Para quem frequenta o fórum do Android, o que mais se comenta é a chegada do Samsung Galaxy S4, por R$ 2.599,00 com o adaptador 4G, com a clássica pergunta: vale a pena comprar um? Enquanto isso, nos outros tópicos como o Note 2, o que se vê é a completa ausência de novos comentários, de repente tudo parece morto. O pior é você pedir para o Google procurar programas que mudam a performance do seu antigo aparelho, e quando você aperta "download", você recebe a triste notícia de que a página não existe mais.
Essa é a triste realidade de você ter um aparelho obsoleto em mãos.
Esse é o mesmo drama que acontece com o Blog da Sonia, os participantes se tornaram obsoletos também, não somos mais capazes de escrever algo que desperte a curiosidade de outros internautas que navegam sem rumo nenhum na internet, boa parte perdida no Facebook, compartilhando entre si inúmeros links que ninguém vê.
Temos que reconhecer, todos esses cinco anos foi tudo tempo perdido. Estaríamos bem melhor se tivéssemos investido mais no trabalho, pelo menos isso teria ajudado a trocar a caixa d'água que já deu o que tinha que dar. O pior de tudo é que não conseguimos responder as questões básicas que são inerentes ao tema da religião.
O Adilson nunca conseguiu explicar por que o Vai-Volta vem de Lisboa, bem como a Sonia também não conseguiu explicar porque acredita que o Adilson veio do Rio de Janeiro. Para onde iremos, também não conseguimos responder de maneira satisfatória, se bem que muitos sugeriram a mesma equina onde o bar oferece tubaína. Só conseguimos descobrir que somos obsoletos.
Então, quem se importa em ficar no Blog da Sonia?
Eu me importo, não tenho para onde ir, não tenho como participar de um fórum que só fala de um moderno i9500, quando nem sei como usar o meu n7100. Assim, eu vou ficar por aqui. Pelo menos eu vou tentar ler o que eu escrevo. Quanto aos outros, por favor, me poupem, depois dessa história da moça que se escondeu no armário, eu tenho uma bem pior:
O menino entrou no quarto dos pais, e viu a mãe encima do pai com as duas mãos na barriga dele. A mãe pediu para o menino ir na sala para ver televisão, ela prometeu que iria conversar com ele. Logo depois, a mãe explicou ao menino que a barriga do pai estava grande demais, e ela estava massageando para ajeitar a barriga dele.
"Mas isso não vai adiantar", retrucou o menino. "E por que não?", perguntou a mãe. "Enquanto você aperta a barriga do pai, a empregada assopra tudo".