Hoje celebramos o Dia dos Namorados, uma data romântica e bastante significativa, e para despertar velhas paixões dos idosos desse blog, olha só o que eu encontrei no YouTube:
O rapaz que publicou o vídeo, pegou imagens da Tina Charles dos anos 70 até 2008.
Eu não preciso de nenhuma data em particular para lembrar da Maria, desde 1981 não faço outra coisa. Antes de conhece-la, a minha vida não fazia o menor sentido. Depois dela, conheci a Paróquia Santa Tereza bem como um pouco (bem pouco mesmo) dos evangelhos, são livros que eu tenho uma brutal dificuldade para ler.
Eu e a Maria nunca falamos sobre religião. Tudo o que eu sei é que eu estava com ela na casa dela, ou na fábrica ou numa paróquia, assistindo vários casamentos das moças que cultivamos a amizade dentro da fábrica. Era fácil perceber que o amor estava presente naquela fábrica. Eu lembro de uma moça que estava desanimada, e o Sr Kosta tentou animá-la, lembrando que a idade dela era boa, e ela retrucou "Mas, Sr Kosta, a idade é boa, mas a época é ruim!"
A minha vida nada mais é que o conjunto dessas pequenas lembranças que guardei daquela fábrica de camisas. Lembro que a Maria ausentou várias vezes, e é óbvio que tentei saber o porquê. Morte em família e de parentes que foram enterrados lá no Paraná, e eu não podia fazer nada, nem sequer podia abraça-la. O máximo que pude fazer foi emprestar os meus ouvidos, e compartilhar um pouco da tristeza que é esse tipo de acontecimento e fatalidade. Nesse caso, os evangelhos em nada ajudam, mas depois de tantos parentes que ela perdeu no começo da década de 80, a Maria deixou uma frase que ficou para sempre comigo "a morte é linda".
O que ela quis dizer, eu não tenho a menor ideia, mas ficou o timbre da voz e aquele brilho nos olhos dela, e por isso eu sou grato a Deus por esse raro momento. Não existe coisa melhor nesse mundo, quando você consegue conversar com quem você mais gosta. Claro que nem tudo foi um mar de rosas entre mim e a Maria, apesar de sermos apenas colegas de trabalho, teve muitas ocasiões que trocamos farpas, mas nós fizemos de tudo para que as farpas não apagassem as nossas lembranças. Também acredito que as farpas me ajudaram a encontrar o que exatamente sentia pela Maria, se eu não consegui ser o namorado da vida dela, pelo menos tentei ser o melhor colega de trabalho.
Ontem, no entanto, eu estava no banco, e a mãe do menino chamou-lhe de Apolo. O Deus da Grécia? Não, não, o amigo de Paulo. Por mais que eu tentasse, não lembrava de ninguém com esse nome nos evangelhos. A mãe do menino disse que ele é mencionado na primeira carta aos Coríntios. Os textos do Paulo são os mais difíceis de ler, mesmo assim, como a fila do banco era enorme, decidi ler a primeira carta do Paulo em busca do Apolo.
Paulo menciona sim o Apolo, mas não consegui ver onde fica Corintíos, de onde Paulo escreveu a carta, onde estava Apolo, o máximo que eu vi é que Paulo foi vítima de uma fofoca. Não lembro do nome do fofoqueiro, mas o sujeito, ao invés de falar das boas obras da Igreja de Corintíos, ele disse que alguém estava abraçando a madastra de outro fulano. Paulo ficou indignado, e escreveu aquela enorme carta, ameaçando de passar o chicote em todo mundo, e usou de tudo que é tipo de palavrão: idólatra, adoradores de imagens, e etcetara. Ele orienta aos colaboradores da igreja ficar longe das coisas terrenas e valorizar mais a sabedoria divina.
Depois que eu li a primeira carta aos Coríntios, lembrei mais uma vez a Maria, ela tem razão: a morte é linda.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Nota fiscal deve detalhar impostos a partir desta segunda
O Estado
SÃO PAULO - Começou a valer nesta segunda-feira, 10, a lei que obriga as empresas a informar para os seus consumidores o valor relativo aos impostos embutido nos preços dos produtos ou serviços adquiridos. O governo federal, porém, vai encaminhar nesta semana ao Congresso Nacional proposta que amplia em um ano o prazo para que os estabelecimentos informem os impostos incidentes nos produtos e serviços, considerando a complexidade da medida e "diante das várias demandas recebidas para determinação de tempo de adaptação à lei, segundo nota de esclarecimento publicada no site da Casa Civil, da Presidência da República.
