Getúlio Vargas, "a lei, ora a lei".
Está na hora dos não convencionais usarem uma solução mais prática, que eles comprem uma arma e fuzilem qualquer um que faltar com respeito a eles, ao invés de perder tempo com disque denúncia. Eu não vejo como o convencional conseguir respeito com o não convencional senão usando armas. Essa é a mais primitiva das leis: vence o mais forte e o bem mais armado.
Essa coisa de fraternidade é pura balela, e por isso é que temos tantas leis que só servem para encher o bolso do advogado com honorários não tabelados, que consomem tempo, paciência e dinheiro do otário do réu e do otário do reclamante.
O que precisa sim é de uma tabela para os advogados.
Processo contra agressão verbal: R$ 100,00.
Processo contra agressão física: R$ 100,00.
Processo para inventário: R$ 200,00 com prazo máximo de 3 meses.
Isso sim que seria negócio bom colocar na lei, Quem sabe se conseguirmos acabar com a violência dos honorários advocatícios não conseguiríamos também acabar com a violência no resto do planeta?
Um forte abraço,
Frank.
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Frank K Hosaka
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A Vida Depois Da Morte Life After Death2
Hoje coloco o vídeo 2 onde se podem ver mais alguns depoimentos interessantes quanto à questão
"continuidade da vida após o corpo físico colapsar"... :)...
A vida antes da morte - parte 2 de 99
O Estado de S Paulo: O Brasil na Antártida
Há 30 anos, em dezembro de 1982, o navio oceanográfico W. Besnard levou a primeira equipe oficial de pesquisadores brasileiros para a Antártida, numa missão de grande significado político e científico para o País. Apesar da relevância inegável desse projeto, a efeméride serve menos para celebrar seus resultados até aqui, muito aquém do desejável, e mais para lembrar que o Brasil, em áreas críticas como educação e ciência, não consegue transformar sua vontade de ombrear-se com as grandes potências em realidade.
Embora aos leigos pareça apenas uma aventura de cientistas num lugar remoto e gelado do planeta, o Programa Antártico Brasileiro (Proantar) é fundamental sob vários aspectos. O principal deles é o estudo do clima, porque é na Antártida que surgem as frentes frias que atingem a agricultura em várias partes do País, além de sua relação com outros fenômenos meteorológicos - alguns especialistas sustentam que a Antártida tem mais importância para o clima no Brasil do que a Amazônia, que, no entanto, recebe muito mais atenção. Ademais, os estudos sobre a cadeia alimentar de peixes e animais marinhos feitos na região têm utilidade imediata para o Brasil. E as pesquisas geológicas são relevantes porque, conforme prevê o Protocolo de Madri, assinado em 1959 por todos os países com reivindicações sobre o continente, o aproveitamento econômico dos recursos naturais da Antártida começará a ser debatido a partir de 2048.
Apesar disso, o Proantar recebe muito menos recursos do que deveria, sem mencionar que a disponibilidade da verba oscila de modo acentuado de ano para ano, dificultando qualquer planejamento. O orçamento era de R$ 2,7 milhões em 2002, passou para R$ 30 milhões em 2009 e caiu para R$ 10,7 milhões em 2012. A previsão para 2013 é de R$ 29 milhões. Para efeito de comparação, a China, que sente muito menos que o Brasil os efeitos climáticos originados na Antártida, investe dez vezes mais e tem três centrais de pesquisa no continente gelado. Já o orçamento dos EUA é mais que o dobro do chinês. Não se pode falar em "competição" observando números como esses.
Ademais, os R$ 29 milhões previstos para 2013 não cobrem os custos da reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, consumida num incêndio em fevereiro. Segundo cálculos de especialistas, seriam necessários R$ 100 milhões, dos quais R$ 34 milhões somente para desmontar a estrutura danificada. O próprio Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação considera insuficiente o aporte de recursos e, em razão disso, projeta uma demora de até 10 anos para concluir o trabalho de reparação da estação.
O incêndio da base Comandante Ferraz foi a nota mais triste desses 30 anos de trabalho na Antártida - nele morreram dois militares e foi consumida parte considerável do trabalho científico lá desenvolvido. Mesmo essas pesquisas, no entanto, eram limitadas pelo fato de que os cientistas trabalhavam apenas na costa do continente, cujo clima é pouco representativo da Antártida em geral. Somente em 2012, os pesquisadores conseguiram instalar um módulo de estudos no interior da Antártida, permitindo a realização de investigações mais aprofundadas sobre geologia, química e astronomia, como já fazem outros países há muito tempo.