No caso dos produtos parcial ou totalmente importados, a lei estabelece ainda que os tributos de importação serão discriminados para o consumidor quando corresponderem a mais de 20% do preço do produto. Também no caso em que os encargos da Previdência Social dos funcionários incidirem diretamente sobre o valor final ao consumidor, esses deverão entrar na soma dos impostos.
Quem descumprir a lei fica sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, o que incluiu multas, interdição do estabelecimento e até mesmo suspensão e cassação de licença.

Janaina Mesquita Lourenço, assessora jurídica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), disse que a notícia é bem-vinda, mas ressaltou que "nota de esclarecimento não tem valor legal". "É preciso que o governo oficialize formalmente a sua intenção." Segundo ela, a lei está em vigor e, se a fiscalização quisesse autuar um estabelecimento que não estivesse discriminando os impostos, já poderia fazer isso. A assessora jurídica reconheceu que a maioria do comércio não está cumprindo a determinação.
Janaina explicou que a FecomercioSP é favorável à lei, mas cobrava do governo uma explicação mais detalhada de como a medida funcionaria. A lei foi aprovada em dezembro, com prazo de seis meses para entrar em vigor. No dia 1º de abril, preocupada com a adequação do comércio à medida, a FecomercioSP pediu à Presidência e ao Ministério da Justiça um prazo de mais seis meses.
"Havia algumas dúvidas em relação à lei. Por exemplo, como a informação estaria destacada na nota fiscal? Com o total dos impostos? Em real ou porcentual? Haveria separação de tributo federal, estadual e municipal? Até agora não teve regulamentação", disse Janaina.
Entram na conta Imposto sobre Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF); Contribuição Social para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo, gás natural, etanol e seus derivados (Cide).
SÃO PAULO - Começou a valer nesta segunda-feira, 10, a lei que obriga as empresas a informar para os seus consumidores o valor relativo aos impostos embutido nos preços dos produtos ou serviços adquiridos. O governo federal, porém, vai encaminhar nesta semana ao Congresso Nacional proposta que amplia em um ano o prazo para que os estabelecimentos informem os impostos incidentes nos produtos e serviços, considerando a complexidade da medida e "diante das várias demandas recebidas para determinação de tempo de adaptação à lei, segundo nota de esclarecimento publicada no site da Casa Civil, da Presidência da República.
No caso dos produtos parcial ou totalmente importados, a lei estabelece ainda que os tributos de importação serão discriminados para o consumidor quando corresponderem a mais de 20% do preço do produto. Também no caso em que os encargos da Previdência Social dos funcionários incidirem diretamente sobre o valor final ao consumidor, esses deverão entrar na soma dos impostos.
Quem descumprir a lei fica sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, o que incluiu multas, interdição do estabelecimento e até mesmo suspensão e cassação de licença.
Janaina Mesquita Lourenço, assessora jurídica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), disse que a notícia é bem-vinda, mas ressaltou que "nota de esclarecimento não tem valor legal". "É preciso que o governo oficialize formalmente a sua intenção." Segundo ela, a lei está em vigor e, se a fiscalização quisesse autuar um estabelecimento que não estivesse discriminando os impostos, já poderia fazer isso. A assessora jurídica reconheceu que a maioria do comércio não está cumprindo a determinação.
Janaina explicou que a FecomercioSP é favorável à lei, mas cobrava do governo uma explicação mais detalhada de como a medida funcionaria. A lei foi aprovada em dezembro, com prazo de seis meses para entrar em vigor. No dia 1º de abril, preocupada com a adequação do comércio à medida, a FecomercioSP pediu à Presidência e ao Ministério da Justiça um prazo de mais seis meses.
"Havia algumas dúvidas em relação à lei. Por exemplo, como a informação estaria destacada na nota fiscal? Com o total dos impostos? Em real ou porcentual? Haveria separação de tributo federal, estadual e municipal? Até agora não teve regulamentação", disse Janaina.
Entram na conta Imposto sobre Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF); Contribuição Social para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo, gás natural, etanol e seus derivados (Cide).
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Frank K Hosaka
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Ressurreição
A história de Jesus é conhecida por todos. Onde quer que você vá, você encontrará alguém que conhece a Sua vida.