Pode-se argumentar que há outras prioridades para o investimento dos recursos públicos - se tiver de escolher entre comprar equipamentos militares para policiar fronteiras e financiar estudos científicos, o governo certamente fará a primeira opção. No entanto, não é incomum observarmos a alocação de polpudas verbas para rubricas de importância duvidosa, ainda que sempre se possa inventar algum "interesse nacional". Ou seja: o problema não é falta de dinheiro, mas de prioridades. A situação do Proantar é, portanto, uma marca da enorme distância que há entre as pretensões do governo, a respeito da capacidade do Brasil de rivalizar com as nações desenvolvidas, e a realidade de um país que investe muito pouco em áreas essenciais para tornar seu desenvolvimento efetivamente sustentável, e não assentado num amontoado de bravatas ufanistas.
Há 30 anos, em dezembro de 1982, o navio oceanográfico W. Besnard levou a primeira equipe oficial de pesquisadores brasileiros para a Antártida, numa missão de grande significado político e científico para o País. Apesar da relevância inegável desse projeto, a efeméride serve menos para celebrar seus resultados até aqui, muito aquém do desejável, e mais para lembrar que o Brasil, em áreas críticas como educação e ciência, não consegue transformar sua vontade de ombrear-se com as grandes potências em realidade.
Embora aos leigos pareça apenas uma aventura de cientistas num lugar remoto e gelado do planeta, o Programa Antártico Brasileiro (Proantar) é fundamental sob vários aspectos. O principal deles é o estudo do clima, porque é na Antártida que surgem as frentes frias que atingem a agricultura em várias partes do País, além de sua relação com outros fenômenos meteorológicos - alguns especialistas sustentam que a Antártida tem mais importância para o clima no Brasil do que a Amazônia, que, no entanto, recebe muito mais atenção. Ademais, os estudos sobre a cadeia alimentar de peixes e animais marinhos feitos na região têm utilidade imediata para o Brasil. E as pesquisas geológicas são relevantes porque, conforme prevê o Protocolo de Madri, assinado em 1959 por todos os países com reivindicações sobre o continente, o aproveitamento econômico dos recursos naturais da Antártida começará a ser debatido a partir de 2048.
Apesar disso, o Proantar recebe muito menos recursos do que deveria, sem mencionar que a disponibilidade da verba oscila de modo acentuado de ano para ano, dificultando qualquer planejamento. O orçamento era de R$ 2,7 milhões em 2002, passou para R$ 30 milhões em 2009 e caiu para R$ 10,7 milhões em 2012. A previsão para 2013 é de R$ 29 milhões. Para efeito de comparação, a China, que sente muito menos que o Brasil os efeitos climáticos originados na Antártida, investe dez vezes mais e tem três centrais de pesquisa no continente gelado. Já o orçamento dos EUA é mais que o dobro do chinês. Não se pode falar em "competição" observando números como esses.
Ademais, os R$ 29 milhões previstos para 2013 não cobrem os custos da reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, consumida num incêndio em fevereiro. Segundo cálculos de especialistas, seriam necessários R$ 100 milhões, dos quais R$ 34 milhões somente para desmontar a estrutura danificada. O próprio Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação considera insuficiente o aporte de recursos e, em razão disso, projeta uma demora de até 10 anos para concluir o trabalho de reparação da estação.
O incêndio da base Comandante Ferraz foi a nota mais triste desses 30 anos de trabalho na Antártida - nele morreram dois militares e foi consumida parte considerável do trabalho científico lá desenvolvido. Mesmo essas pesquisas, no entanto, eram limitadas pelo fato de que os cientistas trabalhavam apenas na costa do continente, cujo clima é pouco representativo da Antártida em geral. Somente em 2012, os pesquisadores conseguiram instalar um módulo de estudos no interior da Antártida, permitindo a realização de investigações mais aprofundadas sobre geologia, química e astronomia, como já fazem outros países há muito tempo.
Pode-se argumentar que há outras prioridades para o investimento dos recursos públicos - se tiver de escolher entre comprar equipamentos militares para policiar fronteiras e financiar estudos científicos, o governo certamente fará a primeira opção. No entanto, não é incomum observarmos a alocação de polpudas verbas para rubricas de importância duvidosa, ainda que sempre se possa inventar algum "interesse nacional". Ou seja: o problema não é falta de dinheiro, mas de prioridades. A situação do Proantar é, portanto, uma marca da enorme distância que há entre as pretensões do governo, a respeito da capacidade do Brasil de rivalizar com as nações desenvolvidas, e a realidade de um país que investe muito pouco em áreas essenciais para tornar seu desenvolvimento efetivamente sustentável, e não assentado num amontoado de bravatas ufanistas.