Cristo está em toda parte: nas obras mais importantes da história da arte, nos roteiros de Hollywood, nos letreiros luminosos de novas igrejas, nas canções evangélicas em rádios gospel, nos best-sellers de auto-ajuda, nos canais de televisão a cabo, nos adesivos de carro, nos presépios de Natal. Onde você estiver, do interior da floresta amazônica às montanhas geladas do Tibete, sempre será possível deparar com o símbolo de uma cruz, pena de morte comum no Império Romano à qual um homem foi condenado há quase 2 mil anos e depois ressuscitou.
A palavra “rencarnacion”, em Francês, foi criada por Allan Kardec na segunda metade do Século XIX, e traduzida simultaneamente por sábios da época por “rencarnation”, em Inglês, e, para o Português, reencarnação, cujo significado etimológico em todas essas línguas é “ação de novo na carne”, isto é, retorno do espírito a um novo corpo.
Até então, usava-se geralmente o termo renascimento, entre quase todos os povos, para designar a ideia do que entendemos hoje por reencarnação. Mas empregavam-se também outros vocábulos para expressar esse fenômeno da busca de um novo corpo por parte do espírito desencarnado.
E entre esses vocábulos destacam-se transmigração, metempsicose, metensomatose e ressurreição. A metempsicose, mais comum entre os hinduístas, admite que o espírito possa voltar reencarnado em um ser biológico de outra espécie que não humana. Por exemplo, voltar encarnado em um cão, um cavalo, etc.
Já a ressurreição, palavra muito usada na Bíblia, era de sentido ambíguo para os Judeus, pois eles não sabiam direito se a ressurreição seria do espírito ou do corpo, embora prevalecesse mais o sentido da ressurreição do espírito, enquanto que o Cristianismo optou para a ressurreição do corpo, quando dele foi banida a reencarnação.
Assim foi que, no Credo Católico, introduziu-se a expressão “creio na ressurreição da carne”, ao invés de “creio na ressurreição do espírito”, consoante o ensinamento e exegese bíblicos racionais e não dogmáticos, pois da Bíblia, no seu Novo Testamento, consta claramente que a ressurreição é do espírito.
Frase de São Paulo: “Há dois corpos, um natural e outro espiritual, e ressuscita o corpo espiritual” (1 Coríntios 15: 44).
Assim, quem crê na reencarnação, não nega a ressurreição, como o afirmam, frequentemente, alguns antirreencarnacionistas. Pelo contrário, estes até acreditam em mais de uma ressurreição, ou seja, a ressurreição do espírito no mundo espiritual, após a morte do seu corpo, a ressurreição do espírito na sua nova reencarnação, num novo corpo que nasce, e a ressurreição definitiva do espírito no mundo espiritual, quando de sua libertação da matéria carnal no nosso Planeta Terra.
Quem criou a frase “creio na ressurreição da carne” foi o reencarnacionista Santo Atanásio, a qual faz parte do retocado Credo de sua autoria rezado nas missas, não sendo ela, pois, da Bíblia.
Santo Atanásio deveria ter querido dizer, pois, “creio na ressurreição na carne”, e não da carne. E poderia também ter querido expressar o seguinte: Creio na misericórdia de Deus, que fará ressuscitar para mim uma nova carne, um novo corpo carnal, para que eu possa continuar a minha evolução espiritual na minha peregrinação terrena.
Jamais existiu na História da Humanidade uma crença tão poderosa como a Doutrina da Reencarnação, que alguns pesquisadores modernos preferem chamar de Teoria da Reencarnação. Ela sempre existiu em todos os Continentes, em todas as épocas e em todas as religiões. No Ocidente, com o fim da repressão inquisitorial, ela ressurgiu a todo vapor, após ter sido perseguida pela Igreja durante cerca de mil anos. E isso se deu com o surgimento do chamado Neo-Espiritualismo, um movimento de novas idéias espiritualistas independentes, do qual merece destaque o surgimento do Espiritismo e da Sociedade Teosófica, bem como o renascimento da Maçonaria e dos templários, fatos estes todos acontecidos no Século XIX, o “Século das Luzes”.
E foram esses movimentos filosófico-religiosos que fizeram frente ao materialismo representado pelo Positivismo e o Marxismo, entre outros, pois a Igreja, com a sua Filosofia e Teologia, via-se impotente para tal. Aliás, os ensinamentos dogmáticos dela estavam mais criando ateus do que adeptos para ela.
SA
Baseado em: http://groups.yahoo.com/group/JesusHistorico/message/11521
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/jose-chaves/a-universalidade.html
Cristo está em toda parte: nas obras mais importantes da história da arte, nos roteiros de Hollywood, nos letreiros luminosos de novas igrejas, nas canções evangélicas em rádios gospel, nos best-sellers de auto-ajuda, nos canais de televisão a cabo, nos adesivos de carro, nos presépios de Natal. Onde você estiver, do interior da floresta amazônica às montanhas geladas do Tibete, sempre será possível deparar com o símbolo de uma cruz, pena de morte comum no Império Romano à qual um homem foi condenado há quase 2 mil anos e depois ressuscitou.
A palavra “rencarnacion”, em Francês, foi criada por Allan Kardec na segunda metade do Século XIX, e traduzida simultaneamente por sábios da época por “rencarnation”, em Inglês, e, para o Português, reencarnação, cujo significado etimológico em todas essas línguas é “ação de novo na carne”, isto é, retorno do espírito a um novo corpo.
Até então, usava-se geralmente o termo renascimento, entre quase todos os povos, para designar a ideia do que entendemos hoje por reencarnação. Mas empregavam-se também outros vocábulos para expressar esse fenômeno da busca de um novo corpo por parte do espírito desencarnado.
E entre esses vocábulos destacam-se transmigração, metempsicose, metensomatose e ressurreição. A metempsicose, mais comum entre os hinduístas, admite que o espírito possa voltar reencarnado em um ser biológico de outra espécie que não humana. Por exemplo, voltar encarnado em um cão, um cavalo, etc.
Já a ressurreição, palavra muito usada na Bíblia, era de sentido ambíguo para os Judeus, pois eles não sabiam direito se a ressurreição seria do espírito ou do corpo, embora prevalecesse mais o sentido da ressurreição do espírito, enquanto que o Cristianismo optou para a ressurreição do corpo, quando dele foi banida a reencarnação.
Assim foi que, no Credo Católico, introduziu-se a expressão “creio na ressurreição da carne”, ao invés de “creio na ressurreição do espírito”, consoante o ensinamento e exegese bíblicos racionais e não dogmáticos, pois da Bíblia, no seu Novo Testamento, consta claramente que a ressurreição é do espírito.
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| Santo Atanásio |
Frase de São Paulo: “Há dois corpos, um natural e outro espiritual, e ressuscita o corpo espiritual” (1 Coríntios 15: 44).
Assim, quem crê na reencarnação, não nega a ressurreição, como o afirmam, frequentemente, alguns antirreencarnacionistas. Pelo contrário, estes até acreditam em mais de uma ressurreição, ou seja, a ressurreição do espírito no mundo espiritual, após a morte do seu corpo, a ressurreição do espírito na sua nova reencarnação, num novo corpo que nasce, e a ressurreição definitiva do espírito no mundo espiritual, quando de sua libertação da matéria carnal no nosso Planeta Terra.
Quem criou a frase “creio na ressurreição da carne” foi o reencarnacionista Santo Atanásio, a qual faz parte do retocado Credo de sua autoria rezado nas missas, não sendo ela, pois, da Bíblia.
Santo Atanásio deveria ter querido dizer, pois, “creio na ressurreição na carne”, e não da carne. E poderia também ter querido expressar o seguinte: Creio na misericórdia de Deus, que fará ressuscitar para mim uma nova carne, um novo corpo carnal, para que eu possa continuar a minha evolução espiritual na minha peregrinação terrena.
Jamais existiu na História da Humanidade uma crença tão poderosa como a Doutrina da Reencarnação, que alguns pesquisadores modernos preferem chamar de Teoria da Reencarnação. Ela sempre existiu em todos os Continentes, em todas as épocas e em todas as religiões. No Ocidente, com o fim da repressão inquisitorial, ela ressurgiu a todo vapor, após ter sido perseguida pela Igreja durante cerca de mil anos. E isso se deu com o surgimento do chamado Neo-Espiritualismo, um movimento de novas idéias espiritualistas independentes, do qual merece destaque o surgimento do Espiritismo e da Sociedade Teosófica, bem como o renascimento da Maçonaria e dos templários, fatos estes todos acontecidos no Século XIX, o “Século das Luzes”.