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Frank K Hosaka
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A vida antes da morte - parte 1 de 99
Gustavo Chacra em O Estado de S Paulo
NOVA YORK - Pessoas com sobrepeso e grau 1 de obesidade têm risco de mortalidade inferior aos que apresentam peso normal, tendo como parâmetro o Índice de Massa Corporal (IMC) – que faz uma relação entre o peso e a altura. A conclusão é de um estudo, baseado na revisão de 100 pesquisas com a participação de 3 milhões de pessoas, publicado pelo respeitado Journal of the American Medical Association (Jama).
Alguns médicos, porém, fazem ressalvas a algumas das conclusões, enquanto outros classificavam como “lixo” o levantamento. Isso porque o resultado do estudo contradiz pesquisas anteriores, que indicam ser melhor para a saúde ter o peso normal, de acordo com o IMC.
Os autores, por sua vez, frisam que os dados deste levantamento indicam apenas haver menos risco de morte, mas não melhora na qualidade de vida. Não há, segundo eles, conclusões refutando outros levantamentos que associam obesidade a problemas cardíacos e diabete, responsáveis por grande parte das mortes no mundo desenvolvido.
Ao todo, há 2,88 milhões de indivíduos e 270 mil mortes nas pesquisas citadas – que são majoritariamente nos EUA, Canadá e Europa, mas também incluem China, Japão, Brasil, Israel, Índia e México. A responsável é Katherine Flegal, do Centro Nacional de Estatísticas da Saúde e do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês), que atuou com dezenas de colegas para coletar e analisar todos os dados.
Risco de morte. Os pesquisadores, de acordo com o Jama, verificaram um risco de morte 6% inferior para as pessoas com sobrepeso quando comparadas às de peso normal. As com grau de obesidade 1 correriam risco 5% menor. Para os graus 2 e 3 de obesidade o risco de morte dispara, sendo 29% superior ao dos indivíduos com peso normal.
O uso do Índice de Massa Corporal (IMC) como base do estudo alimentou ainda mais a polêmica (mais informações nesta página). O IMC considerado normal varia entre 18,5 e 24,9. O sobrepeso vai de 25 a 29,9. A obesidade de grau 1 é observada entre os valores 30 e 34,9. Acima disso, passa a ser obesidade de grau 2 (35 a 39,9) e 3 (40 ou mais).
Explicações. Segundo o estudo, portanto, o sobrepeso e a obesidade de grau 1 teriam vantagens. Mas o IMC muito alto, refletindo obesidade de grau 2 ou 3, aumentaria o risco de morte quando comparado ao de pessoas de peso normal.
“Possíveis explicações para o resultado incluem o comparecimento de pacientes pesados a médicos com antecedência, recebendo tratamento, efeitos metabólicos e benefícios de reservas energéticas”, dizem os autores do estudo. Eles acrescentam que “nem todos os pacientes classificados com sobrepeso ou tendo grau 1 de obesidade requerem tratamento para perda de peso. Estabelecer o IMC é apenas um passo em uma avaliação médica”.
Médicos consultados pelo Estado alertaram, porém, que doenças como a diabete e problemas no coração estão associados à obesidade e as pessoas devem buscar ter um peso normal.
Também advertiram que o IMC não é a única forma de medir a obesidade de uma pessoa. Atletas fortes podem ter peso maior por causa dos músculos e serem classificados como com sobrepeso. A localização da gordura também é importante. Próxima ao abdome, oferece mais riscos cardiovasculares. Além disso, o histórico familiar também influencia.
Alguns médicos criticaram duramente o estudo. Walter Willet, da Escola de Saúde Pública de Harvard, disse que a pesquisa “é um monte de lixo”.
NOVA YORK - Pessoas com sobrepeso e grau 1 de obesidade têm risco de mortalidade inferior aos que apresentam peso normal, tendo como parâmetro o Índice de Massa Corporal (IMC) – que faz uma relação entre o peso e a altura. A conclusão é de um estudo, baseado na revisão de 100 pesquisas com a participação de 3 milhões de pessoas, publicado pelo respeitado Journal of the American Medical Association (Jama).
Alguns médicos, porém, fazem ressalvas a algumas das conclusões, enquanto outros classificavam como “lixo” o levantamento. Isso porque o resultado do estudo contradiz pesquisas anteriores, que indicam ser melhor para a saúde ter o peso normal, de acordo com o IMC.
Os autores, por sua vez, frisam que os dados deste levantamento indicam apenas haver menos risco de morte, mas não melhora na qualidade de vida. Não há, segundo eles, conclusões refutando outros levantamentos que associam obesidade a problemas cardíacos e diabete, responsáveis por grande parte das mortes no mundo desenvolvido.