E foram esses movimentos filosófico-religiosos que fizeram frente ao materialismo representado pelo Positivismo e o Marxismo, entre outros, pois a Igreja, com a sua Filosofia e Teologia, via-se impotente para tal. Aliás, os ensinamentos dogmáticos dela estavam mais criando ateus do que adeptos para ela.
SA
Baseado em: http://groups.yahoo.com/group/JesusHistorico/message/11521
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/jose-chaves/a-universalidade.html
sábado, 8 de junho de 2013
Implicância compulsiva


Ainda sobre As Aventuras de Pi, gostaria de comentar que esse é um filme com uma excelente fotografia. O filme fala de um menino e um tigre que sobreviveram a um naufrágio. Sem muito o que fazer no imenso mar e dentro de um pequeno bote, os dois apelaram para os seus instintos. Um começou a mostrar suas garras e seus dentes afiados, e o outro mostrou o seu enorme pau e ameaçou de enfiá-lo na garganta do outro.
Depois de muitos miados e gritos, os dois começaram a usar um pouco da razão. O tigre não podia matar o menino, pois ele não sabia pescar e nem coletar água potável no mar. E o menino lembrou de todas as religiões que havia frequentado e nenhuma incentivava a matar um animal solitário, indefeso e ameaçado de extinção.
Assim, os dois começaram a falar de religião. O menino disse que os espíritos não existem, eles não passam de reflexo que vemos nos olhos dos outros. O tigre retrucou, e lembrou de um caso nos Estados Unidos, no final do século XIX. Numa sessão mediúnica, um espírito se materializou, mas, de repente, apareceu o Sr Kook, fantasiado de bicho papão, e que assustou todo mundo, inclusive o espírito. O espírito tentou fugir, mas ficou preso na parede de madeira, ele não estava completamente desmaterializado.
- Deixa de ser idiota, Sr Richard Parker, até parece que você nasceu em Lisboa! A Bíblia nunca falou de nenhum espírito semi-desmaterializado, ainda mais preso na parede de madeira.
- É a mais pura verdade, seu esterco ambulante! Tanto isso é verdade, que a parede de madeira com o infeliz do espírito semi-desmaterializado foi para o respeitável Instituto de Provas Científicas da Doutrina Espírita dos Estados Unidos, e está lá, desde 1904. Aliás, a sua Bíblia está bastante obsoleta. Ele fala do Lula e do PT?
- Espera um pouco... Ah tá aqui, é um texto do Paulo, ele fala dos mentirosos, soberbos e dos vaidosos, que falam muito de si, e que encontram milhares de imbecis que dão ouvido a ele, relegando em último plano a Palavra do Senhor.
- Viu só! Viu só! O Paulo está falando do Herodes e, ao mesmo tempo, de sua reencarnação na eleição de 2002!
Enfim, os dois chegaram em terra firme. Pi desmaia na praia, mas consegue ver o Sr Parker indo em direção à floresta, e usando todas as forças que lhe restavam, ele gritou: "Os espíritos não existem! Os espíritos não existem, Sr Parker".
O tigre seguiu o caminho, sem olhar para trás, não dando menor bola para o pobre menino que só acreditava no que estava escrito.


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Frank K Hosaka
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
As aventuras de Pi e meu ponto de vista
No filme “As aventuras de Pi”, o personagem principal é um
garoto indiano chamado Pi, que questiona a existência de Deus e qual a melhor
das religiões.
A Índia possui várias religiões e muitos deuses. O garoto é
hindu como seus pais, mas também foi católico e muçulmano.
Seu pai diz que “religião é escuridão”.
Um dia procura um padre e pergunta a ele o porquê de Deus deixar seu filho morrer de forma tão sofrida. E recebe de volta a clássica
resposta de que “Jesus morreu pelos nossos pecados”.
“Por que uma pessoa morre pelos pecados dos outros? Isso não
está certo!”
Mas seu questionamento fica sem resposta.
Sua família possui um zoológico e a mais recente aquisição é
um tigre de bengala. Ele insiste em alimentar o tigre segurando um pedaço de
carne com as próprias mãos, porque “viu nos olhos do tigre que ele é bom e
possui alma”. O pai intervém a tempo, e para provar para o filho que tigres
“não têm alma”,e afirma que o menino não vê nos olhos do tigre a alma do
animal e sim o reflexo de sua própria alma. O pai coloca então uma cabra amarrada na jaula do tigre para que o garoto veja como ela será devorada em instantes.
Pi diz que após esse acontecimento tudo mudou e perdeu o
sentido em sua vida.
Semelhante ao garoto do filme, também procuro por Deus. Não
entendo os assassinatos que crescem assustadoramente no país. Se quem mata está
sem Deus no coração – como dizem e como deve ser - quem morre também deveria
então estar sem o mesmo Deus no coração. A menos que morrer seja o desejo de
Deus. Mas muitos dos que morrem deixam famílias abandonadas, filhos pequenos,
mães e pais idosos.
Seria o desejo de Deus que quem está sem Deus no coração
mate o próximo?
Também procuro e procurei Deus em várias religiões. Estudei
o budismo, mas o budismo exige um autocontrole que penso ser impossível
desenvolver. Pelo menos no meu caso. Conheço budistas, mas a maioria é estressada e sem paciência.
Não consegui encontrar Deus no catolicismo, que manda as
pessoas para céu e inferno. As almas ficariam eternamente queimando no inferno?
Seria falta de perdão?
Não consegui também encontrar Deus nas igrejas evangélicas, onde é
mais fácil conversar com o demônio que sempre está presente.
Não consigo crer que vamos ressuscitar um dia. Como
ressuscitar um corpo decomposto? Que foi cremado?
Ah, mas dizem, para Deus tudo é possível. Mas se tudo é
possível, o mais adequado não seria reencarnar?
"Ah, mas espíritos não existem!"
Mas o que são anjos? Santos? E o próprio demônio?
Ah, mas é diferente...
Diferente por quê? Deus não criou todos iguais?
“ Para Deus tudo é possível!”
Mas se é possível, reencarnar não seria mais sensato?
“Não. Espíritos não existem”
Oh Meu Deus! Circulo vicioso... Sempre as mesmas respostas!
Ao contrário do pai de Pi, meu pai nunca me disse que
religião é escuridão. Aliás, ele não fala em religião. Mas afirma que Deus
existe e que Deus Todo Poderoso não nos criaria para acabar em pó. Deus existe
e colocou em nós um espírito imortal.
Mas ainda não me basta, porque além de Deus também procuro
sua justiça.
Também não entendo que tenha mandando seu filho mais
perfeito de sentimentos para morrer “pelos nossos pecados” na cruz. Bem,
entendo que ele morreu na cruz porque a crucificação era a pena de morte da
época. Mas porque Ele?
Dizem que quem não
crê que Cristo morreu pelos nossos pecados, não é cristão. Como não?
O garoto pensou ter visto alma e bons sentimentos em um tigre.
Eu pensei ter visto alma e bons sentimentos em muitas pessoas.
Entreguei meu coração à elas, e meu coração foi devorado porque elas não serviam
a Deus, serviam a Mamon. Assim como o menino disse que nada mais foi o mesmo depois
de ter visto o tigre despedaçando a cabra, eu digo que nada mais em minha vida foi
o mesmo depois que meus sentimentos e confiança foram despedaçados.
Um dos piores sentimentos é aquele que você sente após ser traído.
Não tem como descrever, por mais que se tente. Você olha nos olhos de outras pessoas e vê a alma e bondade. Depois descobre que se enganou ou que não viu nada. Talvez eu tenha visto o reflexo de meus próprios sentimentos.
Procuro então a justiça divina.
Meu pai afirmou que existe.
SA
terça-feira, 4 de junho de 2013
As duas vidas de Audrey Rose
A história se passa em Nova York, na segunda metade dos anos 70, onde se discute abertamente a questão da reencarnação. Há basicamente dois núcleos na história: osTempletons e Hoover.
Sr. Hoover perde a mulher e filha, Audrey Rose, em um acidente automobilístico.
O início já se dá com a busca de Hoover pela filha dos Templenton, Ivy, uma menina de dez anos, que Hoover acredita receber o espírito de sua falecida filha, ou melhor, ser sua filha reencarnada. Já consultou videntes que lhe garantiram isso.
Ivy sofre desde pequena de ataques psicóticos e com o aparecimento de Hoover os ataques ficam mais violentos.
Ele tenta diversas aproximações e provoca uma desestrutura na família Templeton. O Sr. Hoover tenta sequestrar Ivy em uma de suas crises psicóticas. Muito interessante o livro e o filme.
Link do filme: http://www.youtube.com/watch?v=1jBt71VaPng
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A Bíblia confirma a existência de espíritos?