Ao todo, há 2,88 milhões de indivíduos e 270 mil mortes nas pesquisas citadas – que são majoritariamente nos EUA, Canadá e Europa, mas também incluem China, Japão, Brasil, Israel, Índia e México. A responsável é Katherine Flegal, do Centro Nacional de Estatísticas da Saúde e do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês), que atuou com dezenas de colegas para coletar e analisar todos os dados.
Risco de morte. Os pesquisadores, de acordo com o Jama, verificaram um risco de morte 6% inferior para as pessoas com sobrepeso quando comparadas às de peso normal. As com grau de obesidade 1 correriam risco 5% menor. Para os graus 2 e 3 de obesidade o risco de morte dispara, sendo 29% superior ao dos indivíduos com peso normal.
O uso do Índice de Massa Corporal (IMC) como base do estudo alimentou ainda mais a polêmica (mais informações nesta página). O IMC considerado normal varia entre 18,5 e 24,9. O sobrepeso vai de 25 a 29,9. A obesidade de grau 1 é observada entre os valores 30 e 34,9. Acima disso, passa a ser obesidade de grau 2 (35 a 39,9) e 3 (40 ou mais).
Explicações. Segundo o estudo, portanto, o sobrepeso e a obesidade de grau 1 teriam vantagens. Mas o IMC muito alto, refletindo obesidade de grau 2 ou 3, aumentaria o risco de morte quando comparado ao de pessoas de peso normal.
“Possíveis explicações para o resultado incluem o comparecimento de pacientes pesados a médicos com antecedência, recebendo tratamento, efeitos metabólicos e benefícios de reservas energéticas”, dizem os autores do estudo. Eles acrescentam que “nem todos os pacientes classificados com sobrepeso ou tendo grau 1 de obesidade requerem tratamento para perda de peso. Estabelecer o IMC é apenas um passo em uma avaliação médica”.
Médicos consultados pelo Estado alertaram, porém, que doenças como a diabete e problemas no coração estão associados à obesidade e as pessoas devem buscar ter um peso normal.
Também advertiram que o IMC não é a única forma de medir a obesidade de uma pessoa. Atletas fortes podem ter peso maior por causa dos músculos e serem classificados como com sobrepeso. A localização da gordura também é importante. Próxima ao abdome, oferece mais riscos cardiovasculares. Além disso, o histórico familiar também influencia.
Alguns médicos criticaram duramente o estudo. Walter Willet, da Escola de Saúde Pública de Harvard, disse que a pesquisa “é um monte de lixo”.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
A Vida Depois Da Morte Life After Death1
O livro 'Vida Depois da Vida/Dr. Raymond Moody, alcançou enorme êxito por esse mundo fora
devido aos relatos registado nele de pessoas que estiveram em "morte declarada" mas que acabaram por regressar a "esta vida por cá", contando o que "observaram CONSCIENTEMENTE enquanto estiveram, segundo eles próprios dizem, "fora do corpo físico"...
Os relatos em vídeo, são dos mesmos intervenientes que constam no livro mencionado...
são seis "partes" que irei colocar aqui durante os próximos dias...
Os que se interessarem, tudo bem... Os que não tiverem interesse nenhum, tudo numa boa igualmente... :)...
Depois da Morte - Documentário National Geographic
Bom... vamos deixar o canalhazito233 afogar-se no seu congenito fanatismo e ódio anti Epirita/espiritas e vamos mudar direção no sentido de mostrar aos participantes mais honestos em sua postura por aqui, através de depoimentos que têm sido conotados como sérios e bastante influentes no "despertar de muitas consciências" para a REALIDADE de que a "morte" do corpo físico mais não é do que o "libertar" duma OUTRA VIDA, cuja continuidade mais não é do que o "nosso eu" prosseguindo numa ETERNIDADE que nos levará a patamares de perfeição incalculáveis para nosso limitado entendimento atual...
Esse é o primeiro vídeo de outros que irei colocar aqui durante os proximos dias...
Julgo que pelo menos, esses depoimentos, merecerão vossa melhor atenção e analise seria...
ou seja, sem os preconceitos que uma religiosidade superficial/ pouco aprofundada normalmente
acarreta...
depois volto com mais material deste genero... :)...
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
ESPIRITISMO - MATERIALIZACOES - FRAUDE - CHICO XAVIER E OTILIA DIOGO - A...
Depoimento de alguém que investigou e NOTORIAMENTE não destila (nota-se com facilidade que não) da peçonha que caracteriza o canalha233...
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