Dizem que a Bíblia condena falar com espíritos, e para isso citam a passagem escrita por Moisés, onde ele proíbe consultar adivinhos e falar com mortos. Isso já foi dito por muitos e eu também sempre digo isso: "Se Moisés proibiu seu povo de conversar com espíritos, é porque espíritos existem e falavam com os vivos".
A feiticeira de Endor incorporou o espírito de Samuel para que esse falasse com Saul. Isso está claramente escrito. E são vários os relatos de espíritos na Bíblia. Para não tornar o texto cansativo, coloco aqui dois relatos de aparições de espíritos.
Aparições de espíritos:
Números 11:23-25 - Saiu, pois, Moisés, e relatou ao povo as palavras do Senhor; e ajuntou setenta homens dentre os anciãos do povo e os colocou ao redor da tenda.
1 Epistola de João 4 :1 - A recomendação é a seguinte; Amados não deis credito a qualquer espírito: antes, provai os espíritos se procedem de Deus.
Não está falando que existem espíritos?
SA
A feiticeira de Endor incorporou o espírito de Samuel para que esse falasse com Saul. Isso está claramente escrito. E são vários os relatos de espíritos na Bíblia. Para não tornar o texto cansativo, coloco aqui dois relatos de aparições de espíritos.
Aparições de espíritos:
Números 11:23-25 - Saiu, pois, Moisés, e relatou ao povo as palavras do Senhor; e ajuntou setenta homens dentre os anciãos do povo e os colocou ao redor da tenda.
Então o Senhor desceu: na nuvem, e lhe falou; e, tirando do espírito que estava sobre ele, pô-lo sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o espírito repousou sobre eles profetizaram, mas depois nunca mais o fizeram.
1 Epistola de João 4 :1 - A recomendação é a seguinte; Amados não deis credito a qualquer espírito: antes, provai os espíritos se procedem de Deus.
Não está falando que existem espíritos?
SA
Navio afundando
Quando um navio está afundando, há 3 atitudes a tomar:
1. afundar junto;
2. fugir e deixar o navio afundar sozinho;
3. tentar consertar o erro.
Vamos tentar revigorar o blog. A partir de agora os comentários estão sendo compartilhados com o Google+, a fim de que mais pessoas possam manifestar a sua opinião.
Passei o feriado longe da cidade e evitei internet para conseguir descansar tanto mental como fisicamente. Liberei os comentários para todos, inclusive anônimos, na esperança de que alguém sem e-mail do Google quisesse comentar algo. Pensava no Filósofo ou Católico. Para minha surpresa encontrei a despedida do 233 e quem aproveitou a configuração das mensagens foi a Nihil que fez um festival de siri, maionese e tricácas.
Se o 233 não se manifestar, o V V também não irá escrever nada... Claro que acho que o 233 exagera, mas ele entende muito da Bíblia e o V V é muito providencial em seus comentários. Assim como os textos do Hosaka são excelentes e geram muitas visitas.
SA
As mulheres estão acabando com as igrejas
O vídeo foi enviado na minha caixa postal pelo Esio Lopes, mostrando a sua indignação com os ladrões de templo como o Papa, os padres, os pastores e afins. Esio Lopes reza todo dia para que as igrejas caiam em ruínas, mas eu gostei muito da oratória do Bispo Edir Macedo. Ele é muito profissional na sua arte de passar a mensagem, lembra muito o legendário Joseph Goebbels. O vídeo mostra que existem duas formas de assaltar um fiel: ou você aponta uma arma ou você usa o Evangelho com a ajuda de uma mulher com a mesma convicção. Ou seja, na igreja que "presta", você nunca é roubado por um pastor (atrás dele tem uma mulher). O vídeo é excelente, não importa o quanto o Bispo tira do bolso do fiel, mas acredito que a palavra dele traz um novo alento para o fiel a batalhar por uma vida melhor. Isso é muito perigoso, mas esse tipo de vídeo é preciso ser arquivado e passar para as gerações futuras, para mostrar a elas o quanto somos frágeis para ouvir um pastor como Edir Macedo, e deixar de pensar.
Se você prestar bastante atenção no vídeo, chegará na conclusão de que a Igreja Católica sobreviveu graças ao celibato clerical.
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Frank K Hosaka
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domingo, 2 de junho de 2013
Não se vá
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Frank K Hosaka
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21:24
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